Visualizando posts de "agosto, 2008"

Férias

ago 28, 2008   //   por Blog Corporativo   //   Blog Corporativo  //  2 Comentários

Nos próximos 20 dias vou me isolar da internet. Estou de férias e preciso muito refrescar a cabeça.

A editora me escreveu ontem dizendo que os livros já chegaram da gráfica. Certamente já estarão nas livrarias até o final dessa semana.

Aproveitem o hiato para se atualizarem e entenderem o cálculo do RSI (retorno sobre investimento) do blog, conteúdo dessa nova edição.

Grande Abraço!

Descanso

ago 28, 2008   //   por Serendipidade   //   Serendipidade  //  2 Comentários

As coisas vêm acontecendo com muita intensidade nos últimos dias, por isso saindo de férias pelos próximos 20 dias. Aos visitantes que postarem comentários ou enviarem emails tenham um pouquinho de paciência pois vou me isolar da internet.

Leia novamente o título do post: não é DESCASO, é DESCANSO! 😉

Enquanto isso fucem bastante pelos arquivos ou tentem a sorte na busca do blog. Aposto que tem algo ali pra vocês.

Abraços a todos!

2a Edição!

ago 26, 2008   //   por Blog Corporativo   //   Blog Corporativo  //  3 Comentários

A 2a. Edição ainda não chegou oficialmente nas livrarias (o livro sai da gráfica dia 28/08) mas já é possível comprar online por uma delas (pré-venda). A Livraria Cultura, por exemplo, já disponibiliza a compra com promessa de entrega em 5 dias úteis.

A capa não mudou pois, como disse em um dos posts anteriores:

A maçã (o mercado – detentor da informação e dos desejos) ainda continua sua saga de tentar se comunicar com as laranjas (as empresas – que fingem que a conversa não é com ela se comportando de forma fechada e azeda, às vezes amarga)

Atenção ao aviso amarelo do canto superior direito da nova capa: “2a EDIÇÃO – Revisada e ampliada“.

Capa Blog Corporativo 2a edição

Benefícios do blog nas pequenas e médias empresas

ago 25, 2008   //   por Blog Corporativo   //   Pequenas Empresas  //  13 Comentários

Continuando meu post anterior, vamos direto ao assunto e explorar os benefícios mais marcantes dos blogs para pequenas e médias empresas (sempre falando do blog aberto ao mercado, não voltado ao público interno da empresa):

Benefícios instantâneos e inerentes:

  • Minha primeira página web – Muitas empresas não possuem website e quando possuem é simples e pouco dinâmico e não oferecem atrativos para que o potencial cliente retorne. O blog será e está sendo a primeira página web de muitos comerciantes.
  • Presença nas ferramentas de busca – O blog ainda é a melhor forma de se colocar melhor em resultados de ferramentas de busca, isso aumenta a visibilidade da empresa e o número de pessoas que acessam esse blog. Lembre-se que tráfego = dinheiro.
  • A Babyslings é uma empresa localizada em Gramado-RS que fabrica e vende carregadores de bebês. Com o blog a empresa recebe um tráfego interessante principalmente por causa das tags utilizadas nos posts. Esse aumento no número de visitas ajuda o tráfego na página principal e, segundo Bettina Lauterbach, que gerencia o blog, o fato de a empresa e o blog focar num nicho de mercado e produto, as oportunidades de venda por meio dessas visitas aparecem aos montes. A empresa tem também uma comunidade no Orkut.

  • Plataforma de relacionamento com o cliente – Além de ser a primeira página web de muitas empresas, o blog é também um o primeiro sistema de gestão do relacionamento com o cliente em muitos casos. Os comentários e toda interação empresa-mercado são mantidos na blog e consistem uma base de informação preciosa sobre seus leitores.

Benefícios ao médio/longo prazo e conectados ao conteúdo:

  • Geração de oportunidades de negócio – A exposição do blog conecta potenciais clientes com a empresa gerando mais oportunidades de venda. Um bom conteúdo alinhado ao seu nicho é a melhor forma de despertar interesse no visitante passageiro e atrair novas visitas.
  • Dominique Machado da Lajedo Casa de Festas e Eventos no Rio de Janeiro-RJ mantém o blog desde maio deste ano e, apesar dos poucos posts feitos e poucos comentários recebidos no blog até agora, ela diz já ter percebido a melhor forma de explorar a ferramenta. Por ter recebido muitos pedidos de orçamento pelo blog (o que já é um benefício e tanto), eles estão ajustando os posts para se adequar a uma nova tendência: o blog de futuros casais. O insight é muito interessante, mas um número de posts um pouco mais agressivo poderá ajudar bastante a acelerar essa nova oportunidade de vender mais serviços.

  • Alavancar o relacionamento com fornecedores e parceiros – O blog pode ajudar a fortalecer o relacionamento com fornecedores bem como pode gerar novas oportunidades de alianças e parcerias estratégicas. Toda empresa tem um pequeno universo de partes interessadas em torno, o blog pode ser o principal conector desse grupo.
  • Quando Roberto Machado da DoceShop buscava fornecedores antes de possuir um blog ele sofria a desvantagem de não poder negociar preços, prazos e quantidades. A empresa, localizada em Ribeirão Preto-SP, recebe em média 4 contatos de fornecedores/parceiros por dia (fábricas, distribuidores, representantes comerciais). A relação se inverteu. Os fornecedores conversam sobre a empresa entre eles e, conscientes da concorrência, já abordam o Roberto com uma proposta que antes era difícil conseguir. Ele vai além: passaram a agenciar novos clientes gratuitamente para esses fornecedores para demonstrar força comercial.

  • Desenvolvimento do produto e/ou serviço – É inevitável que um ou outro cliente vá deixar sua opinião sobre um desses tópicos. Mesmo sendo em baixo volume, não deixarão de ser manifestações reais. A quantidade de comentários recebidos está diretamente ligada ao tráfego do blog, mas não está sozinha: o post inteligente e provocador também atrai comentários.

É importante lembrar que sua empresa não será comentada em outros blogs de forma automática. Antes de ser um blogueiro é preciso ser um leitor de blogs, participar em outros blogs e procurar saber sobre seus concorrentes (mesmo que indiretos ou de uma cidade distante). Ser parte de outras comunidades é garantir que a sua pequena comunidade continue crescendo. Escolha bem seus parceiros e não saia pedindo links, faça com que seus links sejam publicados por merecer.

Sem dedicação não se obtem resultado.

P.S. Se você conhecer mais algum caso que se aplique a um dos pontos acima e quiser dividir fique a vontade.

Papo furado #3 – Criando seu próprio charlatanismo

ago 25, 2008   //   por Serendipidade   //   Comportamento  //  2 Comentários

Ao invés de quebrar as pernas de histórias “mal contadas” como fizemos nos dois primeiros “papos furados“, vamos passar a receita para criar o seu próprio charlatanismo. Por meio desse exemplo podemos educar as pessoas para não sair acreditando em tudo que é dito nesse tão deturpado mundo.

As “dicas” estão resumidas abaixo e são extraídas da tradução do artigo da Skeptical Inquirer obtida aqui.  Essas táticas ilustram as características comuns das pseudociências.

1. Crie um fantasma

O fantasma é uma meta distante que é vendida como possível quando fazemos o esforço certo. Exemplo:  contatar um parente morto numa sessão espírita ou receber a sabedoria do Universo através de um golfinho canalizado e melhorar o jogo de boliche.

2. Arme uma cilada racionalizadora

A cilada racionalizadora é baseada na seguinte premissa: faça a pessoa se comprometer com a causa o mais rápido possível. Isso feito, a natureza do pensamento muda. O coração comprometido não está muito interessado numa avaliação cuidadosa dos méritos do rumo de uma ação, mas sim em provar que está certo.

3. Fabrique uma fonte de credibilidade e sinceridade

Crie um guru, líder, místico, senhor ou outra autoridade genericamente aceitável e poderosa, uma em que as pessoas teriam de ser loucas para não acreditar. Por exemplo, vendedores de fitas subliminares alegam possuir conhecimento especializado e treinamento em campos como o da hipnose.

4. Estabeleça um “granfalloon

Estabeleça um grupo de pessoas que possa seguir esse líder e que, dentro dessa comunidade, defenda os pontos de vista da causa. Use algumas identidades sociais para ajudar como: rituais e símbolos, jargões e crenças que só os membros do grupo entendem e aceitam, informações especializadas, entre outros.

5. Use persuasão autogerada

Uma das mais poderosas táticas para espalhar sua pseudociência identificada por psicólogos sociais é a persuasão autogerada. Quando as pessoas ativamente criam argumentos a favor de uma causa é muito mais provável que elas mudem sua atitude a favor desses argumentos.

6. Construa apelos vívidos

As pessoas se importam com um indivíduo ou uma história singular, e não com um grupo ou uma estatística. Um estudo de caso ou exemplo bem-apresentado pode causar uma impressão duradoura. Veja a vivacidade dessa: alienígenas do espaço examinando os órgãos sexuais de seres humanos.

7. Use a pré-persuasão

Pré-persuasão é quando se define a situação ou o cenário de modo que convençamos sem ter o trabalho de levantar um argumento válido. Estabeleça a natureza da questão (liberdade para acreditar mesmo que existam opositores), crie expectativas (use o fator placebo a seu favor) e demonstre critério (técnicas que comprovem seu argumento e invalide novos argumentos “suspeitos”).

8. Use heurísticas e lugares-comuns com freqüência

Heurísticas são regras condicionais simples do tipo “Se… então…” amplamente aceitas; por exemplo, se algo é mais caro, então deve ser mais valioso. Já os lugares-comuns são crenças amplamente aceitas que servem como base para um apelo; por exemplo, o que é natural é bom e o que é artificial é ruim. Outros exemplos: se é raro é valioso, se todos concordam é verdade, se o texto é longo é válido, entre outros.

9. Ataque os oponentes destruindo seu caráter

Finalmente, você vai querer que a sua pseudociência fique a salvo de ataques externos. Já que a melhor defesa é o ataque, ofereço-lhe o conselho de Cícero: “Se você não tem um bom argumento, ataque o demandante”.

Melhores práticas de transparência em blogs corporativos e mídias sociais

ago 22, 2008   //   por Blog Corporativo   //   Blog Corporativo  //  Nenhum comentário

A Blog Council foi criada no final de 2007 por diversos executivos das maiores companhias blogueiras ao redor do mundo para discutir os problemas, idéias e preocupações em torno do Blog Corporativo usado como estratégia de comunicação. Entre as empresas participantes estão a Intel, Nokia, SAP, GM, Microsoft, P&C, entre outras.

No final de julho eles lançaram a chamada “Declaração de Transparência” (Disclosure Statement). O intuito desse documento é ser um guia de melhores práticas na forma de se posicionar no mercado por meio da comunicação via blogs e outras mídias sociais.

Os temas tratados nesse documento (no momento em que esse post é divulgado) são:

  1. Transparência de identidade
  2. Blogs pessoais/não oficiais
  3. Relacionamento do blogueiro para com o mercado
  4. Recompensa e Incentivos
  5. Transparência no relacionamento entre Agências e Contratante
  6. Flexibilidade criativa

Cada um dos itens apresentam uma série de melhores práticas dentro do assunto coberto pelo mesmo. Um ótimo material para uma empresa que está utilizando ou pretende utilizar qualquer forma de mídia social hoje.

E as pequenas empresas? Benefícios do blog num cenário de baixa audiência (continua…)

ago 21, 2008   //   por Blog Corporativo   //   Blog Corporativo  //  6 Comentários

Estou lendo Groundswell. O conteúdo é muito adequado para ensinar o bê-a-bá da web 2.0 para as empresas e principalmente para os executivos que querem entrar nesse mundo. Essa educação é necessária pois muitos executivos investem em redes sociais e na maioria das vezes não sabem sequer justificar o porquê desse investimento.

Mas a coisa que me incomoda é: na literatura sobre o assunto a grande maioria dos livros falam sempre das e para as grandes empresas. A pequena empresa precisa ler o conteúdo com a mente ainda mais aberta e tentar extrair o que é aplicável para ela.

A realidade é que o contexto para a pequena empresa é diferente, muitas vezes a marca é conhecida somente num bairro de uma cidade qualquer. Ela não possui uma marca conhecida como Nike, Dell ou Havaianas.

Se uma dessas marcas famosas lançam um blog, como é o caso da Fiat que lançou o blog do Linea essa semana, é muito mais provável que chovam comentários e vários leitores assinem o RSS do blog logo nos primeiros dias, mesmo se o blog for ruim. Uma pequena empresa não tem esse benefício. A “força da marca” faz a diferência na audiência inicial e no grau de interesse dos leitores.

No Blog Corporativo Wiki tem uma lista de 161 blogs de pequenas e médias empresas. A maioria é de agências de marketing e comunicação e provedores de serviços de internet e informática, o que é justificável visto que o blog é parte do ganha pão dos mesmos. Poucos são os casos que exploram seu nicho (fora da internet) e se mantém fiel a ele, e esse é o principal desafio.

No caso das pequenas e médias empresas, o nicho é bem pequeno, chegando a amigos e parentes de funcionários. A única forma de atrair mais leitores é manter posts de qualidade e que falem algo com que seus leitores e clientes se identificam (e em alguns casos o assunto pode ser raro e nem crescer tanto em número de leitores). Mesmo assim a escalada para o sucesso da iniciativa será longa e poderá frustar se o objetivo do blog for muito além da realidade. Esse é um dos principais motivos que explica porque tantos blogs dão errado: eles querem conquistar o mundo e não só o relacionamento duradouro com os clientes.

A PME pode ter o benefício de colocar o blog no ar mais facilmente e de forma menos burocrática, mas ela precisará ser ainda mais criativa e dinâmica para manter a chama acesa.

Voltarei no próximo post aos benefícios do blog na pequena e média empresa e vou tentar explorar alguns casos.

"Blogosfera como mídia"

ago 20, 2008   //   por Blog Corporativo   //   Blog Corporativo  //  Nenhum comentário

Leitura indispensável para você, blogueiro, blogueiro corporativo, corporação ou simpatizante.

Blogosfera como mídia” – Post do Wagner Martins sobre sua apresentação no Seminário Info.

Gestão do relacionamento com as empresas

ago 18, 2008   //   por Serendipidade   //   Marketing / Negócios  //  1 Comentário

Este é um post sobre o cliente.

Hoje estava lendo sobre a Fonolo, uma startup americana que criou um conceito de navegação pelos menus dos call centers das grandes empresas com transcrição e tudo. Ao invés de discar manualmente, ouvir e teclar as opções apresentadas (tecle 1 para compras, tecle 2 para vendas, etc.), a Fonolo vai manter toda a árvore de decisão dos principais call centers, você escolhe onde quer ir e assim que a Fonolo chegar naquele menu ela te liga de volta e, de quebra, vai ajudar você catalogar o que foi discutido com texto e mesmo a gravação da conversa.

Nesse ponto eu pensei:

O maior inimigo do atendimento/serviço ao cliente é o dinheiro (ou a falta dele).

Companhias passam a maior parte do tempo pensando em como economizar em atendimento ao invés de pensar em como torná-lo mais lucrativo.

A Fonolo é uma idéia revolucionária para combinar qualidade com custo: diminui o tempo gasto na ligação (custo para a empresa) e coloca quem liga em contato com a pessoa correta mais rápido (ganho para o cliente). Não ficou claro se o serviço tem um custo, mas se as empresas patrocinassem (direcionando parte das economias em chamada), ele poderia ser gratuito.

Mas este não é um post sobre a Fonolo. É um post sobre o cliente.

Estamos entrando na era do Company Relationship Management (CRM) do cliente. O poder está se concentrando cada vez mais nas mãos do consumidor. Isso se casa perfeitamente com a idéia que bloguei aqui no mês passado no post “Entendendo o novo consumidor digital”, onde pela primeira vez falei sobre o Ciclo de Vida das Empresas.

Estou ansioso para ouvir a sua opinião a respeito.

Teorema da economia viral

ago 14, 2008   //   por Serendipidade   //   Criatividade / Inovação  //  4 Comentários

Esse é o teorema de retalhos dos livros abaixo.

Quando lidos individualmente, estes livros trazem muitas idéias que provocam o leitor, faz com que nossa cabeça pense e raciocine sobre o ambiente que nos cerca. Mas quando lemos e refletimos sobre o grupo, temos a impressão que o círculo se fecha. Existem sobreposições e variações dos mesmos (parecidos ou relacionados) temas. Um livro puxa outro.

As conexões são as seguintes:

1O Gene Egoísta (1976) – Dawkins criou o conceito de meme. Unidades ou fragmentos de idéias e pensamentos que habitam nosso cérebro e que tem a capacidade de se autopropagar.

2The Tipping Point (2000) – Pegou um nome e conceito criado por Morton Grodzins nos anos 60 e elaborou um ótimo livro em torno dele. Ali foi definido que quem espalha o vírus das idéias são os conectores, especialistas e os vendedores. Ah, o livro também fala sobre o fator “stickiness” (pegajosidade) das idéias que espalham.

3Made to Stick (2007) – Pelo nome do livro dá até para imaginar que o texto faz referência ao The Tipping Point. Sim, o livro é, de certa forma, dedicado a ele. Os autores desenrolaram uma regra chamada “SUCCES” (Simples, Inesperada, Concreta, Crível, Emocionante e Histórica) para criar idéias e trouxeram o conceito da “maldição do conhecimento” – que a grosso modo diz que quando sabemos algo é difícil explicarmos. Aqui o SUCCES é a máquina processadora de memes e criadora de idéias.

4The Social Atom (2007) – Descreveu as pessoas como átomos os quais seguem padrões. Somos adaptadores, imitadores e cooperadores. A idéia de um tipping point é descrito na forma em que imitamos os outros e causamos uma avalanche de mudanças.

5Predictably Irrational (2008) – Um dos últimos que li e que fecha o cerco. Migrando para a área de economia baseada no comportamento humano, o livro nos traz vários exemplos que abordam diversos temas dentro do assunto. Aversão à perda (evitar riscos), endowment effect (o que possuo é mais valioso), enquadramento (dependendo da forma que contamos uma idéia ela será adotada), são alguns exemplos da economia comportamental.

Perceba como os conectores, especialistas e vendedores (grupo 1) se relacionam com os adaptadores, imitadores e cooperadores (grupo 2) e como o fator pegajosidade (informação) consiste em memes ordenados trocados entre essas partes. O fator irracional provoca a reação desejada.

Como no caso do ovo e da galinha, não sabemos ao certo se o grupo 1 veio antes do 2 ou vice versa. Além disso, o grupo 1 pode ter qualidades do grupo 2 e vice versa também. Mas deixamos separados para fazer a teoria funcionar.

Observe que coloquei o meu livro na transmissão da idéia, mas aqui vale qualquer veículo.

Curiosamente a ordem cronológica de publicação dos livros segue a ordem do ciclo implícito no teorema:

Criar – Transmitir – Receber – ReagirCriar

Tem material o bastante aqui para gerar um outro livro 😉

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