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Melhor livro de negócios do ano

set 20, 2005   //   por Serendipidade   //   Marketing / Negócios  //  1 Comentário

(c) ft.comSaiu a lista dos 6 finalistas para o prêmio de melhor livro de negócios do ano segundo a Financial Times e a Goldman Sachs.

Os juízes do prêmio partiram da premissa de que o livro deveria ser o mais influenciador e prover a melhor aproximação com as questões do mundo dos negócios moderno.

Estou lendo “Freakonomics” e posso dizer que é um livro muito peculiar. Interessante e diferente.

Fonte: Financial Times.

Livros com desconto especial

set 13, 2005   //   por Serendipidade   //   Criatividade / Inovação  //  Nenhum comentário

Essa semana está corrida… Roberto Jefferson continua apelando para o discurso do “errei mas sou transparente”. Severino está suando frio com o cheque transitando na mídia mas continua firme e forte com a palavra “não” dentro da boca. Os Correios estão parados porque os funcionários ganham pouco (mas os executivos embolsam muito).

Com tanta coisa acontecendo no Brasil, merecemos distração e estímulo na criatividade. Estou mandando uma promoção imperdível de livros:

30% de desconto em todos os livros clássicos modernos!

“Os 2.1 Mosqueteiros” – Alexandre Dumas
“70 Anos de Solidão” – Gabriel García Márquez
“1388,8″ – George Orwell

(c) advertka.ru

Genial essa propaganda da Mondadori (uma grande editora italiana).

O link ao clicar na foto acima nos leva ao Advertka.ru – um site russo com diversas propagandas impressas e em vídeo com um tipo de acesso cada vez mais comum na rede: Grátis! Aproveitem.

Um pouco de divertimento para acalmar o nosso humor em meio a tanta corrupção política.

Onde está a Criatividade da TV Brasileira?

ago 13, 2005   //   por Serendipidade   //   Criatividade / Inovação  //  Nenhum comentário

(c) YotoPhoto.comCriatividade! Essa palavra reflete o desejo de muitas das empresas de hoje. No ranking das 20 empresas mais inovadoras todas as companhias listadas tinham investimentos relacionados com o estímulo à participação e criatividade dos seus colaboradores. É o emprego nobre dos conceitos da produção de idéias voltado para os negócios.

Por outro lado, no campo mais ligado ao nosso cotidiano, a criatividade marca presença em publicidades e propagandas e também em produções de programas de TV na tentativa de abocanhar uma maior fatia do Ibope.

A criatividade está muito fortemente presente na publicidade. A busca por entender os desejos dos consumidores e tentar convencê-lo de que o seu produto é necessário e desejado. Criar a relação direta com o consumo, o desejo e a ação do consumidor.

O Brasil é um dos países mais bem colocados quando falamos de publicidade de maneira geral. Pelo menos na mídia que mais expressa sentimentos e emoções, que é a TV, a publicidade através de vídeos é muito bem cotada internacionalmente. Sempre temos as agências Brasileiras (sejam as nacionais ou as multinacionais) entre as finalistas do Leão de Ouro de Cannes.

Já na TV, uma lamentação completa. As emissoras Brasileiras têm medo de arriscar na produção de seus próprios programas e acabam importando idéias “enlatadas” do exterior. É incrível a incapacidade da TV brasileira de gerar programas interessantes e criativos. As emissoras parecem pesar na balança o risco da criatividade versus a cópia de uma formulação de sucesso garantido.

“Big Brother Brasil” copiado do sucesso do programa no exterior. George Orwell deve estar se revirando no caixão pelo uso do seu “Grande Irmão” do romance “1984″ em algo tão banal. Mas a critividade não deixa de estar presente.

“O Aprendiz” foi copiado do programa homônimo americano que leva Donald Trump para o showbusiness. Por sinal, se trata de um programa que foi importado para o Brasil utilizando ao máximo o uso descarado de um merchandising de baixíssima qualidade usando os participantes como garotos propaganda. Além da péssima atuação do seu principal protagonista na tentativa de ser o business man do momento. Horrível… os dois, o original e o copiado. Mas a idéia não deixa de ser boa e infelizmente prende bem a atenção da nossa população medíocre.

Depois vem uma série de programas de auditório como esses que vemos da Márcia, Hebe e demais que são meio que copiados da Oprah Winfrey. Ou mesmo o “Programa do Jô” que tem semelhanças incríveis com o “Late Show” do David Letterman.

Mas não podemos dizer que não se criam programas novos aqui no Brasil. Pena que a criatividade do brasileiro fica presa a violência, bundas e aproveitamento moral em cima dos outros, como é o caso do Pânico ou Ratinho… se bem que chamar isso de criatividade é um pecado. O segredo aqui é usar a TV para mostrar programas que se identificam com a massa brasileira, e para isso os ingredientes são simples e apelativos. Simplesmente refletem a mediocridade da nossa população. Um livro de Luciano Pires chamado “Brasileiros Pocotó” pode apresentar a você um pouco mais de detalhes quando falamos do emburrecimento da TV brasileira.

Conclusão: Vou desligar a TV durante os programas e assistir durante os intervalos comerciais, pelo menos ali poderemos nos divertir desafiando as propagandas a nos convencer que seu produto é necessário. Ainda quando existem propagandas péssimas também, pelo menos eles estão tentando criar e vender ou ser criativos, estão arriscando.

Livro de visitas no Google Maps

ago 11, 2005   //   por Serendipidade   //   Criatividade / Inovação  //  1 Comentário

GuestMap (c)Sensacional… muito bem bolado este sistema de Livro de Visitas baseado no Google Maps que possibilita a qualquer pessoa adiciona-lo em sua página.

Este mapa abaixo -(não esta figura ao lado, role a barra de rolagem para baixo para vê-lo)- é o livro de visitas. Clique em qualquer local do mapa para adicionar a sua visita ao meu website, as visitas ficam visíveis aos demais visitantes. É possível controlar o zoom e o tipo de mapas também.

Retirei o livro de visitas da minha página… a sensação da novidade passou… fora que também era um lixo na página e ocupava um espaço desnecessário. O mesmo vale para esses anúncios Google Adsense e Mercado Livre… sou mais meu trabalho para ganhar dinheiro que esses programas fajutos.

Descubra as vantagens de ser lento… Devagar!

ago 7, 2005   //   por Serendipidade   //   Comportamento  //  1 Comentário

(c) YotoPhoto.comNo meu post anterior eu escrevia sobre como estamos ficando solícitos a curto prazo por informações ou notícias. O mesmo vale para jornalistas e mídia para trazer essas notícias pra gente.

O jornalista britânico Carl Honoré desenvolveu uma nova técnica de maneira de vida que se baseia em fazer as coisas no seu tempo, sem apressar ou atropelar as coisas. No seu livro “Devagar” ele conta como seu vício pela velocidade estava prejudicando a vivência na sua casa e consigo mesmo.

Ele era um Speedholic que tinha mania de trabalhar, comer e até ler histórias para seus filhos na beira da cama o mais rápido possível. Ele acabou descobrindo pelo mundo diversos grupos que são contra a cultura da velocidade. Esses grupos estão repensando o cozinhar e o comer (o já conhecido Slow Food que veio da Itália), o urbanismo, o trabalho, o design e até o sexo. Juntou tudo num livro só e trouxe adendos interessantes.

No livro existem também comparações entre como eram as coisas antigamente e como elas são atualmente. Mostra como nós mesmos desenvolvemos maneiras de encurtar mais ainda as tarefas ou ações cotidianas para termos mais tempo. Seja inventando o avião, ou navegando na Internet para uma pesquisa.

Agora dê um tempo, desligue esse computador e vá andar um pouco, jantar com calma e ter mais tempo para digerir as informações velozes de hoje.

Todo Mundo é Incompetente, Inclusive Você

ago 1, 2005   //   por Serendipidade   //   Comportamento  //  4 Comentários

Book from Peter, L. J (c) amazon.com“Todo mundo é incompetente, inclusive você: as leis da incompetência” – [The Peter principle] – Livro de Lawrence Johnston Peter (1919-1990) publicado em 1969.

Este livro apresenta o “Princípio de Peter” – ele afirma que em organizações hierarquicamente estruturadas, os funcionários são promovidos até alcançarem o seu nível de incompetência.

Os funcionários geralmente começam em posições hierárquicas inferiores, mas com o passar do tempo, eles começam a se mostrar competentes na tarefa que desempenham. Assim, na ascendente e produzindo resultados, o sistema empurra esse funcionário para cima. Quando começa a revelar sinais de incompetência, o funcionário estaciona. Ou seja, toda a competencia usada para subir até aqui já não serve mais para continuar subindo. Como o rebaixamento não é usual, os funcionários acabam se mantendo em seu cargo logo acima do nível de imcompetência. Dessa forma, ao longo do tempo todas as posições seriam ocupadas por gente incompetente. E seremos todos incompetentes um dia…

Deixando a empresa ou companhia de lado e pensando em nós mesmos. O relevante aqui não é pensar que um dia estaremos estagnados e sem perspectivas de crescimento, temos que nos movimentar e reciclar nossos cursos, aperfeiçoar-se em outros campos de trabalho. Movimentar. Para que a incompetência não nos atinja.

Nas empresas brasileiras teremos um ou mais casos como esse descrito por Peter, mas com CERTEZA ABSOLUTA ele acerta EM CHEIO quando aplicamos esse conceito no governo brasileiro. O político muitas vezes começa até que competente, mas com o passar do tempo, além de ser corrompido, ele passa a ser incompetente. E ai se você pensar naquele que nasce, cresce e governa incompetente.

Trazendo esse fato da incompetência futura garantida a todos nós, mais o fato de que devemos aprender sempre se especializando senão seremos ignorantes, o que resta de nós? e do nosso país?

Quais são as regras do seu jogo?

jul 23, 2005   //   por Serendipidade   //   Comportamento  //  1 Comentário

Chess(c) morguefile.comQual é o seu espírito de vingança? Um prato que se come frio… A misericórdia do perdão… O favor do esquecimento… A verdade que corrige… A sinceridade que ensina… muitas são as opções.

O primeiro padrão de comportamento que cruzou fronteiras no nosso planeta praticamente cristão é atribuído a Jesus e diz: “Faça com os outros o que você quer que seja feito com você”, a chamada “Regra de Ouro” na vida cotidiana.

Depois vieram algumas variantes, todas tentando mostrar alternativas e escolhas para aplicarmos em nosso dia-a-dia… como um jogo… um jogo com regras pré-escolhidas… qual a sua? Todas? Acho que todas é a resposta próxima de todos nós, vivemos diferentes situações e momentos ao longo da vida… e sempre levados a querer ganhar… veja meu post anterior.

A “Regra de Prata” diz: “Não faça com os outros o que você não quer que seja feito com você” – Ghandi e Martin Luther King Jr. pregavam as regras de ouro e bronze dizendo aos povos a não pagarem a violência com mais violência.

A terceira delas, é uma espécie de “olho por olho, dente por dente” misturado com “o bem com o bem se paga” – chamaremos esta regra de “Regra de Bronze”: “Faça aos outros o que te fazem”. O problema desta regra é que sabemos que violência gera violência, caminhando para algo meio que sem fim e destrutivo.

“Regra de Ferro” é mais linha dura: “Faça com os outros antes que façam com você” – Acredito ser a mais suja delas e com certeza a regra secreta de muitas pessoas.

Inserimos aqui mais duas regras menos importantes, mas que não deixam de ser interessantes. A “Regra de Lata”, que é uma mistura da Regra de Ouro e de Ferro: “Puxe o saco de seus superiores e maltrate os seus inferiores” – Uma regra que é bastante usada nas empresas por aí. E também a regra de muitos políticos brasileiros, a “Regra do Nepotismo” que diz: “Favoreça sempre os seus parentes próximos e faça com os outros o que quizer”.

Por último, deixamos aqui uma regra muito conhecida e que talvez seja uma das mais significativas na Teoria dos Jogos. A origem dela pode ser explicada quando estudamos o Dilema do Prisioneiro. É a “Regra Tit-for-Tat” (pagar com a mesma moeda): “Coopere primeiro, depois faça aos outros o que lhe fazem”. Essa regra pode ser a mais completa a ser usada, mas se usada sabiamente. Se duas pessoas usam essa regra ao mesmo tempo, ela pode ser fatal.

Resumindo:

  • Regra de Ouro – Faça com os outros o que você quer que seja feito com você
  • Regra de Prata – Não faça com os outros o que você não quer que seja feito com você
  • Regra de Bronze – Faça aos outros o que te fazem
  • Regra de Ferro – Faça com os outros antes que façam com você
  • Regra de Lata – Puxe o saco de seus superiores e maltrate os seus inferiores
  • Regra do Nepotismo – Favoreça sempre os seus parentes próximos e faça com os outros o que quizer
  • Regra Tit-for-Tat – Coopere primeiro, depois faça aos outros o que lhe fazem

E então, qual é a sua regra?

Baseado no artigo de Carl Sagan “As Regras do Jogo” – publicado em seu póstumo livro “Bilhões e Bilhões” – 1997

Atos Instintivos 2

jun 26, 2005   //   por Serendipidade   //   Comportamento  //  1 Comentário

BicicletaAs maneiras com que agimos na interação com o meio em que vivemos:

Adaptando – Nós alteramos o propósito e o contexto das coisas para atingir nossos objetivos

Reagindo – Nós interagimos automaticamente com espaços e objetos que encontramos

Respondendo – Algumas qualidades e características nos fazem se comportar de maneiras peculiares

Sinalizando – Nós transmitimos mensagens e lembretes a nós mesmos e a outras pessoas

Aceitando – Nós aprendemos padrões de comportamento de outras pessoas do nosso grupo social e cultural

Explorando – Nós tiramos vantagens de qualidades físicas e mecânicas que conhecemos

Usando – Nós fazemos uso das oportunidades presentes à nossa volta

Comecei com um site paralelo a este para publicações de fotos minhas (ou de quem quiser participar) sobre Atos Instintivos. A idéia é publicar fotos do cotidiano dos Atos Instintivos do Brasileiro, e é baseada no livro Thoughtless Acts, ao qual já fiz referencia aqui.

Este é o link para o site Atos Instintivos

Na barra vertical ao lado, também é possível acessar diretamente daqui deste site e ver uma introdução das fotos mais recentes do álbum.

A expressão através das placas

jun 23, 2005   //   por Serendipidade   //   Comportamento  //  Nenhum comentário

Copyright (c) Colors - Taschen BooksVarios tipos de sinais podem fazer parte de uma maneira de comunicação onde, cada indivíduo humano é bem capaz de traduzir as imagens em uma mensagem. Basicamente é assim:

Imagem + Interpretação Lógica Cognitiva = Mensagem

Essa interpretação parte do princípio que nós sendo vivos e vivendo o cotidiano, somos capazes de fazer associações daquela imagem com alguma experiência anterior na nossas vidas, ou seja, a imagem remete a uma experiência vivida antes.

Isso vale tanto para “imagens FIGURAS”, ou “imagens LETRAS”. Ainda nas letras temos algo mais, uma composição de imagens (palavras) transmitindo a mensagem.

Incrível é ver em alguns casos a incrível capacidade de criação do homem no momento da criação… Como uma placa de trânsito por exemplo, que por muitas vezes podem remeter a algo engraçado, de dupla interpretação ou passar a mensagem desejada. Esses podem ser sinais feitos meio que sem pensar ou por deficiência em algumas disciplinas vitais na comunicação como o alfabetismo ou cultura geral.

Dentro dessa linha, convido vocês a conhecerem um pouco mais do mundo dos sinais transmitidos via PLACAS:

Copyright (c) Colors - Taschen Books

- O Site Signs of Life possui um acervo interessante de placas curiosas pelo mundo.

- O livro 1000 Signs lançado pela Colors Magazine da Benetton, é um livro que tras placas do mundo inteiro reunidas por assunto, como por exemplo: Animais, Homem, Pare, Transporte, etc.

- Já no Brasil, temos o Brasil das Placas lançado pela Editora Abril que trata mais de erros de português ou placas que anunciam um estabelecimento de nome incomum.

A folhinha que te ajuda a lembrar

jun 20, 2005   //   por Serendipidade   //   Serendipidade  //  Nenhum comentário

Post-It (R) 3m.comTudo começou em 1968, quando o dr. Spencer Silver desenvolveu um adesivo de característica singular, que aderia suavemente às superfícies e podia ser facilmente removido e recolocado. Mas foi apenas em 1977, quando o colega de Silver na 3M norte-americana, Art Fry, surgiu com uma grande idéia para a aplicação do tal adesivo em um produto voltado ao consumo. O conceito de um bilhete reposicionável adquiriu vida no dia que Art Fry cantava no coral de sua igreja. Toda vez que ele abria o livro ou mudava de página, sempre caía algum marcador. A partir desta situação, ele resolveu aplicar o adesivo desenvolvido por Spencer Silver em tiras de papel para resolver o seu problema. Mas logo ele percebeu que tinha criado uma nova forma de se comunicar e organizar informações. Pura Serendipidade…

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