Aquecimento Global e a Inteligência das Multidões
Inteligência das multidões. Este é um lindo tema (que ainda não é tão piegas como “Globalização”) que abre um leque de opções e oportunidades de negócio e crescimento… e já to cortando o papo aqui mesmo, vamos focar no bem da humanidade.
Recentemente o Google abriu o resultado de uma campanha em conjunto com a Global Schoolnet, essa campanha (capa da USA Today de hoje, 27 de Novembro) foi um grande brainstorming de crianças estudantes de todo o mundo em busca de uma solução para o Aquecimento Global.
Vejam as 50 idéias escolhidas e pensem no que uma ação conjunta é capaz.
Nota do Google Blogoscoped:
No último dia 21 foi lançado em DVD An Inconvenient Truth um documentário sobre uma campanha do Al Gore para que o problema do Aquecimento seja reconhecido mundialmente.
Como a própria nota disse, quantos dias teremos até a mudança deste título-mal-escolhido?
Como conhecer o "caráter" de alguém?
Um pode falar que é pregando um susto ou jogando uma barata ou qualquer outro inseto na frente dele. Hoje quase morri de rir de um amigo dando pulinhos frenéticos por causa de um grilo, esse tipo de coisa desbanca qualquer um. Por isso coloquei caráter entre aspas no título do post.
Falando do caráter sem aspas, Abraham Lincoln disse que praticamente qualquer um pode suportar a adversidade, mas se você quiser testar o caráter de alguém, basta dar-lhe poder.
Mudando o assunto do post e chegando onde eu queria chegar, eu discordo do Mr. Lincoln. Se você der poder para alguém, mais do que descobrir seu caráter, você pode acabar descobrindo que essa pessoa é incompetente, ou entre outras palavras, bom no verbo e ruim na ação.
Tem muita gente por aí que profetiza, reclama, diz que faria melhor se fosse ela. Aí, quando chega o poder (ou oportunidade) nas próprias mãos, ela cai do cavalo.
Isso não vale só para o sentido nobre do “poder” (vulgo dinheiro? status?), vale para o seu dia-a-dia. Quantas vezes a oportunidade passa pelos seus dedos sem que você tome uma atitude e depois fica se lamentando?
Escreva posts e ganhe dinheiro
Conheci hoje por meio outros blogs o ReviewMe. Neste site você recebe dinheiro para escrever resenhas/análises de produtos e serviços de anunciantes.
Ao contrário do PayPerPost, um outro (polêmico) sistema de pagamento para blogueiros onde uma simples referência a um produto basta, o ReviewMe paga por um texto criticando (bem ou mal) determinado produto, prática já comum na blogosfera e principalmente fora do Brasil. Muitas empresas procuram blogueiros influenciadores e pedem para experimentarem aquele aparelho celular novo ou um novo tipo de bebida. Em troca, geralmente o blogueiro escreve bem (ou mal) sobre aquele produto, ajudando a espalhar sua marca pela web. O ReviewMe também segue a mesma linha, uma empresa que irá escolhê-lo, mas em compensação, o sistema irá pagar bem mais.
Pensando no marketing que isso pode trazer para uma empresa, acredito interessante o fato de que é a própria anunciante quem escolherá o veículo (blog) de comunicação que vai divulgar sua marca. Isso permite selecionar blogs que são bastante lidos e trazer o melhor retorno ao investimento possível. A ReviewMe pede, inclusive, que os seus blogueiros divulguem o fato de que eles estão ganhando para isso (uma atitude vista como ética no mundo dos blogs, os quais prezam muito pela transparência e sinceridade).
Me inscrevi neste. Naturalmente este post é minha primeira “sinopse” pelo ReviewMe, e eu estarei recebendo nada mais que 20 doletas por isso. O valor pode aumentar caso seu blog seja mais popular, ou nem ser aceito caso seja menos popular.
A partir daí, basta que seus futuros anunciantes te encontre e queiram que você fale sobre ele. Interessante, não?
Crescimento da blogosfera
O dono da technorati divulgou hoje mais um estudo sobre a blogosfera. Só que ele esqueceu de colocar algumas linhas esclarecedoras a mais.

Fonte: Google Blogoscoped.
Breve história de domínios
Semana passada vi no The Blog Herald a história de uma companhia de Ohio nos Estados Unidos, chamada Universal Tube & Rollform Equipment Corporation, e que possui o seguinte website: www.utube.com.
A companhia alega que milhares e milhares de pessoas acabam caindo no seu website acidentalmente, aumentando o tráfego (e conseqüentemente os gastos) e fazendo com que a companhia começasse a receber ações movidas contra difamação, direitos autorais e outros cybercrimes.
“Erros de domínio” poderíamos dizer.
Algumas palavras usadas juntas para formar o endereço web de uma empresa ou qualquer instituição pode ser problemático ao assumir um certo duplo sentido. Veja uma pequena lista de “domínios azarados” como www.powergenitalia.com ou www.penisland.net.
Imagina colocar um nome parecido com Google.com para seu site?! Que tal googkle.com, ghoogle.com, gfoogle.com ou gooigle.com???
Muitíssimas visitas na certa. Mas o Google já andou caçando esses domínios praticamente homônimos, e ganhou boa parte deles em disputas judiciais.
Breve explicação sobre blogs…
Bender mandou uma explicação sobre blogs.
Breve, objetiva e eficiente.
Leituras que valem a pena #19
The Proliferation Chalenge | McKinsey Quarterly
Livro completo – Uma explosão de novos segmentos, canais de venda e serviços, mídia e marcas está desafiando marketeiros que buscam priorizar as oportunidades e aumentar a consistência da execução do próprio marketing.
The More, The Better: Creating Successful Word of Mouth Campaigns | Keller Fay Group
Um whitepaper que apresenta os resultados de uma pesquisa sobre o poder de influência do Marketing boca-a-boca. (PDF – necessário se registrar)
Connecting the Dots between Innovation and Leadership | Knowledge@Wharton
Artigo sobre as ligações entre liderança e inovação.
Afinidade digital
Bela inspiração de Maurizio Goetz em nos trazer o termo “Afinidade Digital” e explicá-lo nos moldes do seu quase xará de sobrenome: Johann Wolfgang von Goethe.
Em uma de suas novelas, a chamada “Afinidades Eletivas“, Goethe busca descrever o que nos leva a interagir uns com os outros nas suas devidas circunstâncias. Tema que Maurizio busca traduzir nos tempos atuais sob a forma de Afinidades Digitais.
Sucesso dos blogs, fóruns e demais canais de interação que nos trazem um certo poder de comando e decisão aliado ao relacionamento. Várias pessoas se reunindo em um evento como o BarCamp, ou um “Orkontro”, “Ircontro” (este mais obsoleto). Mentes vibrando na mesma freqüência graças ao oportunismo da “Cauda Longa” (estou lendo o livro – boas impressões).
Vamos “tachar benéficamente” toda essa sincronia como uma espécie de alquimia digital, a não ser confundida com química por Technorati e Googles da vida.
Comer com casca e tudo…
O Brasil é um país com grande número de pessoas abaixo da linha da miséria, com problemas sérios de falta de saneamento básico, desigualdade social, fome, entre outros.
Falando em alimentação, temos três pilares: o lado social, o da saúde, e por último o estético.
Mas o tema é o seguinte: Comer casca de alimentos é importante para qualquer um dos três pilares acima?
Um estudo da Unesp mostra que a casca é nutritiva, apesar de menos gostosa que seu recheio, sua polpa.
Outro portal nos indica que a reciclagem de alimentos é importante e pode trazer muitos benefícios para a comunidade.
Alguns outros indicam o alimento com casca para combater a obesidade.
Voltando ao estudo da Unesp, o texto nos apresenta:
“[…] Foram testados 20 alimentos. E muitas surpresas! Quem pensa em comer a casca da banana? Pois devia. Ela tem 0,93g de potássio. O dobro da quantidade que tem a banana: 0,45g […]”
Segundo meu pai, tudo isso não passa de besteira ou enrolação. Ele vive dizendo:
“Dizem que a natureza é sábia… Você já viu algum macaco comer banana com casca?!”
Tem sentido isso? Desenvolver técnicas de agricultura, educar a população, distribuir renda, terras, parar de roubar o dinheiro público, também não são um caminho?
Quantidade versus qualidade
Em meu leitor RSS tem uma pancada de blogs interessantes. Nacionais e internacionais. Hoje percebi o quanto os blogs americanos gostam de quantidade, prezando super pouco para a qualidade.
De 10 posts 1 acerta. Parece uma busca frenética por posts dos quais muitas vezes não se tira uma frase proveitosa. Assim como nos seriados de TV, que lá são produzidos em massa, e de vez em quando surge um Lost da vida.
Prefiro os brazucas, como o CarreiraSolo ou o Fabio Seixas, não esse Seixas, o qual não conheço ainda. Poucas (em comparação) e sábias palavras.




