Convites para o Joost!

abr 27, 2007   //   por Serendipidade   //   Criatividade / Inovação  //  10 Comentários

Com certeza o que não mostra tudo é sempre mais sensual. O Joost vai abrindo as portas para a comunidade em levas secretas de convites, e todo mundo sabe que todo mundo gosta, adora, ama viajar em primeira classe, ter seu lugar na janelinha e ser V.I.P.

E junto com todos esses ingredientes ainda temos o adicional de boca-a-boca temperando a reputação da brincadeira. Ainda mais com o inventor do Skype por trás da jogada.

Por isso, sem qualquer ônus da minha parte, o Joost me concedeu distribuir 3 convites aos meus leitores. Basta comentar este post (colocando seu email no campo apropriado) me convencendo que as comunidades virtuais já mudaram hábitos e costumes dos consumidores.

Quem mandar bem recebe o seu convite. Grande abraço.

Já era… distribuí os 3 convites. Obrigado a todos que comentaram. Assim que tiver mais eu aviso.

10 Comentários

  • As comunidades virtuais comm certeza já mudaram os hábitos do consumidor. Tanto é verdade que algumas já viraram comunidades de verdade. Recentemente na China, milhares de consumidores se reuniram atraves da net e compraram em grupo, conseguindo enormes descontos. Os consumidores compram como se fossem varejistas graças às comunidades virtuais.

    Outra constatação clara: nunca houve um PROCON tão eficiente como comunidades no Orkut e fóruns de discussão. Até os hábitos das empresas estão mudando.

    Valeu!
    Espero o convite do Joost para poder mudar ainda mais os meus hábitos!

  • Hoje, a melhor forma de exercer seus direitos é se unir a comunidades virtuais. A Web 2.0 possibilitou que o consumidor deixasse aquela situação de passividade e, muitas vezes, até mesmo de vítima indefesa para, de fato, mudar as regras do jogo e exercer o seu poder.

    Um grande exemplo disso foi aquele cara (agora não me lembro exatamente do nome e dos detalhes do caso) que comprou um carro da Fiat que veio com problema. Ele reclamou e a Fiat disse que não podia fazer nada. Ele criou um blog de “malhação” à Fiat. Milhares de outras pessoas se juntaram a ele e a Fiat finalmente começou a sofrer as conseqæuências dessa união. Propôs um acordo financeiro para que ele acabasse com o blog e ele, logicamente, não aceitou (desculpe se eu distorci os fatos, mas eu ouvi essa história há muito tempo).

    Com certeza, as comunidades virtuais mudaram os hábitos do consumidor.
    Não é à toa que a revista Time nos escolheu como a personalidade do ano.

    Valeu!
    Abs,
    Marcelo.

  • É natural as pessoas se unirem para discutir e chegarem em uma conclusão sobre alguma coisa… as comunidades virtuais facilitaram isso unindo pessoas do mundo todo sem elas precisarem sair de casa e discutindo entre elas chegarem a uma conclusão.
    Ou seja… comunidades sempre mudaram hábitos de consumidores… o q acontece é q com a internet aumento o numero de comunidades… chamadas comunidades virtuais.
    Por favor me mande um convite!!! Estou a mais de um mês procurando alguém para me convidar!!!
    Obrigada antecipadamente!
    hillinger@gmail.com

  • Daeeeeeeee veio!!!
    Arruma um convite pro Joost ae????
    Porque??
    porque eu sou legal!!!!

    Valew!!

    tecbruno@gmail.com

  • Bom dia, Realizo pesquisas sobre tvip e cheguei ao Joost. Necessito de um convite para testar esta nova tecnologia, se alguem pudesse enviar um convite pra mim através do email

    ivanpires@gmail.com

    ficarei grato, pois será de grande valia pra mim e para minha universidade. Muito Obrigado!

  • (desculpem – mandei uma versão errada anteriormente… se possível, peço que a moderação aceite a versão abaixo. obrigado!)

    Muito do que conhecemos do sistema capitalista após a década de 1920 veio de um grande medo das corporações que desenvolveram processos industriais de produção em massa: com o custo de matéria prima e mão de obra baixo, rapidamente o mercado seria inundado por um excesso de oferta, e a demanda estática seria superada.

    Isso poderia levar os EUA ao colapso econômico, tão logo as necessidades dos consumidores (roupas, automóveis, alimentos, bebidas…) fossem atendidas.

    Para solucionar a equação, Edward Bernays e outros deram as primeiras investidas no campo de relações públicas: as corporações deveriam mudar de paradigma – ao invés de produzir para atender necessidades, deveriam criar DESEJOS.

    Então, uma série de comerciais e técnicas de marketing foram desenvolvidos de modo a fazer com que o consumidor parasse de consumir baseado em suas necessidades racionais (sapato mais macio) para desejos inconscientes (sapato que o ator de um filme de Hollywood usa), de modo a associar sua identidade com a daquele que promovia o produto. Nessa época começam os desfiles de moda com “celebridades” que discursam para a platéia sobre a cultura do glamour e individualização pelo consumo.

    Assim, a mídia centralizada teve um papel fundamental em criar desejos, em promover um mecanismo de persuasão de massa junto com a indústria do entretenimento – a equação oferta/demanda havia sido resolvida.

    Com a Internet e o que O’Reilly chamou de Web 2.0, deixamos de viver em uma sociedade em que a comunicação é no formato de estrela (um centro de produção de informação com diversas periferias receptoras) para um formato de rede produtor remixável e interativo. Todos produzem e compartilham informações e isso muda radicalmente a malha de poder informacional.

    Desse modo, as empresas hoje não podem entender o consumidor como um elemento totalmente passivo no que diz respeito à formação de opinião e desejos. A criação de novos produtos deve cada vez mais reagir (e antecipar) os desejos dos consumidores. Até aí, nada muito novo, pois esse processo já começava a ser verificado na década de 1980 com a intensificação da globalização.

    O que as comunidades virtuais fazem é amplificar o processo de conexão entre consumidores de determinado perfil (consumer group), fortalecendo sua identidade e tornando-a um nicho economicamente interessante de ser explorado, o que não era possível por custos de transação anteriormente existentes.

    Esse assunto é fascinante – nesse endereço há um comentário sobre a série The Century of the Self que fala sobre o Edward Bernays e a manipulação dos consumidores: http://arataacademy.com/academy/2007/03/24/century-of-the-self/

    Um abraço e parabéns pelo site!

  • Para os ricos e revolucionários ensinamentos contidos na Biblioteca de Alexandria? Fogo, destruição e esquecimento…

    Para um filósofo como Sócrates, que reunia sua comunidade ensinando-lhes a virtude? Morte por cicuta…

    Para uma comunidade de cristão reunidos no período de Cristo? Perseguição e morte na arena dos Leões…

    Para um ativista como Gandhi, que em torno de si reuniu uma nação, a lutar com sua voz por valer os seus? Assassinato…

    Para uma reunião de ativistas no período da Ditadura? Perseguição, desaparecimento, tortura e calem-se…

    Enfim…

    Que outra prova deseja de que as comunidades virtuais já mudaram e mudarão ainda mais o homem e o mundo? Seja no papel de cidadão ou de consumidor?

    Se em todos os tempos tudo o que o homem evitou, com o derramamento de muito sangue, foi a reunião e o livre intercâmbio de idéias entre eles?

    Reunião de pessoas com livre direito de expressão gera mudança, progresso, reformas.

    O fato de ser uma reunião virtual é apenas uma questão tecnológica. Mas, em toda a história da humanidade, comunidades sempre mudaram nossos passos.

  • Tu acredita q eu nunca consegui fazer meu Joost funcionar? Até desisti de distribuir meus convites por isso.

  • “A curiosidade matou o gato.” Não me mate de curiosidade, por favor! Gostaria muito de receber um convite para o Joost! bwidmer@uol.com.br

    Abraços,
    Bruno

  • Desculpe a ousadia, mas li que quem participou na
    fase beta do Joost dispõe de convites ilimitados. É mesmo assim? E,
    nesse caso, será abuso pedir-lhe um convite? É que percebo muito pouco
    de novas tecnologias mas tenho uma enorme curiosidade em relação ao
    Joost.
    Muito obrigado pela atenção. RB

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