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Pontos positivos e de atenção dos Blogs Corporativos

ago 14, 2007   //   por Blog Corporativo   //   Blog Corporativo  //  3 Comentários

Segundo o ponto de vista de diversos blogueiros corporativos, Marcio Gonçalves e Carolina Terra listaram em seu artigo para a RP em Revista os pontos positivos e negativos de se usar o blog como estratégia de comunicação empresarial.

Eu chamaria a lista de pontos positivos e pontos de atenção dos blogs corporativos. Os batizados “pontos negativos” são perfeitamente contornáveis. O trecho abaixo foi inteiramente retirado do artigo citado acima:

Pontos positivos

  • Abrir um canal de relacionamento com seus stakeholders, principalmente formadores de opinião on-line.
  • Dar uma cara mais “humana” à empresa, se o blog for realmente um blog e não um site corporativo travestido de blog.
  • Ter um canal para feedback da comunidade sobre a empresa e suas ações.
  • Um canal de comunicação da empresa que pode ser facilmente atualizado. Uma fonte confiável de informações da empresa que podem auxiliar seus clientes e fornecedores a entender melhor como ela funciona.
  • Uma forma de conhecer os seus clientes e permitir interação. Receber feedback deles na forma de comentários e até mesmo estabelecer e melhorar o relacionamento a partir desses recursos.
  • É um canal viral. Dessa forma os textos podem ser indicados a outras pessoas e diversos meios podem consultar o blog como uma fonte de referências confiável de uma empresa.
  • Conquistar a confiança do consumidor é, com certeza, o primeiro ponto positivo. Ter um blog é ser transparente e aceitar o diálogo com o consumidor. A internet e a globalização possibilitam que o público acompanhe tudo o que as empresas fazem ou deixam de fazer. Não adianta mais tentar enrolar as pessoas. Qualquer um pode encontrar informações e opiniões no Orkut, YouTube e blogs. O fenômeno blog desafia as tendências tradicionais sobre o controle da comunicação das corporações, mídia, governo e mercado. É um novo campo em que todos podem recomendar ou criticar seu produto ou serviço. De acordo com o Estudo de Confiança da Edelman de 2007, os consumidores acreditam mais em “pessoas comuns” do que em autoridades. Ou seja, o recado está dado: chega de mensagens enlatadas! Os blogs emergiram rapidamente como uma nova tecnologia neste caminho.
  • Outro ponto positivo é que os blogs se tornaram uma fonte de informação com credibilidade, principalmente para jornalistas e formadores de opinião. Blogs de CEOs e funcionários são formas viáveis de comunicação para muitas propostas, como ferramenta de conhecimento interno para aumentar a credibilidade e dividir informação, e devem ser considerados como uma estratégia para comunicação corporativa.
  • Profissionais da área de comunicação devem entender a blogosfera como medidor em tempo real da eficiência da comunicação interna – mais um ponto positivo para os blogs – e engajamento dos funcionários. Embora não seja uma medição tão efetiva quanto uma pesquisa tradicional, serve como dados qualitativos sobre o sentimento do funcionário em relação à empresa – ótima ferramenta para recursos humanos. As empresas precisam considerar que a comunicação olho-no-olho ainda é mais efetiva e que ela refletirá na comunicação virtual, mostrando a felicidade do funcionário que a vê com uma ótima comunicação interna e um bom relacionamento com os executivos.

Pontos de atenção

  • Se a empresa não for realmente preocupada com que diz e faz, pode gerar ainda mais fragilidade e ela poderá ser ainda mais atacada
  • Exige trabalho dedicado e temas/discussões que não apenas interessem mas envolvam a comunidade na discussão.
  • Se o blog for em torno da marca e não de um tema pode gerar desgaste para a empresa. A Tecnisa, construtora de SP, por exemplo, tem um blog muito bom mas ela não fala de si mesma, fala da construção civil.
  • É um meio informal de se comunicar, que não dá a mesma credibilidade que teria, por exemplo, um press release ou até mesmo um jornal fechado com temas específicos.
  • O feedback não é espontâneo e está mais direcionado com o conteúdo dos textos publicados. Uma ferramenta que permite o feedback mais espontâneo é o fórum na internet, recurso que muitos portais adotam cada vez mais em conjunto com o blog corporativo.
  • Não permite resposta ao feedback de forma direcionada. O feedback pode ser feito a partir de textos que comentem o conteúdo dos comentários dos usuários, mas sempre de forma genérica e nunca personalizada.
  • A falta de cultura ainda atrapalha o amadurecimento desta nova ferramenta. Existe muita confusão e medo com relação a blogs e muitas empresas ainda não entenderam o objetivo deste fórum de discussão virtual.
  • Além disso, por trata-se de uma espaço aberto, é preciso tomar cuidado com o que será escrito, já que a informação vale ouro nos tempos atuais. Seus concorrentes podem “roubar” suas idéias ou conceitos.
  • E por último, a falta de compromisso e respeito com os comentários. Não acho que é uma desvantagem, mas sim um risco. Uma vez que você começa um blog, as pessoas esperam diálogo e troca de experiências. Então não vale escrever a cada mês ou 45 dias. É preciso ter empenho e saber receber sugestões e, talvez, até críticas.

A arte imita a vida e a vida imita o resto

jul 11, 2007   //   por Serendipidade   //   Comportamento  //  1 Comentário

É irritante ver a mesmice nas coisas que nos circundam no dia-a-dia. Por exemplo: aqui em SP começou a circular, há algumas semanas, um jornal gratuito chamado Metro, uma marca que circula em outras cidades do mundo também. Pois hoje de manhã, quando estava vindo trabalhar vi um concorrente disputando espaço com o Metro, era o Destak, que é mais velho que o Metro, tendo já um ano de vida.

Jornais gratuitos em semáforos e cruzamentos não é novidade, mas em menos de 2 meses eu vi dois que operam de forma similar: o carrinho que leva os jornais, o uniforme dos distribuidores, entre outros detalhes.

A Apple anuncia seu iPhone no começo do ano e uma avalanche de empresas lançam aparelhos com conceitos semelhantes (e até design semelhantes). Nem quero falar do iPod.

O recorde de bullshitagens e de vendas “O Segredo” já ganhou faz tempo as suas variantes e “pseudópodos” – Além do segredo, O segredo revelado, filmes, etc. – Novamente nem quero falar da onda oportunística gerada pelo Harry Potter ou Código Da Vinci .

Ganhar dinheiro com produtos derivados dos seus originais é correto? “Como assim?” – alguém pode perguntar – “ganhar dinheiro (honestamente) é sempre válido”. Mas que mérito isso tem?

Refletindo de outra forma: Sua empresa quer ser lembrada pela INOVAÇÃO ou pela IMITAÇÃO? Os dois dão dinheiro, mas qual é mais nobre? Vou além… por acaso é possível, hoje, criar algo que não seja imitação ou variação de outro?

Segundo Louis Pauwels e Jacques Bergier, autores do “O Despertar dos Mágicos“, existe uma infinidade de conhecimento que jamais iremos acessar graças a acidentes (incendios por exemplo) e eliminação proposital de obras antigas.

Um exemplo de conhecimento “à frente do tempo” poderia ser o do Leonardo Da Vinci. Ele era apenas um visionário com idéias malucas ou foi um dos primeiros a pensar em um helicóptero?

Se imitar é inevitável, como se vender para seus clientes como uma empresa inovadora? Se é isso que você deseja, inove no tratamento e relacionamento com eles: Nem sempre a inovação está no produto.

Inove na maneira de administrar: Processos, metodologias, pessoas ou tecnologia são apenas algumas áreas com potencial de mudança.

Para o bem da humanidade, não vamos ser mais dos mesmos.

Os 4 A's dos Blogs Corporativos

jun 4, 2007   //   por Blog Corporativo   //   Blog Corporativo  //  4 Comentários

the4as_3.gifAspire (ambicionar) — Procurar novas formas de se conectar com o mercado buscando algo maior que o que a sua empresa é hoje, querendo fazer a diferença e acreditar que irá de fato fazer a diferença.

Ask (pedir/perguntar) — Blogs são um repositório enorme de conhecimento, isso nos abre as portas para multiplas oportunidades para aprender e experimentar. Perguntar e interagir com sua audiência é o principal fundamento do blog.

Attract (atrair) — Nós somos a principal fonte de mudança na interseção do que está acontecendo hoje e o que significará essa conversação no futuro. Neste sentido, queremos convidar a inovação e a criatividade para dentro de nossas vidas e trabalhar para inserir essa dinâmica onde ela não exista.

Act (atuar) — Precisamos seguir nossa própria intuição e fazer algo novo. Tentar coisas novas, atuar de forma diferente, fazer diferente e repetir tudo de novo. Na nova mídia que é a internet a barreira de entrada é muito menor. Blogar pode ser fácil, mas a parte mais difícil é ganhar força e criar algo que as pessoas queiram participar.

Fonte: Conversation Agent

Passado? ou Futuro?

abr 25, 2007   //   por Serendipidade   //   Criatividade / Inovação  //  2 Comentários

Passado pAssado FuturoVou chamar aqui de passado ou futuro os dois caminhos que podemos dar em nossas vidas no que diz respeito a preferências de estudo ou desenvolvimento intelectual.

De fato, sem os dois não formamos base nenhuma para nos desenvolver, mas sempre seguimos preponderantes em um dos caminhos possíveis. Não sei se arriscaria dizer que existe também o caminho do presente pois não pensei o bastante no assunto, e além disso, o tempo passa muito rápido.

O caminho do passado é uma escolha que nos convida a mergulhar na infinidade de conhecimento registrado que encontramos em bibliotecas, um verdadeiro tesouro. História, filosofia, biografias, e mais além, todo o conhecimento contemporâneo até o dia de ontem que está disponível em bases de pesquisas na internet. Adoramos assistir filmetos youtubados nostálgicos, que resgatam boas lembranças.

Mas o caminho do passado que descrevo é mais profundo, ele significa que apesar do limite físico de informação, ou seja, os livros existentes hoje, a cada dia uma nova descoberta arqueológica pode nos trazer publicações ou hieroglifos de muitos anos atrás. O que dizer então de bibliotecas destruídas pelo furor de guerras ou os livros queimados de outrora? Quanta riqueza não havia na Biblioteca de Alexandria?

Por outro lado, vou chamar de o caminho do futuro aquele de quem busca respostas ainda não encontradas, ainda quando a resposta poderia estar contida em um passado remoto. Talvez seja o caminho da astrologia, da ciência de ponta e tecnologia, da descoberta de novas vacinas ou novas curas que hão de prolongar nossa vida na quase extinta e superaquecida terra.

Acredito que esse caminho só é trilhado por quem faz bom uso da sua bagagem de caminho do passado e mais um punhado de conexões sinapticas. Inovação é o nome da coisa.

Concluo então que o que nos leva à evolução e ampliação de horizontes é o ciclo de dois ou mais passos no passado, para dar um passo largo rumo ao futuro. Como agachar para dar um salto mais longo.

O caminho do passado e o do futuro é o caminho da inovação.

Sendo um bom e amável ser hospitaleiro

fev 21, 2007   //   por Serendipidade   //   Comportamento  //  5 Comentários

A simpática Bia me pediu, alguns dias antes do carnaval, para que eu descrevesse como trato meus visitantes (aqui no blog).

Já comecei tropeçando alguns dias de atraso na resposta, mas aqui vai o meu ponto de vista sobre esse laissez-faire em que nós blogueiros nos encontramos.

Como via de regra de um blogueiro, eu procuro interagir com meus leitores, respondendo, enviando e-mails, batendo papo, quando o assunto/comentário seja pertinente ou requeira atenção. Comentários tipo: legal seu post ou fala-fala-e-não-diz-nada raramente são correspondidos.

Se eu não respondesse nada, mudaria o título da minha página para “Cantinho ego-promotor do Fábio”, ou “Homepage do Fábio”. Sem mentiras e sem mascaras, esse aqui é o meu “Bloguinho omni-ego-promotor do Fábio e arredores”, portanto, uma sala aberta para confrontamento de egos, idéias, conversa séria e ficções.

Ainda quando eu aprecio muito meus leitores, eu gostaria muito que existissem mais leitores não-blogueiros.

Não sou blogueiro profissional, ou na termo técnico: problogger. Ganho trocados de visitantes aleatórios por vezes incautos, e não espero ganhar trocado de outros probloggers apesar de achar que se eles se organizassem (e já são muitos) daria para fazer uma corrente do mal! (para os pagantes). Imagina uma rede secreta com cem mil associados com regras de clicar em anúncios dos próximos ao menos 50 vezes por dia?

Mas não acredito que isso seja possível porque a natureza humana reza contra esse tipo de coisa no estágio atual da nossa evolução.

Um adendo:

Para quem acha que redes de cliques não funcionam (e de fato não!), junte sua frustação num pote e jogue-o com toda força nos seus esforços em fazer um trabalho digno e respeitável como blogueiro. Sua audiência, posicionamento e conhecimento te trará muito mais recompensas do que dinheiro.

Me ocorreu um outro post…

A Fiat dando a volta por cima nos blogs

dez 15, 2006   //   por Blog Corporativo   //   Blogs específicos  //  3 Comentários

Estava navegando e avaliando o tema “blog nos negócios” e encontrei o post do leitor Gilson Pessoa, que acabou me passando uma dica quentíssima.

Até onde tenho conhecimento, o Blog do João Ciaco é o primeiro blog de CxO aberto ao mercado. Ele é Diretor de Publicidade e Marketing de Relacionamento da Fiat. E independentemente de dizer que o blog é só para ganhar prêmios, faz por merecer (o prêmio) pela iniciativa e transparência.

Num dos muitos objetivos de um blog feito por um presidente, a diretoria ou a gerência está, em seu pedestal mais alto, a possibilidade de posicionar seus profissionais como especialistas ou personagens de destaque em um determinado setor.

Conheça outro blog da Fiat, o Blog do Gino, aquele que foi “ultrapassado” pelo Ciaco.

12 razões de porque as empresas não blogam

nov 6, 2006   //   por Blog Corporativo   //   Blog Corporativo  //  8 Comentários

1 – Você não entende porque você necessitaria de um blog corporativo. Nem o seu Presidente.

Há várias razões para você considerar um blog corporativo. Vocês conhecem a importância do Google nos seus negócios? Blogar = Se posicionar bem ferramentas de busca. Diga isso ao seu presidente.

2 – Você é o presidente. E você não irá permitir seus funcionários blogarem.

Porque não? Você precisa de uma política e normas de uso sobre blogs. Devem existir limites, mas forçar seus funcionários a não blogar pode ser demais, até porque muitos deles já devem estar blogando por fora da empresa.

3 – Você acha arriscado deixar seus empregados escreverem seus posts.

Se você estabelecer o assunto, a idéia do conteúdo, as regras básicas, seus empregados serão capazes de se sair bem. Se algum deles não segue as regras, mais cedo ou mais tarde ele iria ser um ex-funcionário de qualquer maneira. Encontre um blogueiro principal e passe a moderar os posts por amostragem. Lance o blog internamente por 1 mês ou 2 antes de abrir para público.

Se você vai contar detalhes da empresa que merecem ser conhecidos pelo mercado, deixe alguém mais próximo da tarefa fazer os posts, passar toda a tarefa para departamentos ou agências de comunicação pode deixar o post menos interessante.

4 – Sua agência de RP acha o blog uma má escolha.

Faça algumas perguntas a eles: Pergunte como o Google funciona, pergunte sobre RSS, peça dicas de como escrever textos, pergunte como blogar pode ser ruim tendo tudo isso em mente. Verifique se sua agência realmente tem conhecimento sobre blogs antes de acatar a decisão.

5 – Você mencionou sua intenção para o pessoal de IT. Agora está na agenda de futuros desenvolvimentos.

Quando pensamos em internet, é melhor confiar nos profissionais de marketing ou de gestão. Eles são quem dão as regras e o objetivo do blog.

6 – Você não sabe ainda quem irá contribuir no blog, ou o que você irá abordar nele.

Não adianta assumir toda a responsabilidade, você precisa dividir a tarefa com alguem que possa se dedicar mais tempo. Blog é um investimento em RP e posicionamento (no mercado e em ferramentas de busca), eles dá visibilidade à empresa, solidifica uma comunidade, humaniza a empresa. Lembre-se que nem todo blog corporativo precisa ser sobre seus negócios (veja meu livro).

7 – Você não consegue ver os benefícios sejam lá quais forem. Deve ser uma completa perda de tempo.

Sempre existem exceções. O blog pode não ser perfeito para todas companhias.

8 – Você não vê nenhum retorno ao investimento.

O blog deve ser visto sob o ponto de vista das conseqüências. Quanto vale ter clientes satisfeitos e falando bem da sua empresa ao longo de páginas e páginas na internet? Como uma maior fidelização de clientes ou aumento na participação por propaganda boca-a-boca pode não ser um tipo de retorno? Nem tudo é retorno financeiro.

Mas ele existe, porque as conseqüências citadas acima certamente irão afetar positivamente suas receitas.

Que tal olhar o retorno sobre riscos?

Se os clientes que vão interagir com a empresa ajudarem desenvolver novos produtos e serviços, eles serão seus principais consumidores e agentes de marketing.

9 – Você não tem idéia de como montar um blog.

É muito fácil. Você pode hospedar em um servidor web alugado (usando WordPress, MovableType), or hospedar em serviços próprios para isso (usando Typepad, Blogger).

10 – Você acha que o blog é só uma moda passageira.

Claro que é, você tem toda a razão…

11 – Você considera que o que funciona nos Estados Unidos não irá funcionar aqui, pois lá eles possuem um ambiente completamente diferente.

Não importa o local do seu mercado, a internet está cada vez mais presente e cada vez com mais usuários, posicionar-se bem nesta infinidade de possibilidades é essencial (e o blog ajuda bastante). Além disso, usuários estão, com a ajuda da internet, mais exigentes e antecipados, você não pode ficar fora dessa. Dê visibilidade para sua empresa.

12 – Você acha que blogar não vai dar certo para seu tipo de negócios.

Você pode estar certo. Mas ao menos tente saber os benefícios antes de atirar esta moeda. Lembre-se que você não precisa falar exclusivamente sobre o que você faz ou vende, ninguém quer saber se você comprou uma impressora nova que faz um barulho irritante. Eles (sua audiência) se importa com coisas que eles mesmos querem ler, querem saber mais sobre assuntos que circundam seu métier.

Fonte: e-consultancy e algumas poucas das muitas idéias presentes no meu livro.

É ou não um blog corporativo?

out 9, 2006   //   por Serendipidade   //   Marketing / Negócios  //  1 Comentário

Um leitor postou um comentário. Como o email de resposta que eu mandei voltou, resolvi postar aqui no blog.

“Seria esse um blog corporativo?
Só para seu conhecimento: este símbolo está por todo o Rio de Janeiro.”

Minha resposta:

Uma ação de marketing deste tipo e que usa um blog para divulgação deveria ter o endereço do mesmo estampado nas figuras espalhadas pela cidade… só opinião minha…

Não deixa de ser um blog usado para fins comerciais (será?). Um blog corporativo para campanhas de marketing pode cair bem, mas é um outro foco. Não estamos buscando visitas no site, só “barulho” mesmo.

Resultados diferentes para abordagens diferentes. Mas todas com grande possibilidade de retorno. Conheça outras em meu livro.

Semana da Computação 9.0

set 19, 2006   //   por Blog Corporativo   //   Apresentações/Pesquisas  //  3 Comentários

palestra_semcomp.jpgÉ com muita satisfação que estarei, no próximo dia 21 de setembro, na minha “terra natal universitária”. Lá na USP – São Carlos estará acontecendo esse tradicional evento anual que busca trazer para dentro da universidade temas relacionados com o mercado e o desenvolvimento científico.

O tema da minha palestra será:

Comunidades Virtuais e seus impactos nos negócios, no mercado e nos costumes dos clientes.

“Os clientes e o mercado ganharam mais poder de discernimento com a consolidação da Internet. Com as comunidades virtuais eles passaram a pensar coletivamente e fazer escolhas democráticas mais acertadas sobre produtos ou serviços de uma determinada empresa. Nesta palestra vamos entender como os consumidores ganharam esse conhecimento, e descobrir quais os principais impactos na forma de as empresas se relacionarem com o mercado.”

Veja os slides aqui. (PDF – 1,8M)

Blog da DoceShop

jun 6, 2006   //   por Blog Corporativo   //   Pequenas Empresas  //  3 Comentários

logobaixo.gifFiz algumas perguntas para o microempresário Roberto Machado, proprietário da DoceShop, uma loja de atacado e varejo de doces para a região de Ribeirão Preto-SP.

Ele está entusiasmado com o blog recém-criado (a apenas 3 meses), e nos aponta, na entrevista a seguir, os benefícios que já encontrou e qual é o seu plano de curto e médio prazo para o blog.

Continue a leitura “Blog da DoceShop” »

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