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Elogios ao “Estratégia em Mídias Sociais”

mai 31, 2011   //   por Fabio Cipriani   //   Estratégia em Mídias Sociais  //  4 Comentários

O trabalho para realização do “Estratégia em Mídias Sociais” reuniu diversas entrevistas e contou com a participação de diversos executivos no Brasil e fora dele. Do planejamento até o lançamento do livro foram mais de 3 anos em um longo processo de pesquisa e análise de diversos autores e notícias.

Trabalho no varejo há mais de 30 anos e sou do tempo em que “agradecíamos” aos poucos clientes que reclamavam. Isso porque reclamar era tão difícil e trabalhoso que esses clientes demonstravam uma verdadeira preocupação com a empresa. Elogiar então era praticamente impossível, a não ser que fosse no “boca a boca”. Hoje o mundo mudou drasticamente com a internet, com o consumidor 2.0 e com as redes sociais, seja porque ficou muito mais fácil reclamar, elogiar e postar no Twitter, Orkut e Facebook, seja porque esta nova geração tem “menos constrangimento” de reclamar e se posicionar. O problema é que o impacto torna-se exponencial e incalculável. Por isso, cuidar do que falam de você e de sua empresa nas redes sociais passou a ser tão importante e crucial neste momento e para o futuro. Neste livro, Fábio nos fala desse cuidado, da importância e da força desse canal de comunicação e por que todos devem estar cientes e conectados, pois se você não se cuidar e planejar o seu futuro terá de enfrentar o futuro que vier… e, garanto, não será bom! De forma simples, direta e transparente, você encontrará neste livro os caminhos para se adequar e adequar a sua empresa para essa nova realidade, por isso… corra, você já está atrasado.

HUGO BETHLEM, VICE-PRESIDENTE EXECUTIVO DO GRUPO PÃO DE AÇÚCAR

A simplicidade é uma virtude das mais caras. Parabéns a Cipriani, que nos presenteia com um livro simples sobre um tema tão complexo e cheio do calor da realidade. As redes sociais provocam uma revolução no comportamento, inquietam famílias, empresas e organizações, e só mesmo o tempo poderá revelar o que as conexões digitais nos provocam. O livro de Cipriani tem a sofisticação de um olhar que já parece ter esse distanciamento histórico. É uma leitura de referência e de prazer para todos aqueles que são, direta ou indiretamente, impactados pelas redes sociais.

JOÃO BATISTA CIACO, DIRETOR DE PUBLICIDADE E MARKETING DE RELACIONAMENTO DA FIAT PARA A AMÉRICA LATINA

O novo livro de Fábio Cipriani é um guia sobre como as empresas podem utilizar as mídias sociais de forma estratégica e com bons resultados. É uma espécie de livro de cabeceira para quem quer estar on-line sem deixar de dar atenção a itens importantes como segurança, ética e riscos. Desde que a Web 2.0 surgiu passamos por mudanças de comportamento, consumo e confiança, e o Fábio soube abordar de forma clara essas atualizações, inclusive tratando a comunicação corporativa como um elemento-chave para o sucesso de programas on-line, além de trazer exemplos práticos de ferramentas e cases. Esta obra deve ser um documento de consulta para todas as empresas.

RONALD MINCHEFF, PRESIDENTE DA EDELMAN NO BRASIL

Mais do que um livro sobre mídias sociais, Cipriani faz uma análise apurada das grandes transformações impostas pela nova sociedade digital, sejam elas no campo das relações pessoais ou nas novas oportunidades de fazer negócio pelas empresas. Seu foco é como as empresas podem usar as mídias sociais de forma estratégica. É um conteúdo riquíssimo para estudantes e profissionais de comunicação, marketing e administração corporativa. A nova estrutura de poder entre cliente e fornecedor, a dinâmica e o comportamento desse novo ambiente de negócios, os novos canais de comunicação, tudo isso é amplamente discutido, jogando por terra conceitos antigos que ainda perduram em muitas empresas, que parecem que ainda não entenderam as novas forças da sociedade. Como o próprio Cipriani afirma, ele “pega o touro pelos chifres”, ou seja, ele não teoriza o assunto “mídias sociais”. Sua abordagem é repleta de experiências práticas de mercado, tornando-se uma ferramenta indispensável para todos aqueles que estudam e decidem a respeito de mídias sociais no ambiente corporativo.

MAURO SEGURA, DIRETOR DE MARKETING E COMUNICAÇÃO DA IBM BRASIL

No universo dos pensadores digitais, onde existem muitos geeks e poucos estudiosos, afirmo com muita convicção que Fábio Cipriani faz parte da segunda categoria de pensadores que se debruçam com profundidade sobre o assunto. O primeiro livro dele, lançado em 2006, foi um grande marco na literatura de negócios digitais e inspirou muitos profissionais. Na época, todo time de executivos da área digital da Tecnisa leu e releu o livro Blog corporativo. Nós nos destacamos muito nos últimos anos como uma empresa 2.0, e parte de nosso sucesso creditamos aos  ensinamentos de Cipriani. Ao ler este livro fiquei embebedado novamente com os conceitos, exemplos e, sobretudo, com a leveza como ele discorre. Não há como não ler sem ficar viciado no conteúdo. Será o livro referência dos meus alunos nos próximos semestres.

ROMEO DEON BUSARELLO, PROFESSOR DE MBA E PÓS-GRADUAÇÃO DA ESPM E INPER/IBMEC E DIRETOR DE INTERNET DA TECNISA

Desde o início da humanidade, as pessoas se comunicam. O que mudou nesse período foram os meios, e as mídias sociais intensificaram ainda mais esse processo. O autor conseguiu expressar de forma muito clara e didática essa dinâmica nesse novo meio, tornando a leitura sobre o tema agradável e prazerosa.

FERNANDO MIGRONE, GERENTE DE MARKETING DA NOKIA

Didático, esclarecedor e, acima de tudo, desafiador. O livro ajuda muito a qualquer executivo que queira se preparar para lidar com esse ainda misterioso e intrigante mundo das mídias sociais.

JOSÉ MARQUES DE LIMA, PRESIDENTE DA BB TURISMO

É um livro com o selo de qualidade Cipriani. Claro e didático, sem perder a inspiração mágica de discorrer sobre um tema que ferve nosso sangue hoje: como a sociedade, a economia e as empresas lidam com redes sociais. Em 2004, nossa agência foi a primeira a optar por ter um site em formato de blog. Seríamos outsiders ou visionários para a época? Na sequência, Cipriani lançou o livro Blog corporativo, e este ratificou ainda mais a certeza de que havia todo um mercado para vender ideias e que as empresas poderiam entrar no diálogo das redes de uma forma relevante e próxima de seus clientes. Parabéns, Cipriani, que mais uma vez vislumbra a possibilidade de tornar perene uma história tão recente, o advento das redes sociais. Somos altamente impactados por essa solidariedade que o autor dedica à história – escrever sobre o efêmero e digitalmente revolucionário.

GUSTAVO FORTES, SÓCIO DA AGÊNCIA ESPALHE MARKETING DE GUERRILHA

O Fábio conseguiu reunir em seu novo livro os conceitos fundamentais para quem quer entender melhor o uso das Redes Sociais. Seu livro tem o suporte adequado de pesquisas de mercado e uma forte fundamentação acadêmica, além de ótimas entrevistas com renomados profissionais do mercado. E tudo com um ritmo fluído e uma linguagem leve e agradável, como uma boa conversa no café ou em uma de suas palestras.  Absolutamente indispensável para estudantes e profissionais. Parabéns!

MARCO BARCELLOS, DIRETOR DE MARKETING & RELAÇÕES PÚBLICAS, CISCO SYSTEMS

O mundo dos mundos virtuais sociais

abr 2, 2010   //   por Serendipidade   //   Comportamento  //  1 Comentário

Vivemos em um mundo repleto de outros mundos virtuais onde pessoas se relacionam, conversam, brincam e se divertem. Nesses mesmos mundos pessoas se magoam, se deprimem, brigam, roubam, matam e se matam no mundo virtual e algumas vezes no real. Parece nosso mundo real, é, aliás, um espelho do nosso mundo real. Ser social é inerente ao ser humano.

A tecnologia social que aproxima as pessoas pelo meio virtual também pode afastar as pessoas no mundo real. Hoje já testemunhamos casais de jovens que quando sentam para uma refeição em um restaurante quase não mais se conversam. Cada qual vive imerso em seu smartphone. E o caminho da mudança ainda promete muitos outros impactos na nossa sociedade cada vez mais dependente da tecnologia e da rapidez. Em poucos anos as redes sociais serão como o ar que respiramos? Ou estando em todos os lugares serão como um saco plástico que sufocará e apagará o calor humano?

Não quero parecer catastrofista. Mas não consigo evitar o pensamento uma vez que ainda não vemos um basta no fim do túnel. Vem-me a mente uma palestra do Professor Romeo Busarello, também Diretor de Internet da Tecnisa. Nos primórdios do mundo as pessoas se sentavam em círculos, com o rádio sentaram em U, com a TV formaram uma linha horizontal de frente para ela, com o computador se sentam sozinhas para interagir com o mundo online, e agora que os smartphones entram em cena, temos o mundo na palma da mão. Todas essas formações absorviam nossa atenção, de pessoas, fomos a objetos onde ouvíamos ou víamos pessoas, e voltamos a conversar com as pessoas, só que por meio de uns e zeros, digitalmente.

Lembro-me também do desenho animado Wall-E, da Pixar, com todos aqueles humanos gordinhos e sem mobilidade por causa de décadas vividas confinadas dentro de uma nave espacial nos confins do universo. Cada um no seu computador pessoal. Previsão do futuro?

Privacidade? Com redes sociais acessíveis na palma da mão e a localização via GPS, novas redes sociais começam a surgir com a possibilidade de dizer a todos no mundo virtual qual é a sua exata localização. Somando isso ao seu perfil com dados pessoais e preferências, temos uma ficha completa e em tempo real das pessoas. As implicações são ilimitadas porque no nosso mundo desenvolvemos tecnologia rapidamente, mas o ritmo da ordem, das regras, segue atrasado, em passos lentos e interferentes com a liberdade de expressão.

Talvez não exista motivo para se preocupar. Existem os exageros, mas também podemos considerar que há de haver um balanço. Um bom senso que limita a vida sedentária trazida pela tecnologia com o bem estar da mente e do corpo, exercícios físicos e saúde. Temos que pensar na perpetuidade da raça humana.

Preocupa-me, no entanto, se esse bom senso for o mesmo que aquece o planeta ano após ano, se esse bom senso for o mesmo que aumenta o número de divórcios ano após ano, se for a busca pelo lucro máximo ao invés do ótimo.

Somos atores principais e coadjuvantes de um teatro chamado planeta Terra, aproveite! Aproveite porque parece que o espetáculo está terminando.



Batalha nas midias sociais

nov 16, 2009   //   por Serendipidade   //   Marketing / Negócios  //  3 Comentários

Li uma notícia na Financial Times já há um bom tempo sobre a batalha travada pelas empresas em busca de atenção no mundo das mídias sociais. Porém a busca de atenção em si não era o mais marcante. O que chamou minha atenção foi o insight de que os grandes grupos controladores de marcas poderosas e conglomerados corporativos complexos, já não estavam preocupados em falar com o público em geral por meio das mídias sociais. Os seus produtos ou linhas de produtos é que estão falando mais alto.

Foram citados exemplos da Ford, a qual já partia para criação de comunidades online para cada linha de veículo, e não mais para a marca Ford em si.

É como se fosse uma tentativa de tribalização dos consumidores de determinada “sub-marca” de algo maior e menos próximo do cliente final.

Isso não é novidade. Os próprios clientes já criaram essa segmentação quando decidiram criar a comunidade de fãs da Barbie no Facebook. Isso também já acontecia em divisões geográficas para empresas multinacionais (Twitter da Empresa EUA, Brasil, Itália, etc.).

Com isso, mídias sociais de um produto podem ser mais bem sucedidos que aqueles de marcas. Pior, colocar a presença de uma empresa nesse contexto ganha mais uma variável estratégica para ser analisada quando da decisão de entrar no vasto mundo social online. Junte essa com a identificação de perfis, escolha do canal social online, tática de métricas para medir o sucesso e preparação da equipe para a empreitada, e você tem um belo cenário complexo e traiçoeiro dos mares sociais.

Vida Digital

ago 9, 2009   //   por Serendipidade   //   Serendipidade  //  Nenhum comentário

Ontem a noite estava folheando as páginas da revista Veja dessa semana que fala sobre a vida digital e o quanto ela está mudando o cérebro, os costumes, os comportamentos, etc, etc, etc…

Aí meu irmão me mandou esse vídeo sobre um incêndio em um dormitório de estudantes em Nova Iorque e as evidências que ajudaram encontrar a causa. Ainda bem que nem perdi tempo lendo a reportagem da revista…

Novo conceito pede novos perfis e especialidades

abr 7, 2009   //   por Serendipidade   //   Serendipidade  //  2 Comentários

No post anterior eu disse que se sua empresa quer ser social no contexto da internet, seus funcionários precisam ser sociais dentro do mundo das mídias sociais. Sendo assim, vamos conhecer alguns tipos de trabalho e posições que surgiram nas empresas para cobrir a falta de conhecimento em mídias sociais (links levam às fontes):

Lembrei de uma resenha que fiz sobre o filme Blade Runner nos idos dos tempos dourados de faculdade em São Carlos. Falava da tecnologia e os impactos na economia. Coisas básicas cobrindo a “Mão Invisível” e os ciclos econômicos do Schumpeter. Na precariedade da internet naquela época o trabalho rendeu algumas gotas de suor, mas aprendi. E foi um dos melhores trabalhos que já fiz com uma das menores notas que já tive (thanks minha cara e boring teacher) – mas aprendi.

Aprendi que, sim, muita gente vai perder o emprego na nossa relativa recém-nascida era digital, como é no caso mais recente na editora mais antiga do mundo. E aprendi também que educação e adaptação de métodos de se fazer negócios são as melhores formas de se reverter cada um desses ciclos doloridos, o que nos leva a concluir (tente imaginar o ciclo na sua cabeça) que novos empregos e oportunidades surgirão (vide referência acima).

Bonito.

Volte no tempo e leia outro post sobre inovação relacionado a esse.

Internet é o melhor exemplo de serendipidade

fev 17, 2009   //   por Serendipidade   //   Serendipidade  //  Nenhum comentário

Artigo do Ethevaldo Siqueira publicado no Estadão essa semana indicado a mim pelo @Busarello (obrigado).

[Vou pular a definição do termo - você pode ler aqui do lado direito do blog]

[...] Minha última experiência de serendipidade ocorreu há duas semanas na internet, quando lia meus e-mails. Ao abrir a newsletter diária do site Slashdot.org, me deparei com a notícia da descoberta de uma técnica ultrassofisticada que poderá, talvez, levar à construção de memórias milhões de vezes mais poderosas do que as atuais, capazes de armazenar numa pastilha de alguns milímetros quadrados todo o conteúdo dos 60 milhões de livros da Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos.

A notícia dizia que pesquisadores da Universidade de Stanford, valendo-se de um modelo de holograma quântico, conseguiram armazenar as letras “S” e “U”, sob a forma de dados, codificados a uma taxa de 35 bits por elétron. Se confirmada cientificamente, essa conquista mudará radicalmente a ideia hoje corrente entre os cientistas de que a representação de dados atinge seu limite quando um átomo representa um bit.

Nesse ponto, o que me preocupava era saber o que é holograma quântico. Em minha garimpagem pela rede, logo me deparei com outra notícia de cientistas da Universidade de Maryland que conseguiram transferir informação de um átomo carregado eletricamente para outro, como numa mágica, sem cruzar o espaço de um metro que os separavam. Imagino, então, que um holograma quântico seja uma espécie de teletransporte de partículas menores do que o elétron.

Insatisfeito, prossegui na pesquisa sobre esse tipo de holografia na versão eletrônica da enciclopédia Britannica – que, aliás, nada registra sobre o assunto. Na Wikipedia (em inglês, francês e português) achei diversos artigos interessantes. Finalmente, fui ao Google e encontrei quase 6 mil referências sobre o tema. O melhor artigo que li sobre holograma quântico, no entanto, foi o do professor Renato Sabbatini, da Unicamp, no link.

Essa pesquisa sobre holograma quântico me levou ao site do astronauta norte-americano Edgar Mitchell, o sexto homem a pisar o solo lunar, que estuda o tema há mais de 30 anos. Quando retornava à Terra, Mitchell viu uma luz verde-azulada intensa que cortava o fundo negro do universo. “Aquela visão – conta o astronauta – teve o efeito de um raio que mudou minha cabeça e minha vida para sempre. Desde então, dedico todo o meu tempo e esforço a compreender a natureza metafísica do universo.” (http://www.edmitchellapollo14.com/naturearticle.htm)

O SHOW DA TERRA

O leitor deve conhecer o novo Google Earth, uma ferramenta de busca surpreendente da internet hoje. Associado ao Google Maps, ele faz uma coisa admirável: transforma a Terra em um espetáculo cotidiano. Nunca pensei que um dia pudesse esquadrinhar cada cidade do mundo, aglomerados urbanos, chagas de desmatamento nas maiores florestas, comprovar a poluição marinha, rever a pequena fazenda de café e a vila de Aparecida de Monte Alto, onde passei minha infância.

Com o Google Earth, visitei dezenas de locais interessantes e famosos deste mundo e aprendi nos últimos meses mais geografia do que em todos os cursos formais que já fiz. Mergulhei no fundo dos oceanos, sobrevoei a massa de arranha-céus de Manhattan; visitei a Praça Vermelha, em Moscou; a Étoile, em Paris; o mercado de peixe de Tsukiji, em Tóquio; e o Lago Baikal, na Sibéria.

Com o Google Latitude, disponho de coordenadas terrestres em todos os mapas, o que me permite localizar pessoas via telefone celular ou GPS. O que me assusta é pensar o que será de nossa privacidade?

ENCICLOPÉDIAS

Outra forma deliciosa de serendipidade é navegar em qualquer grande enciclopédia, como a Britannica, a Larousse, a Spasa Calpe e a Wikipedia. Tenho paixão por esses repositórios do conhecimento humano.

Li na semana passada a notícia da descoberta de um pequeno erro da Wikipedia, edição alemã, na biografia do novo ministro da Economia da Alemanha, Von und zu Guttenberg, descendente do famoso inventor da imprensa. Seu nome completo é: Karl Theodor Maria Nikolaus Johann Jacob Philipp Franz Joseph Sylvester Freiherr von und zu Guttenberg. Alguém, contudo, introduziu por brincadeira, depois de Philipp, mais um nome: Wilhelm. O ministro não teve dúvida: comunicou-se logo com os grandes jornais e sites de TV alemães que haviam consultado a Wikipedia e pediu que corrigissem seu nome. E pediu que o chamassem apenas de Karl-Theodor zu Guttenberg.

Sobrevivendo na era do conteúdo infinito

out 27, 2008   //   por Serendipidade   //   Criatividade / Inovação  //  3 Comentários

É uma inundação de informação na rede hoje em dia. Tem horas que olho para minha lista de feeds e imagino que não existe cérebro humano capaz de absorver tamanha quantidade de dados. É aterrador. Por muitas vezes é inevitável não se sentir medíocre, pequeno, ou pior, ignorante.

Existem 3 possíveis atitudes: ou afundamos, ou nadamos, ou construímos um barco.

  • Afundando significa tentar absorver tudo ao mesmo tempo e não sair do buraco. Quando se está num buraco o fluxo de informação entra como uma cachoeira. Bloqueia a saída. Para evoluirmos precisamos transmitir mensagens também. Comece por ignorar parte do exagero, não vai te fazer falta e vai te dar fôlego para reagir.
  • Nadar é algo que gosto de fazer. É navegar na imensidão da informação em busca de títulos interessantes ou mesmo abrir artigos sorteados para ver se o achado oferece um pouco de serendipidade. Não é legal se esticar muito nessa prática porque, apesar de divertida, oferece uma armadilha de viver perdido em sonhos. Na verdade, no sonho de que boas idéias virão sem esforço.
  • Fazer um barco é a melhor opção mas é a mais complicada. Somente a combinação da estratégia correta e ferramentas especializadas podem ajudar nesse caso. Fazer um barco é o que as empresas da web estão tentando fazer hoje em dia para facilitar o trabalho de muitos nadadores e náufragos. Fazer um barco é o que enriqueceu muitos dos grandes nomes da internet hoje. Fazer um barco é a linha que separa aqueles que conseguem bons insights da rede daqueles que apenas a usam como entretenimento. Lembre-se: se você tem um barco você pode cobrar para transportar passageiros.

E então? Qual vai ser a sua escolha?

Nuvem de tags do livro Blog Corporativo

out 23, 2008   //   por Blog Corporativo   //   Blog Corporativo  //  1 Comentário

Fiz um Wordle com o conteúdo completo do meu livro. Vi as palavras blog, empresa, companhia, cliente, marketing, comunicação, internet e funcionários como as mais freqüentes. Acho que o conteúdo está alinhado com o título e o tema.

Tag cloud do Blog Corporativo BY WORDLE.NET

E as pequenas empresas? Benefícios do blog num cenário de baixa audiência (continua…)

ago 21, 2008   //   por Blog Corporativo   //   Blog Corporativo  //  6 Comentários

Estou lendo Groundswell. O conteúdo é muito adequado para ensinar o bê-a-bá da web 2.0 para as empresas e principalmente para os executivos que querem entrar nesse mundo. Essa educação é necessária pois muitos executivos investem em redes sociais e na maioria das vezes não sabem sequer justificar o porquê desse investimento.

Mas a coisa que me incomoda é: na literatura sobre o assunto a grande maioria dos livros falam sempre das e para as grandes empresas. A pequena empresa precisa ler o conteúdo com a mente ainda mais aberta e tentar extrair o que é aplicável para ela.

A realidade é que o contexto para a pequena empresa é diferente, muitas vezes a marca é conhecida somente num bairro de uma cidade qualquer. Ela não possui uma marca conhecida como Nike, Dell ou Havaianas.

Se uma dessas marcas famosas lançam um blog, como é o caso da Fiat que lançou o blog do Linea essa semana, é muito mais provável que chovam comentários e vários leitores assinem o RSS do blog logo nos primeiros dias, mesmo se o blog for ruim. Uma pequena empresa não tem esse benefício. A “força da marca” faz a diferência na audiência inicial e no grau de interesse dos leitores.

No Blog Corporativo Wiki tem uma lista de 161 blogs de pequenas e médias empresas. A maioria é de agências de marketing e comunicação e provedores de serviços de internet e informática, o que é justificável visto que o blog é parte do ganha pão dos mesmos. Poucos são os casos que exploram seu nicho (fora da internet) e se mantém fiel a ele, e esse é o principal desafio.

No caso das pequenas e médias empresas, o nicho é bem pequeno, chegando a amigos e parentes de funcionários. A única forma de atrair mais leitores é manter posts de qualidade e que falem algo com que seus leitores e clientes se identificam (e em alguns casos o assunto pode ser raro e nem crescer tanto em número de leitores). Mesmo assim a escalada para o sucesso da iniciativa será longa e poderá frustar se o objetivo do blog for muito além da realidade. Esse é um dos principais motivos que explica porque tantos blogs dão errado: eles querem conquistar o mundo e não só o relacionamento duradouro com os clientes.

A PME pode ter o benefício de colocar o blog no ar mais facilmente e de forma menos burocrática, mas ela precisará ser ainda mais criativa e dinâmica para manter a chama acesa.

Voltarei no próximo post aos benefícios do blog na pequena e média empresa e vou tentar explorar alguns casos.

E-mail recebido diretamente do passado

jun 28, 2008   //   por Serendipidade   //   Serendipidade  //  2 Comentários

Este é o conteúdo do email que escrevi há 3 anos e recebi na minha caixa de mensagens na última sexta-feira dia 27 de junho de 2008:

The following is an e-mail from the past, composed on Monday, June 27, 2005, and sent via FutureMe.org
- – - – - – - – - – - – - – - – - – - – - – - – - – - -

Dear FutureMe,

Este é um e-mail que foi enviado em 27 de junho de 2005 para você mesmo.

Lembra-se disso?

Não, não lembrava disso. Porque você não me conta o que estava rolando nesse dia? Onde você estava e tal… Pena eu não ter colocado alguma coisa de interessante para que eu pudesse sentir nostalgia, ficar feliz/triste ou mesmo fazer uma comparação banal. Nem pude reviver uma emoção ou um sentimento 2 vezes.

Com base no meu erro, entre no site e mande agora mesmo uma mensagem para o seu futuro. Lembre-se que isso é um link que você está criando, portanto seja mais criativo que eu e mande uma mensagem decente.

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