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Vida celular

nov 2, 2005   //   por Serendipidade   //   Marketing / Negócios  //  1 Comentário

(c) yotophoto.comO que anda com você o dia todo?
(ou pelo menos a maior parte dele)

No Brasil mais de 170 milhões de pessoas diriam: Calça, bermuda, tênis, chinelo, camiseta, relógio, carteira, mochila, e outros ítens de vestuário e acessórios.

Algum número próximo de 80 milhões de pessoas diriam, além de alguns dos apetrechos acima, que o aparelho celular está junto a maior parte do dia.

Quase metade.

E quando passamos muito tempo com alguma coisa junto com a gente, essa coisa não pode nos incomodar, fazer mal, atrapalhar, ou não trazer nenhum fruto ou benefício. Sendo assim, jogaríamos essa coisa fora.

Se a coisa é uma camiseta que fica espetando ou apertando, tiramos ela fora.

Se a coisa é um chinelo com a cinta arrebentada, tentamos trocar por outro ou consertar.

Se a coisa é um celular com a conta errada, clonado ou sem rede, trocamos de operadora.

Recado:
O cliente deve ser bem tratado. Eles passam o dia todo com o aparelho perto deles, faz parte da vida deles.

O celular presencia o que agrada as pessoas, o que irrita, o que as deixam felizes, o que as deixam tristes, qual a cor preferida, qual a música preferida. Ele precisa estar em harmonia conosco. Trocar de operadora é muito fácil.

O mercado tem muito potencial. As pessoas querem algo que corresponda a cada uma das suas necessidades íntimas. Esse é o mapa da mina.

Embalagem para embalar

out 28, 2005   //   por Serendipidade   //   Marketing / Negócios  //  1 Comentário

(c) serendipidade.comQuem não lê embalagens de produtos? Acho que em um café da manhã sentado à mesa, ao menos 4 em cada 5 pessoas pegam a margarina, o achocolatado, o pacote de torradas ou qualquer outra coisa para ler.

E a embalagem pode embalar as vendas, embalar sonhos de consumo, embalar desejos, embalar a busca por pessoas desaparecidas, ou simplesmente (na sua função básica), embalar o produto.

Quanta coisa podemos contar para nossos consumidores? Milhares. Poesia, utilidade pública, promoções, fatos nutricionais, dicas e outra infinidade de assuntos.

A água mineral Lindoya fez a sua parte. Botou uma foto bonita e despejou uma historinha:

“A Serra da Mantiqueira filtra naturalmente as águas que penetram lentamente em seu subsolo, através das longas e tortuosas fendas de imensa camada de rochas gnaisses, purificando e enriquecendo-as naturalmente de minerais variados, especialmente de bicarbonato de cálcio e magnésio. Afloram à superfície puras e cristalinas e são cuidadosamente captadas tal e qual a natureza as criam.”

Qual é a sua sensação?

Sei que o gosto não era muito bem de água mineral pura. Em todas garrafinhas de água do tipo “feitas para empresas” eu sinto gosto de plástico. Mas a embalagem deve ter enganado quem comprou, tanto pelo formato moderno, quanto pela história.

As reuniões e suas elucubrações

out 26, 2005   //   por Serendipidade   //   Marketing / Negócios  //  Nenhum comentário

(c) yotophoto.comE não é que hoje eu estava em uma reunião com diretores e executivos, e me sai a seguinte frase:

“…é uma faca de dois legumes, é preciso tomar muito cuidado com isso…”

Todo mundo continuou o argumento fazendo suas colocações, e ninguém percebeu. Ou ninguém considerou. Mas o fato é que a frase foi séria no contexto e, portanto, se trata de um erro cometido. Talvez por desconhecimento da expressão, ou por força do hábito que temos às vezes de alterar as palavras para carregar um pouco mais de humor.

Sei que às vezes (como pensa um amigo meu), as pessoas passam tanto tempo da vida no trabalho, escritório ou baia, que parecem começar a confundir o local com a própria casa. O comentário veio logo depois que um sujeito numa baia vizinha, espirrou em alto e bom som (como se estivesse em casa). Meu amigo cumprimentou SAÚDE! em alto e bom som também. E me veio com essa teoria.

Ou quem sabe as reuniões são lugares para se expressar o que se pensa e não absorver quase nada do que se diz. Sou um pouco cético do poder de uma reunião, o efeito está na moral que ela provoca e no fato de que gostamos de nos sentir sempre incluídos, e não no produto final.

Uma verdade é que o número de reuniões que você participa é diretamente proporcional ao cargo que você ocupa. Quanto mais alto o cargo, mais reuniões.

No (sensacional) livro “Odeio Reuniões” de 1983, Stephen Baker nos dá perspectivas interessantes do verdadeiro sentido de uma reunião, apresenta maneiras para torná-las mais interessantes e fecha com dicas especiais para se dar bem em uma.

Acho que no fundo eu não sabia o que eu estava fazendo no meio daquelas pessoas. Mas me diverti comparando os escárnios de Baker com a maneira que as pessoas agem nesse momento subliminar do corporativismo. Precisamos fazer a edição atualizada da video-conferência via IP.

Zona de mediocridade

out 24, 2005   //   por Serendipidade   //   Marketing / Negócios  //  1 Comentário

(c) serendipidade.comQuando tentamos ser bons em todos os âmbitos podemos nos sair mal. Quando eu falei de como não ser ignorante querendo saber de tudo um pouco, eu quis mostrar que devemos nos dedicar a uma pequena parcela de conhecimento. Fazemos isso meio que automático graças a nossos gostos diferentes para assuntos diversos.

E quando for uma empresa? Qual a estratégia a ser seguida?

Observe o triângulo acima. Pode ser um triângulo, um quadrado ou qualquer outro polígono de sua preferência. Cada vértice deve possuir um aspecto positivo que torne os demais contraditórios.

Quem é bom de preço perde em qualidade e tecnologia por ter uma estrutura enxuta e tecnologia modesta. Quem é líder em tecnologia não consegue baixar o preço e a qualidade do serviço pode ser afetado pela novidade. Já o melhor em atendimento ao cliente, não deve ter a última inovação tecnológica e nem preços baixos.

Evitando ficar na “zona de mediocridade”, cada empresa deve traçar sua estratégia e escolher o nicho de mercado no qual quer atuar com mais ênfase. Nada impede querer ser líder em dois aspectos, mas em três é ficar na mediocridade. Antes de decidir é interessante também encontrar a posição dos seus concorrentes.

Ego Marketing

out 20, 2005   //   por Serendipidade   //   Marketing / Negócios  //  1 Comentário

(c) yotophoto.comPelo blog Fabio Seixas, versão txt

“…EGO MARKETING. Aproveitar o ego dos consumidores para divulgar a sua marca ou produto, seja de maneira subliminar, seja através do boca a boca.

Faz bem para o ego destes consumidores mostrar seja-lá-qual-for-a-motivação de usar um produto.

O iPod é só um caso. Pegue por exemplo as pulseiras Live Strong. O que são as pulseiras além de um artigo que serve para mostrar ao próximo o quanto você é socialmente engajado por uma causa, no caso, o combate ao câncer? Tudo bem, as pulseras acabaram virando um artigo mais fashion do que um apoio a uma causa, mas mesmo no conceito fashion a pulseira tem o propósito de alimentar o ego das pessoas que as usam. As pessoas usam as pulseiras porque a sociedade enxergará isso de uma boa forma, seja pela causa, seja por ser uma pessoa na moda.

A moda de roupas é basicamente isso. Dizer para todo mundo que você está atualizado com as últimas tendências. Isso faz bem para o ego.

Outros exemplo bem sucedidos de ego marketing:

  • VW New Beetle – Tenha um e fique charmoso. Faz bem para o ego
  • Orkut – Quem tem mais amigo? Ser popular faz bem para o ego
  • Harley-Davidson – "Eu posso ser um quarentão, mas tenho atitude e isso faz bem para o meu ego"
  • Google – Faça do Google seu companheiro na web e você será o nerd mais bacana do pedaço.
  • Ferrari – "Vejam vocês, eu posso gastar 300 mil dolares em um carro." Ego puro.

Como podemos propor estratégias de ego marketing? Algo para pensar.”

A estratégia é simples. Como prega Seth Godin, basta contar uma história notável, que vale a pena ser repassada (o que ele chama de “Vaca Roxa”). O cliente automaticamente conta outra história pra si mesmo, se engana, se ilude. E está lá o impulso da compra.

Ou então, basta você ter construído uma marca de luxo no mercado. Marcas de luxo atraem pessoas. O mesmo se pode dizer da questão do mito por trás da marca. O mito pode ser nada mais que mais uma história bem contada para o cliente.

Por último, o próprio cliente-ser-humano, que busca reconhecimento na sociedade. Somos sociáveis. Tratamos bem as pessoas para ser bem tratados. Se somos populares, nos sentimos aceitos.

Dos exemplo citados acima 3 em 5 são decorrentes de riqueza. Alguém aí conhece outra maneira de ser aceito que não se baseie (implicita ou explicitamente) em dinheiro? Se sim, quantos saltos você daria até relacionar sua “fama” ao dinheiro?

Irritando seus clientes

out 18, 2005   //   por Serendipidade   //   Marketing / Negócios  //  2 Comentários

(c) yotophoto.comPare tudo! Antes de planejar como agradar o cliente, como atendê-lo melhor ou especular quanto vai custar aquela consultoria para fazer um diagnóstico do seu relacionamento com o cliente, que tal começar com o oposto básico?

Partindo de como NÃO agir com seu cliente é o primeiro passo para melhorar a satisfação do mesmo. Mantenha em mente que a engenharia reversa é válida no relacionamento com clientes. Exercite pensando primeiro naquilo que incomoda você, e não no que diz o guru, um livro ou seu amigo. Você também é cliente.

Simples assim. Esse é o ponto de partida.

Desde a conquista, passando pela compra e terminando na pós-venda, junte os maiores focos de insatisfação no mundo real e virtual e desenvolva…

Maneiras de irritar o cliente

  1. Faça propagandas mentirosas aumentando exageradamente os atributos do seu produto ou serviço, envie centenas de malas-diretas, fique na porta da loja chamando. Mande e-mails todo dia, crie uma página que mostra o ícone de um trabalhador cavando com os dizeres “Em construção”.
  2. Atenda mal e com má vontade sempre. Quando for atender bem, pergunte o tempo todo: “posso ajudar?”, “pois não?”. Se for na internet, forneça poucos dados e provoque erros nas páginas no momento da compra.
  3. Forneça poucas opções de pagamento. Nada pior que aceitar somente dinheiro, os clientes odeiam andar com dinheiro. Não aceite nenhum vale refeição ou alimentação. Online, aceite somente pagamentos via boleto bancário.
  4. Se o produto for entregue no ato da compra, não se preocupe em embrulhar, os clientes vão abrir depois mesmo e você vai gastar papel a toa. Para produtos a serem entregues posteriormente, é fácil, simplesmente atrase a entrega e alegue endereço errado, problemas logísticos ou culpa do trânsito.
  5. Passe o endereço, e-mail e o telefone errado da sua loja. Assim você evita clientes querendo trocar o produto ou reclamar do serviço. Principalmente quando eles descobrirem que a garantia que você deu não se aplica.
  6. Quando eles conseguirem entrar em contato, transfira a responsabilidade para o número máximo de pessoas antes de receber um atendimento decente. E quando isso acontecer, cobre caro pelo serviço ou diga que a garantia já acabou.
  7. [A sua idéia aqui]…

Saiu o resultado da pesquisa Datafolha Top of Mind 2005 (não sei porque insistimos em usar termos importados).

Ela mostrou um pouco mais daquilo que já sabíamos (e não é a toa que as marcas vencedoras são as mais lembradas).

Tudo por dinheiro e um pouquinho de atenção

out 4, 2005   //   por Serendipidade   //   Marketing / Negócios  //  Nenhum comentário

(c) yotophoto.comHoje fiz duas descobertas através do meu leitor RSS. Mas confesso que não foram descobertas, na verdade uma delas só vem confirmar aquilo que as empresas mais fazem – manipular a imprensa. E a outra mostra a falta de assunto da imprensa.

O que está por trás disso tudo? Respondo: O Marketing, a luta por conquistar espaço no mercado e a busca por aumento na receita, isto é, dinheiro.

1) Na primeira, acho que o termo “manipular a imprensa” poderia ser colocado de outra maneira. Seria talvez melhor dizer que a imprensa é que se vende.

Sabemos que lugar para propaganda custa dinheiro, principalmente se você possui um veículo de mídia como internet, TV ou mesmo uma Revista de circulação relativamente ampla.

Nos filmes e na TV, além de trailers e reclames, temos o merchandising incorporado durante a programação normal, na novela, no jornal, nas transmissões de esportes e etc. Estamos habituados com isso e às vezes nem percebemos.

Na Internet estamos vendo um crescimento absurdo de empresas como Google, Yahoo e outras de grande audiência por conta do comércio de propaganda e publicidade nos próprios websites ou através de janelas e programas de recompensas.

Além das propagandas, reclames e merchandising, temos um outro componente de peso que é parente do merchandising: A compra de notícias para veicular os nossos interesses. Aqui chegamos na primeira conclusão: A imprensa vende espaço para noticiar propagandas.

Como exemplo pego aquele que encontrei hoje no leitor RSS. A Blockbuster provavelmente comprou a divulgação da sua nova loja online em pelo menos (até onde vi) três grandes websites de notícias.

Blockbuster inaugura loja virtual – na IDG Now!

Blockbuster passa a vender pela internet no Brasil – na Folha de São Paulo

Blockbuster inicia operação de vendas online – na INFO Online

Sensacional! E me pergunto… e eu queria lá saber dessa notícia? Alguém aqui é acionista da locadora na bolsa de New York? E olha que mesmo com a notícia a ação dela caiu 0,09%. Super.

2) Na segunda, a falta de assunto da imprensa. Com o RSS posso acompanhar quase que paralelamente as diferentes fontes de notícias e posso dizer que ou está faltando agências de notícias no Brasil (todos usam a mesma fonte), ou é um copiando do outro.

A situação piora quando comparamos as notícias do Brasil com aquelas de outros websites internacionais como Wired, Business Week, New Scientist, NewsFactor e por aí vai… A notícia de hoje lá fora é a de amanhã aqui.

A regra é quantidade.

Os dois ítems mostram um descaso com a entrega das notícias e de propaganda, um desinteresse por filtrar melhor as histórias despejadas na gente. Acabamos virando um depósito de textos e imagens supérfluas, manipuladas e irreais.

Pequena atualização:

A revista Época também tinha a Blockbuster em destaque

Melhor livro de negócios do ano

set 20, 2005   //   por Serendipidade   //   Marketing / Negócios  //  1 Comentário

(c) ft.comSaiu a lista dos 6 finalistas para o prêmio de melhor livro de negócios do ano segundo a Financial Times e a Goldman Sachs.

Os juízes do prêmio partiram da premissa de que o livro deveria ser o mais influenciador e prover a melhor aproximação com as questões do mundo dos negócios moderno.

Estou lendo “Freakonomics” e posso dizer que é um livro muito peculiar. Interessante e diferente.

Fonte: Financial Times.

Fidelidade boca-a-boca

set 1, 2005   //   por Serendipidade   //   Marketing / Negócios  //  Nenhum comentário

(c) yotophoto.comNão é difícil entender como a publicidade passada boca-a-boca é várias vezes mais eficiente que um anúncio ou propaganda. Por quê é mais eficiente? É eficiente porque as pessoas dizem a outras pessoas coisas que elas pensam que essas outras pessoas não sabem. Complicado? Nem tanto. Para um bom anúncio boca-a-boca funcionar, você deve dar uma história incrível para as pessoas contarem de modo que se sintam introdutoras de algo novo, diferente, interessante ou fascinante.

“As coisas se propagam de uma maneira viral quando são boas”

Passando sua idéia de uma maneira genial pode trazer muitos benefícios para o seu bolso economizar bastante em campanhas de marketing. Principalmente na Internet, onde o boca-a-boca pode acabar virando um “boca-ao-mouse” através dos e-mails e sites.

(c) womma.orgExiste uma associação que defende e prestigia a publicidade feita por propagação boca-a-boca, é a WOMMA (Word of Mouth Marketing Association). Eles publicaram um interessante blog que busca confrontar exemplos da vida real de publicidades boca-a-boca que desbancam os anúncios televisivos ou de revistas. Um espaço de destaque para anúncios boca-a-boca que fizeram a diferença.

(c) womma.org

O Marketing é uma arma poderosa

ago 29, 2005   //   por Serendipidade   //   Marketing / Negócios  //  2 Comentários

(c) yotophoto.comNo meu post O Paradoxo da Satisfação do Cliente, estávamos discutindo o que é de fato satisfazer um cliente. Vimos que as empresas devem satisfazer na verdade os desejos do cliente e não diretamente só as necessidades.

Num artigo da Business Week, uma pesquisa demonstrou que as companhias estão mudando a maneira de desenvolver seus produtos se preocupando primeiro com as emoções e sentimentos dos clientes antes de botar em prática a criação. Tudo por dois motivos: O primeiro é que a tecnologia entre os competidores num segmento específico já se tornou a mesma, eles precisam se destacar de outra maneira. O Segundo é que as empresas precisam sempre estar renovando a vontade do cliente em continuar consumindo seus produtos, pois esses últimos estão ficando cada vez menos impressionados com tecnologia e mais preocupados com funcionalidades, se isso ou aquilo serve para ele.

Uma outra maneira de vender, além de suprindo os desejos, é persuadindo os clientes a pensarem que eles precisam do seu produto. Como escreveu um dos leitores deste blog: “…marketingui, a maneira de vender o que nao queremos mesmo que digamos que nao queremos…”*SIC.

Muitas vezes o Marketing é algo que nos motiva a comprar um bem ou serviço mesmo quando não precisamos realmente daquilo. A arte de mexer com as emoções do seu cliente.

Dentro desse escopo, vamos explorar o mundo do Marketing de produtos de efeito duvidoso ou de promessas futuramente não cumpridas.

Seth Godin, um dos meus autores de Marketing favoritos, contou hoje em seu blog como o uso da fé e de crendices quando aplicados no marketing tem um poder enorme de convencimento. Já podemos então imaginar uma série de produtos “místicos” vendendo absurdos por causa de um marketing de convencimento baseado em uma historinha bem contada. Ele aponta para um produto particularmente interessante que já é moda nos Estados Unidos e vende muito bem devido a sua história e adoção por parte de personalidades.

Ao ler fiquei imaginando: Quanto tempo vai levar para essa moda chegar no Brasil, o país que mais adora “pseudo-ciências”? Será que vai ser uma nova onda pós-pulseiras da solidariedade?

(c) Lars Klove for The New York TimesEntão conheça os ornamentos que proporcionam o aumento da performance (Performance-Enhancing Jewelry), a última moda entre os jogadores de baseball americanos. São braceletes e colares de nylon com titânio que (segundo seu fabricante) produzem uma descarga elétrica que aumentam a capacidade energética do corpo através do aumento da capacidade energética de cada célula.

Esse é só um dos exemplos mais recentes, mas na TV podemos encontrar uma série desses produtos ditos “especiais”.

É o poder do convencimento do marketing através de uma histórinha muito bem contada, e que quando tange principalmente o ocultismo ou fatos desconhecidos podem levar rebanhos de consumidores a procurar seu produto.

Para finalizar conheça o Wi-Fi Speed Spray, um spray para você usar em volta do seu terminal sem fio da rede Wi-Fi, e que promete aumentar a velocidade de comunicação e melhorar até sua rádio FM. Uma grande mentira, mas muito bem escrita.

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