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Hora de dormir

mar 9, 2006   //   por Serendipidade   //   Marketing / Negócios  //  Nenhum comentário

— Realidade —

(c) savagechickens.com

Fonte: Savage Chickens by Doug Savage

— Solução —

(c) weblog.garyturner.netApresentações em PowerPoint são terríveis quando mal feitas. Para evitar o sono ou arranjar pretexto para escapar, Gary Turner nos aponta uma solução infalível baseada em sabotagem. Insira o melhor slide de PowerPoint do mundo naquela apresentação chata. (Ao lado)

Ou acompanhe as dicas agrupadas por Michael “Sooper” baseadas nas idéias dos melhores especialistas no assunto.

Medindo a performance e saindo na frente

fev 24, 2006   //   por Serendipidade   //   Marketing / Negócios  //  6 Comentários

Na última vez que falamos de Benchmarking aqui, estávamos explicando o que era o termo e destacando alguns conceitos.

Recebi alguns e-mails pedindo mais detalhes sobre o assunto. Alguns pediam um roteiro ou metodologia de emprego de um estudo desses, e outros perguntavam sobre maneiras de se obter informação de outras empresas.

Na verdade o Benchmark é somente o “Marco de Referência”. Podem ser números ou atividades que queremos confrontar com nossos resultados ou operações. Pegamos nossos indicadores principais (KPIs) e nossas atividades atuais e comparamos o que o mercado produz dando subsídio para decisões e planejamentos estratégicos. A figura abaixo mostra a metodologia passo-a-passo de uma implementação do estudo de benchmarking.

(c) serendipidade.com

A busca por informações não é um processo simples, mas com a internet ficou mais fácil acessar informações de empresas, e este é seguramente o ponto de partida. Depois temos visitas, pesquisas com clientes, entrevistas, acesso a dados normativos ou reguladores de um negócio específico, etc.

Em se falando de medir performance do seu negócio, só a comparação com o mundo externo em uma tabela de indicadores importantes não basta, é necessário fazer acontecer suas operações internas, para isso temos o Balanced Scorecard e outras ferramentas.

Indo mais além, o benchmark reflete um resultado já obtido no presente, é importante olhar o futuro também, como diz o guru de negócios Tom Peters: “Não faça benchmarking, faça futuremarking”.

Consultoria de Marketing

fev 22, 2006   //   por Serendipidade   //   Marketing / Negócios  //  1 Comentário

(c) yotophoto.comEmpresas procuram cada vez mais profissionais de consultoria externos, não somente para ajudar a focalizar melhor os objetivos ou racionalizar a estratégia, mas sobretudo para participar dos projetos em primeira pessoa.

Tudo isso porque a inovação de marketing passa hoje por uma transformação benéfica dos processos operacionais, para permitir otimização de budget e um melhor monitoramento do retorno sobre investimento.

Nesse contexto algumas profissões estão surgindo nos departamentos de Marketing das grandes empresas.

O Trend Watcher
É o papel profissional de quem se ocupa da análise e monitoramento das macrotendências, coordenação de pesquisas, e acompanhamento dos estudos realizados por agências especializadas no assunto como: Iconoculture, The Intelligence Group ou Influxinsights. A análise de tendências é uma função sempre muito complexa e que necessita de competências multidiciplinares.

O Usability Manager
É o profissional que analisa a usabilidade dos projetos de comunicação das companhias e dos próprios produtos e serviços da empresa. Faz um papel de ombudsman que busca confrontar o que foi desenvolvido pela empresa com a demanda real dos clientes. Pode ser um funcionário interno ou um consultor externo. A Microsoft já adotou esse profissional.

O Marketing Content Manager
Realiza o desenho e projeto dos conteúdos de marketing e para o marketing. Também pode ser feito internamente ou através de consultoria.

O Innovation Manager
Profissional responsável pela gestão da equipe de inovação, uma área (departamento) cada vez mais presente nas empresas. Entre os principais processos geridos por esse profissional estão: captação de idéias no mercado e internamente com os funcionários, criar projetos com alternativas de uso ou aplicação de produtos e serviços e adaptar a companhia para uma cultura de inovação e criatividade.

Exemplos nacionais de analistas de tendências aqui, aqui e aqui.

20 questões para desenvolver os seus negócios

fev 16, 2006   //   por Serendipidade   //   Marketing / Negócios  //  2 Comentários

(c) yotophoto.comSam Decker escreveu brilhantemente as perguntas abaixo, e sugere que a cada leitura e resposta seja feita a pergunta “por quê?”. Ele partiu da premissa de mercado atual, onde as empresas, para serem bem sucedidas devem ser voltadas para o cliente e não para produto, e reuniu os principais pontos estratégicos que giram em torno da conquista, satisfação e retenção dos clientes, sempre, é claro, visando o desenvolvimento sustentável dos seus negócios.

Estratégia

1. Quais são seus objetivos de curto e de longo prazo? (qual é o período de tempo considerado)?
2. Como você identifica e mede seu sucesso?
3. Quais são os 3 principais motivos que estão atrapalhando seu sucesso?
4. Qual é a exclusividade que sua empresa possui? O que você possui e que os seus competidores não poderão ou irão copiar?

Finanças

1. Qual é o tamanho e a margem média das suas vendas? Qual é a tendência?
2. Quantos clientes compram por mês? Qual é o mix entre novos e antigos clientes?
3. Quanto o seu cliente vale? Você calculou o Valor Presente Líquido (VPL) dos seus clientes?
4. Qual é o custo para se adquirir novos clientes? (Custo total de Marketing / Novos Clientes).

Marketing

1. Como você se comunica com os clientes depois da primeira compra deles?
2. Qual é o seu gasto mensal em Marketing, e qual é o divisão desse gasto nos diversos veículos de comunicação? Olhando os últimos 3 anos, como é a tendência do gasto com marketing versus as receitas?
3. Como você mensura o seu marketing? Que testes você aplica? Obtém resultados?
4. Qual a diferença entre o seu marketing e o dos seus competidores?

Cliente

1. Quais são os 3 principais itens que os clientes procuram quando visitam sua loja ou website? Como você obtém essa informação?
2. De onde chegam e para onde vão os clientes que visitam sua loja ou website? Como você obtém essa informação?
3. Se eu fosse um cliente, qual seria o recado boca-a-boca de 20 segundos que eu passaria de você para um amigo? O que eu diria de você?
4. Quem é seu concorrente primário? Como você diferencia seu serviço ao cliente, experiência de compra e produtos do que fazem seus concorrentes?

Empregados

1. Quais são as funções / responsabilidades dos principais gestores da companhia? Como elas são transmitidas a eles?
2. Quais são os seus indicadores de performance principais e quão freqüentemente você olha a gestão e seus funcionários?
3. Como seus funcionários são recompensados? Existem incentivos baseados em performance?
4. Quais são as alternativas / planos de carreira oferecidos? Eles são claramente comunicados a seus funcionários?

Monitorando a Blogosfera

fev 15, 2006   //   por Serendipidade   //   Marketing / Negócios  //  2 Comentários

(c) yotophoto.comSegundo a Technorati, mais de 70 mil novos weblogs são criados todos os dias, e mais de 50 mil novos posts são efetuados por hora. Com o universo em expansão de 27,9 milhões de blogs, um novo desafio se faz presente: Filtrar todo esse conteúdo e trazer aquilo que realmente importa.

Os blogs são uma fonte formidável de informações importantes e estratégicas para qualquer negócio. São opiniões, críticas, idéias, complementos e elogios sobre qualquer tipo de produto, serviço ou assunto. O Cluetrain Manifesto nos apresenta mais detalhes dessa tendência.

Por esse motivo, diversas empresas e startups estão se movimentando para tentar trazer soluções inteligentes (e caras) para auxiliar as empresas no acompanhamento das tendências de mercado e da voz dos clientes.

Começando pelas mais baratas, temos o MarcaPop e sua comparação entre duas marcas distintas de produtos ou empresas, confrontando o número de citações em blogs. Depois temos websites como o Opinmind, que separa os posts que falam bem e os que falam mal de determinada palavra chave, e o PubSub com sua ferramenta de monitoramento e aviso quando uma determinada palavra ou frase é citada na blogosfera.

Para uma empresa que queira investir alguns dólares em uma ferramenta mais robusta, existem opções de até 100 mil dólares ao ano. Nessa faixa temos a Biz360 (a partir de 15 mil ao ano), a Cymfony (a partir de 45 mil ao ano) e o Blogpulse (a partir de 75 mil ao ano), entre outras fornecedoras desse tipo de serviço (Umbria, BuzzMetrics, ImpactWatch, etc.)

O top de linha é da IBM, que juntamente com a Factiva, lançaram no final de 2005 o Public Image Monitoring Solution. Uma solução voltada para grandes empresas e que custa mais de 150 mil dólares.

Poder do envolvimento emocional

fev 8, 2006   //   por Serendipidade   //   Marketing / Negócios  //  3 Comentários

(c) yotophoto.comNo Marketing eYe foi apresentada uma história interessante.

Um pedaço de madeira (Matéria Prima) transformado em taco de baseball (Manufatura/Trabalho) foi leiloado por mais de 1 milhão e meio de dólares porque foi o taco usado por Babe Ruth, uma famosa lenda do Baseball, em um jogo histórico.

Ou seja,

Matéria Prima = $
Matéria Prima + Trabalho = $$
Matéria Prima + Trabalho + Uma história/Emoção* = $$$$

* Quanto maior o quociente de impacto da sua história, maior o valor agregado ao seu produto ou negócio.

O seu produto ou serviço tem uma história para contar? Você está contando?

Ou você está simplesmente fazendo propagandas do seu preço ou produto exatamente como seus concorrentes?

Mais ainda, que tal usar o blog como uma ferramenta de criação de um canal interativo e irresistível para atrair e reter seus clientes?

A Mastercard e seus “…não tem preço” não conta sequer uma história, simplesmente aplica o conceito acima diretamente, sempre atrelando algum fato emocionante das nossas vidas.

Números!

fev 7, 2006   //   por Serendipidade   //   Marketing / Negócios  //  1 Comentário

Não obtive os dados 2006 da pesquisa abaixo, mas aí vão algumas observações importantes que garimpei na rede no âmbito dos blogs corporativos.

(c) emarketer.com

Dentro do universo dos 64% que podem vir a anunciar em Blogs ou usá-lo como ferramenta de marketing, temos os seguintes fatos:

- De todos os websites das empresas listadas no S&P 500, apenas 4% delas possuem blogs
(Fonte: eMarketer)

- Apenas 12% dos adultos online lêem blogs regularmente
(Fonte:Forrester Research)

- 22% das empresas estão usando ou planejando usar blogs como ferramentas de marketing
(Fonte:CMO Magazine)

Os dados acima são do mercado Norte Americano.

Os Estados Unidos possuem mais solidez em Blogs Corporativos, e o desejo de participar é grande entre as empresas. Mas a prática demonstra que as empresas tendem a ser conservadoras na adoção de novas práticas, e que estão apenas começando.

Benchmarketing?

fev 3, 2006   //   por Serendipidade   //   Marketing / Negócios  //  4 Comentários

(c) yotophoto.comEm uma reunião de negócios ouvi alguém falar “Benchmarketing”. Uma pena os funcionários de empresas (mesmos as grandes) saberem o contexto correto no uso do termo e não saberem o seu nome.

Benchmarking é um processo contínuo de comparação dos produtos, serviços e práticas empresarias entre os mais fortes concorrentes ou empresas reconhecidas como líderes. É um processo de pesquisa que permite realizar comparações de processos e práticas “companhia-a-companhia” para identificar o melhor do melhor e alcançar um nível de superioridade ou vantagem competitiva.

O termo acima (o verdadeiro) fora do contexto de negócios, eu já vi (ou li) empregado em diversas situações: desde cowboys marcando seus assassinatos em bancos de madeira, até marcador de maré alta/baixa do oceano.

O que importa é ser o “Marco de referência“.

Benchmarking é… Benchmarking não é…
- um processo contínuo - um evento isolado
- uma investigação que fornece informações valiosas - uma investigação que fornece respostas simples e "receitas"
- um processo de aprendizado com outros - cópia, imitação
- um trabalho intensivo, consumidor de tempo, que requer disciplina - rápido e fácil
- uma ferramenta viável a qualquer organização e aplicável a qualquer processo - mais um modismo da administração

Fonte: GuiaRH

Benchmarketing acaba sendo um neologismo usado para nomes de empresas, nomes de gráficos, e mesmo apresentando o significado errado.

Leia o meu post Medindo a Performance e saindo na frente, e aprenda como planejar uma análise de Benchmarking na sua empresa.

Blogs corporativos no Brasil

jan 25, 2006   //   por Serendipidade   //   Marketing / Negócios  //  5 Comentários

(c) Yotophoto.comRecebi recentemente um contato de uma reporter da Revista Exame, que está fazendo uma pesquisa sobre blogs corporativos para uma matéria a ser publicada em breve.

Conforme eu disse neste post anterior, a idéia do que é um blog ainda está amadurecendo no país, e exemplos tupiniquins de blogs corporativos são raros de se encontrar.

Arriscaria dizer que nenhuma grande empresa nacional, ou multinacional presente no país se ocupou dessa novidade em franco crescimento no exterior, principalmente nos Estados Unidos. E é difícil negar que o blog possa agir como um canal de comunicação interativo com o cliente, o seu crescimento é um fato real, bem como o número de pessoas que passam a acessar a Internet dia após dia.

Exemplos nacionais seguem atualmente um nicho muito específico: o micro-empreededorismo, que por sua vez é dividido em duas categorias distintas. São os empreendedores virtuais (especificamente os web 2.0), e pequenas empresas autônomas.

No primeiro subgrupo, temos o exemplo da Camiseteria, e no segundo temos alguns blogs de autores de livros ou palestrantes, blogs jornalísticos dentro ou fora de um veículo de comunicação, e por fim, este blog famoso de um negócio muito antigo, que no fundo não deixa de ser um “blog corporativo”…

4 grandes Mentiras Corporativas

jan 23, 2006   //   por Serendipidade   //   Marketing / Negócios  //  4 Comentários

“O nosso maior patrimonio são nossos funcionários…”
O maior patrimônio não são funcionários, é o capital que foi investido e os lucros das atividades. Funcionários são descartáveis na maioria dos casos, e nem adianta chamá-los de “colaboradores”, porque eles custam.

“Estamos te demitindo mas não é nada pessoal…”
Tudo nesse mundo é pessoal, se a empresa vai mal e precisa cortar gastos, é seu salario que está valendo, como isso não pode ser pessoal? Se não for por isso, é porque alguma coisa contra você é que está em jogo, talvez você não trabalhe direito.

“No mundo corporativo, ser político é saber alinhar as pessoas para alcançar um objetivo empresarial…”
Na verdade, ser político é agradar as pessoas certas para atingir o SEU objetivo pessoal de carreira.

“Nossa empresa investe em projetos sociais porque somos responsaveis socialmente…”
Quando as empresas não fazem isso por obrigação, elas fazem por marketing.

Você conhece mais alguma?

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