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Milhão de Pixels e Dólares

jan 10, 2006   //   por Serendipidade   //   Criatividade / Inovação  //  8 Comentários

(c) yotophoto.comSe você está chegando a esta página após pesquisar no Google, Yahoo, MSN Search ou qualquer outra ferramenta de busca, ESTE É O SEU LUGAR!

Esta URL que conta a historinha do nosso amigo da venda de milhões de pixels, é hoje a mais visitada em meu blog via buscas em ferramentas como as que citei acima. Ela é do dia 22 de setembro de 2005, apenas 1 mês depois do lançamento do original.

Eu vou confortar vocês e fazê-los refletir.

Não adianta copiar a idéia dele… a onda já passou a muito tempo, e idéia original é a que vale e a que ganha dinheiro. O resto são somente oportunistas esperançosos e iludidos. A idéia empolga, não tenha dúvida, mas não se encha de sonhos. Quem ganha muito dinheiro é quem cria, quem copia no máximo se sustenta.

Se mesmo assim você está buscando ou quer dicas (óbvias) de como montar o seu, tente o site do meu amigo Philipp e a sua “Fórmula para criar uma Homepage de Um Milhão de Dólares Mal Sucedida“.

Aparentemente só hoje a história “decolou” no Brasil. O que mostra uma deficiência. Mostra um pouco do perfil do navegante web que se informa primeiro fora da internet e busca informações depois. Não só nacional, mas também mundial quando olhamos o aspecto “adoção de tecnologias” como é o caso do RSS.

Por quê as pessoas que estão buscando “venda de pixels” na web, só estão fazendo isso hoje?

PS:

Não sou webmaster de nenhum website de milhões de reais frustrado. Somente quero incutir a visão da Idéia vs. Cópia relacionando-a com seus respectivos resultados. Por isso CRIATIVIDADE é tão importante, é ela que vai te destacar na multidão

Transformação do Livro de Auto-Ajuda

jan 5, 2006   //   por Serendipidade   //   Criatividade / Inovação  //  2 Comentários

(c) yotophoto.comO Livro de Auto-Ajuda PODE ser um livro escrito de maneira equivocada, ele pode partir da abordagem que nós somos ingênuos e ignorantes e que eles serão um manual completo passo-a-passo para resolver os problemas (ainda que neguem tal argumento). Pode ser a tentativa de estabelecer uma relação escravo/patrão, vassalo/suserano. Isso faz com que seu texto seja moldado de maneira impositora e influenciada.

O Livro de Auto-Ajuda É lido da maneira errada, devemos ler o livro de Auto-Ajuda para absorver a idéia que o autor gostaria de colocar. Pegamos então essa idéia e trazemos para nossa realidade, concordando ou não com aquilo que o autor está propondo. Não podemos ler o livro achando que ele é um manual, e ao mesmo tempo não podemos ser céticos a ponto impedir que a idéia seja compreendida, para depois ser julgada.

Quando não é os dois é um, e quando não é um é outro. O livro se torna ineficiente no final.

Livros de Auto-Ajuda” deveriam SER e SER CHAMADOS “Livros de Idéias“.

Certamente nos desenvolveríamos muito mais exercitando a idéia e não “cumprindo ordens”.

Lições de Marketing (vindas do livro Freakonomics)

jan 4, 2006   //   por Serendipidade   //   Marketing / Negócios  //  Nenhum comentário

4 lições de marketing que foram obtidas através da leitura do livro Freakonomics.

Lição de Marketing 1
Livro: Desmistificando a idéia de que a quantidade de dinheiro gasta por um candidato político afeta diretamente a sua eleição.

O que realmente importa para uma campanha de marketing não é o quanto você gasta. O que importa é o que o seu produto/serviço pode fazer.

Lição de Marketing 2
Livro: Desmistificando a idéia de que incentivos monetários (e desincentivos) resultam na mudança de comportamento de uma pessoa da maneira que queremos

Não pense que um programa de fidelidade de clientes que recompense monetariamente irá alterar o comportamento do cliente para melhor. Além disso, encontre maneiras de incluir reconhecimento e admiração.

Lição de Marketing 3
Livro: Como a difusão de informações anula o poder do conhecimento como uma ferramenta de negócios

A abundância e disponibilidade de informações hoje (principalmente com a internet), transforma o ato de contar uma história para o cliente em algo mais importante que nunca para marqueteiros. Contar uma história, e não uma mera informação, é mais uma ferramenta importante nos negócios.

Lição de Marketing 4
Livro: Como a sabedoria convencional é uma história poderosa que muitas pessoas preferem acreditar, mesmo mostrando a elas fortes analises que indicam o contrário

Não tente mudar a sabedoria convencional de um indivíduo através de um marketing de produto/serviço conflitante com essa sabedoria — isto tomará muito tempo e dinheiro. Ao invés disso, preocupe-se em contar a história do seu produto adequando a mensagem para o grupo correto de pessoas, que irão adotar sua história prontamente

O livro é uma fonte interessante de informações e idéias, mas devemos saber filtrar bem o conteúdo porque, estatísticamente falando, tudo acaba sendo meio que possível. A idéia é quebrar uma inércia inerente a nós, seres humanos. As lições foram adaptadas do blog Brand Autopsy.

Estratégias polêmicas não são novidade

jan 3, 2006   //   por Serendipidade   //   Marketing / Negócios  //  3 Comentários

(c) capitalgaucha.com.br/poli_position

Lendo o blog Business Opportunities Brasil da Cris Zimermann deparei com a propaganda (outdoor) acima, de uma confecção e loja de roupas do sul do Brasil.

(c) serendipidade.comAchei interessante porque não é a primeira vez que vejo algo do gênero. Ao lado tenho uma foto de uma campanha publicitária denominada “Super Fuck – Fuck 2001”, feita em cartões postais que obtive no ano novo 2001/2002 em Praga.

Não sei do que se trata porque não entendo o que está escrito, mas achei a campanha um pouco impressionante pela ousadia. Nada tão assustador para um país que está vivendo uma onda liberal após um período conturbado na sua história, e indubitavelmente marcante.

Tirando o fato da não originalidade da peça, aqui no Brasil, usar propagandas com teor polêmico não é novidade. Durante o período em que o Brasil recebe o circo da Fórmula 1, é muito comum vermos outdoors das casas noturnas dedicadas a serviços “especiais”. Logicamente a prefeitura veta alguns, retira outros, mas a peça já foi lançada e comentada em todos jornais, gerando o efeito Buzz Marketing, que também serviu para o caso acima.

(c) ultimosegundo.ig.com.brPonto para o Marketing… Com ou sem polêmica, ele acaba chamando a atenção.

Efeitos de um mundo conectado e sexualmente estampado na TV, revistas e jornais? Morte da capacidade criativa? Ou simplesmente nós mesmos sendo enganados (e impressionados) porque somos assim, politicamente corretos na aparência e sujos (o interesse por causas “proibidas”) por dentro?

Leituras que valem a pena #8

jan 2, 2006   //   por Serendipidade   //   Serendipidade  //  Nenhum comentário

Not all innovations are equal | Harvard Business School
Nem todas as inovações são iguais e nem todas possuem a mesma conotação.

Biggest Discoveries of 2005 | Wired
As maiores descobertas de 2005.

An Incomplete Manifesto for Growth | Bruce Mau
O designer Bruce Mau preparou um manifesto com 43 estratégias para o crescimento pessoal. Ótimo para uma revisão de novas propostas pessoais para o ano que está começando.

Era uma vez um Marketing…

dez 30, 2005   //   por Serendipidade   //   Marketing / Negócios  //  1 Comentário

(c) yotophoto.com… esse Marketing pertencia a uma gigante da indústria de bebidas. Dentro do seu plano de expansão no Brasil, ela resolve lançar mais uma marca de cerveja no mercado. Um mercado onde 1% de participação no marketshare significa muito mais que meros 1 milhão de Reais.

Mas ela não está em busca de participação no mercado como um todo, ela quer abocanhar uma nova fatia de mercado muito rentável, uma divisão composta por pessoas com maior poder aquisitivo. Um nicho especial. Mas para isso, seria necessário contar com uma história convincente e competitiva para com as outras cervejas importadas, e sem efetivamente importar um novo produto (o que num país altamente explorativo no campo dos impostos não seria viável e lucrativo).

Importaremos então a marca, o nome. Já fizemos isso com a Brahma daqui pra lá, vamos fazer igual de lá pra cá.

Surge a belga Stella Artois (leia-se Estela Atoá). Uma garrafinha de 275ml que custa quase 2 reais. Mas que possui um conteúdo nacional. Um rótulo garante que a fabricação segue a milenar receita dos belgas. Mas temos que convir que introduzir ingredientes e mudar um processo de fabricação custa muito caro para um empresa. Mudar máquinas, canos, dar treinamento aos cervejeiros, produzir a embalagem e importar a cevada.

Sou cético. Provavelmente ela não passa de uma cerveja nacional + água. Não pelo sabor, mas pela lógica de uma empresa que quer cortar custos e aumentar os lucros incondicionalmente. Seria tão somente um exemplo de máscara, assim como no caso do carvão para churrasco que apresentamos antes ou no da água mineral.

Não sei como andam os lucros dessa empreitada. É um marketing baseado em uma historinha aliada a um produto “importado”, para um país que adora coisas importadas. Com tudo isso na cabeça, e já com a história contada para nós mesmos, não há como não achar a cerveja sensacional na hora que tomarmos, o “psicológico” já foi massageado.

Qual é a direção correta?

dez 29, 2005   //   por Serendipidade   //   Serendipidade  //  Nenhum comentário

(c) Ben Mc Leod

A foto é de Ben Mc Leod
Obtido através de Marketing Usabile

Entendível

dez 28, 2005   //   por Serendipidade   //   Comportamento  //  3 Comentários

(c) cas.wcu.eduNem tudo na vida é entendível, e qual seria a justificativa para tal?

Em algumas passagens de nossa vida, não acabamos buscando explicações aos fatos, simplesmente por descaso ou desinteresse. Mas na realidade, muitas vezes o que estamos tentando entender, simplesmente não é entendível.

Nem tudo é entendível nesse mundo, algumas coisas são melhores se não sabemos mais do que o necessário.

O entendimento, assim como o conhecimento, produz mais quando é restrito e não amplo.

“Comigo as coisas não tem hoje e ant’ontem amanhã: é sempre. (…) O senhor por ora mal me entende, se é que no fim me entenderá. Mas a vida não é entendível.” – Grande Sertão: Veredas – João Guimarães Rosa.

Duas vezes um Brasil Imbecil

dez 27, 2005   //   por Serendipidade   //   Comportamento  //  Nenhum comentário

(c) yotophoto.comVi duas notícias essa semana que me deixaram perplexo pelo tamanho do descuido com valores e bens nacionais. Nada tão novo que não possa ser comparado com algo no passado e nada tão velho que nos impeça de correr atrás do tempo perdido.

Duas faces de um país idolatrado salve! salve! Corroído pela ambição política e o famoso “preciso tirar vantagem de tudo”.

Face 1 – Burocracia e Lentidão

“A rapadura é doce mas não é mole não…”

Vemos sempre alguma notícia relacionada com o efeito medicinal de plantas amazônicas que são patenteadas no exterior, uma derrota da pesquisa nacional para os estrangeiros que possuem um “passaporte amazônico” garantido pela falta de controle. Históricamente até Santos Dumont, o nosso herói e idealizador (e ai de quem diga que não foi ele primeiro) daquela máquina que voa, perdeu sua patente para os irmãos Wright segundo a visão hiper-patriota dos americanosdonosdomundo.

E agora foi a vez da rapadura!

Uma pequena empresa alemã chamada “Rapunzel” patenteou a bixinha como marca exclusiva da empresa na Alemanha e nos Estados Unidos. Agora diplomatas brasileiros estão correndo atrás daquela que representa a história e as raízes do nosso país, senão vamos ter que pagar royalties.

Face 2 – Desvalorização da memória nacional

Um incêncio durante a semana passada no hospital Juqueri na cidade de Franco da Rocha, destruiu uma série objetos, móveis e livros. No meio dos livros, revistas, cartas e publicações havia aquilo que poderia ser apresentado como a maior riqueza cultural da história da psiquiatria brasileira.

Documentos que deveriam ter sido mantidos em uma reserva especial segura ou em uma biblioteca ou museu seguros. Dentre as cinzas, agora estão as memórias, as frases, as letras de pessoas como Sigmund Freud e o próprio Franco da Rocha. Prontuários e livros que registram a evolução dos tratamentos dos transtornos mentais.

Quantas mais faces ruins temos que desvendar para que se caia a máscara egoísta da impunidade e da ignorância? Será que um dia a “ficha vai cair” na cabeça dos que agem deliberadamente em benefício próprio? Será que essas pessoas vão perceber que estão usando tapas nos olhos como nos cavalos para ver só pra frente e não olhar em volta?

O que está faltando? Percepção ou vergonha na cara?

Gestão de Projetos e Comunicação

dez 25, 2005   //   por Serendipidade   //   Marketing / Negócios  //  2 Comentários

Pré-requisito:
Antes de assumir responsabilidades, verifique se você tem competência para assumir uma tarefa.

Ponto importante:
Saber ouvir.

Ponto passivo:
Sem comunicação não chegamos a lugar algum.

Conclusão:
Uma gestão de projetos bem sucedida é aquela possui equipes competentes que sabem ouvir, e principalmente, se comunicam entre as partes.

O desenho abaixo foi obtido no website Scary Ideas
(c)Scaryideas.com

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