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Social é centrado em pessoas e não em tecnologia

set 27, 2009   //   por Serendipidade   //   Marketing / Negócios  //  2 Comentários

Estou todo feliz e contente pesquisando o comportamento humano para entender melhor esse tal de ser humano nas relações interpessoais e vida em comunidade.

Quando estava bolando o conceito de CRM Social já dizia que clientes são, antes de mais nada, pessoas. Por isso fiz minha teoria estratégica em torno das pessoas e não em torno da tecnologia, web 2.0, mídias sociais, ou seja lá qual for o nome de qualquer website que promove conexão entre humanos.

Aí vem meu caro amigo Mauricio e me manda esse link perguntando se eu não gostaria de explorar essa idéia no meu novo livro. FUCK THAT! (foi minha reação). Se trata simplesmente de um novo livro americano no forno e que se centrará no Humano 1.0 ao invés de na Web 2.0. Um dos autores trabalha na mesma empresa que eu. E eles tem muito mais acesso a recursos como CMOs e cientistas. De qualquer forma eu recomendo e estarei esperando pela publicação com água na boca, só que eu quero publicar antes deles!

A metodologia de estratégia do meu livro é centrada na idéia de que só entendendo o comportamento e os perfis de usuários online e seus diferentes canais de comunicação que uma empresa consegue trilhar seus caminhos no mundo das mídias sociais.

Enfim. Em breve todos nós teremos muita gente falando nisso! Evviva!

Nova pesquisa apontando os caminhos do CRM Social

set 2, 2009   //   por Blog Corporativo   //   Apresentações/Pesquisas  //  1 Comentário

Acaba de sair mais uma edição da pesquisa da McKinsey sobre o uso de web 2.0 nas empresas: “Como as empresas estão se beneficiando com a web 2.0” (em inglês).

No ano passado ficou evidente a falta de informação sobre o tema pelas empresas. Nesse ano o uso das ferramentas para marketing se consolida ainda mais, bem como o crescimento em outras áreas ligadas ao relacionamento com clientes. E mais, as empresas mais sociais mostraram uma tendência maior de investir nessa “tecnologia social” com mais intensidade na crise em que as empresas enfrentam no momento.

Bom proveito.

The Next Web Conference – Dia #2

abr 16, 2009   //   por Serendipidade   //   Marketing / Negócios  //  Nenhum comentário

5704989Dia movimentado. Muita polêmica, risadas e muitas frases de efeito durante sessões que falaram de Twitter, Twitter e… bom… Twitter também. E nem tinha essa palavra do cartão de Bullsh*t Bingo do evento. Cazzo!

Mas nem só de Twitter se falou, nos outros 5% do tempo diversas novas empresas deram o ar da graça com seus serviços criativos (quem sabe faço um post para falar das que mais gostei), e também tivemos espaço para palavras interessantes como o “Sharecropping” do Matt “WordPress” Mullenweg, que se traduz literalmente para “arrendatário” em português. Não vou me alongar muito sobre sua apresentação, mas entre muitas frases de outros autores/poetas/políticos, ele explicou que o tal do Sharecropping é exatamente o arrendamento praticado pelas redes sociais que cedem espaço para captar nossos dados em troca de nos conectar a amigos. Ele defendeu que “todas redes sociais precisam abrir os dados dos usuários para eles mesmos, assim poderemos fazer o que bem entendermos com a informação que é nossa e de mais ninguém”. Bem falado.

A propósito, a apresentaçao bacana que mencionei ontem é da Prezi, uma das finalistas do concurso de startups daqui da conferência. O Matt também usou essa plataforma. Minha próxima palestra certamente será com ela. Chique demais! Fica a dica.

O Ricardo Baeza-Yates, VP de research do Yahoo! disse que “as pessoas não querem buscar palavras na web, elas querem resolver seus problemas”. E essa é a filosofia por trás do que o Yahoo! está buscando em suas plataformas de busca com o uso da famosa sabedoria das multidões, já discutido aqui no blog.

Jeff Jarvis, o cheerleader da web 2.0, como foi chamado pelo Andrew Keen logo em seguida, promoveu descaradamente e com eficiência o seu novo livro – What Would Google Do? – sua apresentação (já disponível) falou de três coisas que considerei interessante: “O mercado de massa está morto – longa vida à massa dos nichos”, “Vamos ficar conectados às pessoas para sempre, isso vai ter um grande impacto na sociedade” e por fim o seu exercício de Googlelizar tudo, de restaurantes até automóveis (veja a apresentação a partir do slide 13).

5703952Nosso querido anti-cristo, Andrew Keen, falou um pouco daquilo que vai figurar no seu novo livro. A nova era do individualismo. Com o fim da era industrial o produto, agora, somos nós, as pessoas. Mas, para tirar valor disso, precisamos de uma “reinvenção da sociedade” pois “toda mídia tradicional e atual está f*cked”, segundo suas próprias palavras. “Web 2.0 é uma economia inviável e o Twitter vai enterrar de vez essa brincadeira toda introduzindo a nova cultura do indivíduo como marca”. Ele fez tudo isso divagando sobre a bela pintura holandesa de Johannes Vermeer de uma senhorita vestindo azul imortalizada segurando, lendo e completamente imersa nos dizeres de uma carta (o que poderia ser um iPhone nos dias de hoje – segundo Andrew).

Por fim, Chris Sacca, que esteve acompanhando o evento pelo Twitter antes de pousar em Amsterdam pediu para ser entrevistado pelo próprio Andrew no seu momento. Conversa interessante. Uma das figuras chave da campanha online do Obama foi bem claro em uma das suas respostas: “o que diferencia o sucesso do fracasso são os usuários – são eles quem decidem onde colocam você”. Veja outras perguntas/respostas dessa interação.

Por fim, acho que amanhã não vou postar nada sobre o terceiro dia de conferência, estou saindo de férias e de partida para Espanha e Portugal por 15 dias. Quando voltar e se achar conveniente, vou falar um pouco das startups, mas você pode dar uma fuçada aqui.

Social Media University

mar 13, 2009   //   por Serendipidade   //   Marketing / Negócios  //  Nenhum comentário

De vez em quando vemos esses caras que parecem desocupados, mas que na realidade estão prestando um ótimo serviço para o bem geral das mídias sociais e nossa sociedade web. Lee Aase é um deles. Ele montou uma complexa grade curricular para fundar uma Universidade das Mídias Sociais. E é grátis! Como a grande e vassaladora maioria dos serviços web 2.0 que temos hoje disponíveis na rede.

O público alvo são pessoas completamente leigas no assunto que querem aprender o que são Redes Sociais ou como usar Facebook, Twitter, Yammer e mesmo aprender como blogar. O que faz um bem danado visto que tem muita, mas muita gente de fora desse mundo ainda. Melhor ainda se a página tivesse versões em outras línguas para ajudar a doutrina. Mas por enquanto você pode ir treinando seu inglês também…

Como não pode deixar de ser, a própria universidade é também uma comunidade que estimula conversas e colaboração. Tem um wiki, página no Facebook, RSS e seu chanceler está no Twitter. No final, nem só de alunos é feita a escola, mas de professores também.

Apóio a iniciativa. E espero que vocês também apoiem.

6 maneiras de fazer a web 2.0 funcionar na sua empresa

fev 18, 2009   //   por Blog Corporativo   //   Blog Corporativo  //  Nenhum comentário

Artigo da McKinsey Quarterly sobre o tema mais discutido do momento nas rodas de marketeiros. Só que desta vez eles querem falar em tom corporativo e amplo.

Mas não estou linkando o artigo para que vocês apenas se beneficiem do conteúdo. Isso porque tem coisas alí que eu não concordo. Pode ser que eu esteja errado, mas eu não concordo. Se alguém quiser me dar a luz que guia o caminho dos despreparados, sou todo ouvido. Como educação – de novo aquela tecla que sempre falo aqui no blog – ele serve 100%.

Primeiro, na figura sobre as tecnologias web 2.0. Eles classificam RSS na categoria de “Criação de Metadata” – Pergunto: Como?! RSS na minha concepção é uma forma diferente de espalhar seu conteúdo, e não uma forma de metadata que adiciona informação ao conteúdo original. Estou certo? Já que estamos falando de ferramentas de web 2.0, alguém poderia me dizer o que é “Predictions Markets” e “Information Markets”?

Segundo, na frase “While they are inherently disruptive and often challenge an organization and its culture, they are not technically complex to implement. Rather, they are a relatively lightweight overlay to the existing infrastructure and do not necessarily require complex technology integration.” – Ok, condordo que você pode colocar um WordPress de pé em minutos. Mas dizer que web 2.0 é um mero “overlay” é muito 2006. Hoje em dia se fala de integrar os dados mesmo de sites terceiros como Facebook e afins para dentro de casa. Ou você vai querer mesmo manter alguém visitando manualmente as páginas de milhares de perfis para sempre?

Terceiro, as 6 maneiras soam para mim os clássicos exemplos de fatores críticos de sucesso de qualquer projeto de consultoria:

  1. Buy-in dos executivos
  2. Escutar os usuários
  3. Tem que por no processo (e até pagar por isso) senão ninguém usa
  4. E se for pagar, tenha certeza que não é só por isso que você quer que web 2.0 dê certo
  5. Acerte no time
  6. Mantenha o controle dos riscos e estabeleça planos de ação

Cadê a educação dos funcionários em termos de treinamento (awareness!!!).

Diálogo e a Economia de Rede

dez 2, 2008   //   por Serendipidade   //   Marketing / Negócios  //  2 Comentários

Economia de Rede no contexto da Internet A Internet hoje possui inúmeros termos que ajudam explicar nada mais nada menos que a Economia de Rede.

Economia de Rede é a criação de valor por redes sociais em escala global que conectam empresas, governos e principalmente as pessoas que movimentam os mesmos. O combustível que movimenta uma economia de rede são as conversações entre as pessoas, o diálogo. Esse tipo de economia acontece não só na Internet, mas também fora dela no mundo físico.

A figura ao lado demonstra o ambiente que temos hoje traduzido para o contexto da Internet. Entre a economia de rede e o diálogo temos alguns elementos importantes.

Economia da Internet é a economia de rede localizada na rede mundial de computadores.

Mídias Sociais são ferramentas que permitem a formação de discussões entre as pessoas e empresas conectadas na rede. Web 2.0 é a plataforma que sustenta as mídias sociais por meio de blogs, wikis, redes sociais, entre outras aplicações.

Redes Sociais são um dos tipos de ferramentas oferecidas pela plataforma web 2.0 e constitui um dos melhores exemplos de mídia social. Facebook, Orkut e MySpace são os exemplos mais populares de redes sociais.

Comunidades Virtuais são as pequenas tribos formadas dentro de uma rede social, onde pessoas se conectam para conversar sobre os assuntos de seu interesse e descobrir que no final das contas todos temos várias características em comum quando temos objetivos parecidos.

Diálogo é o que permitiu que nós seres humanos formássemos o mundo como ele é hoje, a sua sociedade, economia e essa complexa bola desenhada logo acima.

Faz sentido?

Vamos falar de estratégia e mídias sociais

nov 12, 2008   //   por Serendipidade   //   Marketing / Negócios  //  1 Comentário

Tenho observado no Brasil uma revolução que me agrada os olhos, mas me deixa preocupado.

Desde o lançamento do meu livro em 2006 nunca se falou tanto em mídias sociais como nova forma de agregar valor nas funções tradicionais de uma empresa – Marketing, P&D, Produção, Vendas, Serviço ao cliente, entre outras. Na verdade não só se fala muito sobre o assunto. Existem discussões, defesas, acusações e longas listas de melhores práticas e casos de sucesso.

Mas quase ninguém fala de estratégia da forma que considero adequada. Será que ninguém assistiu Tropa de Elite? ;-)

Muitos dizem que a adoção das mídias sociais é a estratégia. Está errado. A escolha da mídia social adequada é um fator crítico de sucesso, endereçar o público adequado também. As transformações necessárias internamente na cultura e nos processos das empresas para criar um ambiente favorável para operar mídias sociais também devem ocorrer simultaneamente e pedem um planejamento mais detalhado.

A estratégia que defendo engloba todos esses fatores e mais além, ela deve ir de encontro com a estratégia corrente da empresa e deve ter métricas claras que permitam mensurar o valor gerado. E lembrem-se, a estratégia, apesar de ser intimamente ligada aos conceitos militares de derrotar o oponente fazendo o que ele faz de forma melhor, também podem e devem incluir desbravar novos mares. Sendo assim, só imitar modelos bem sucedidos não basta. É preciso ter inovação nesse campo também.

Recentemente acompanhei o IAB forum em Milão na Itália. A apresentação de Marco Vernocchi da Accenture mostrou que a barreira para entrar no mundo das mídias sociais caiu, mas a barreira para o sucesso se ergueu (veja figura). Isso se dá, principalmente, porque o nível de informação aumentou, todo mundo está oferecendo soluções de mídias sociais (concorrência), e muitas empresas estão embarcando nessa para não ficar de fora, sem um real propósito, sem uma real estratégia.

Ah, e lembre-se também: “Um objetivo sem planejamento é só um desejo”* Mas planejamento já é outro assunto. É importante, mas estratégia vem primeiro.

* frase de Larry Elder

Workshop PR 2.0

out 28, 2008   //   por Blog Corporativo   //   Blog Corporativo  //  Nenhum comentário

Manoel Fernandes, publisher da revista BITES, me mandou um email divulgando o Workshop PR 2.0. Como é assunto de interesse de muitos leitores desse blog, repasso o recado:

Dia 11 de novembro, BITES faz o primeiro Workshop sobre como as agências de comunicação e assessores de imprensa podem utilizar a web 2.0 no seu dia-a-dia para melhorar a exposição dos clientes no mundo digital. Durante oito horas, no Centro Britânico, em São Paulo, teremos uma apresentação desse mundo por Marcelo Coutinho (Ibope Inteligência), vamos discutir cases com Edney de Souza (Interney.net), Gustavo Reis (Tecnisa) e Marco Barcellos (Cisco) e entender como colocar tudo isso na prática com Marcos de Souza Aranha (iChimps) e Alessandro Barbosa Lima (E-Life).

Mais informações aqui.

E as pequenas empresas? Benefícios do blog num cenário de baixa audiência (continua…)

ago 21, 2008   //   por Blog Corporativo   //   Blog Corporativo  //  6 Comentários

Estou lendo Groundswell. O conteúdo é muito adequado para ensinar o bê-a-bá da web 2.0 para as empresas e principalmente para os executivos que querem entrar nesse mundo. Essa educação é necessária pois muitos executivos investem em redes sociais e na maioria das vezes não sabem sequer justificar o porquê desse investimento.

Mas a coisa que me incomoda é: na literatura sobre o assunto a grande maioria dos livros falam sempre das e para as grandes empresas. A pequena empresa precisa ler o conteúdo com a mente ainda mais aberta e tentar extrair o que é aplicável para ela.

A realidade é que o contexto para a pequena empresa é diferente, muitas vezes a marca é conhecida somente num bairro de uma cidade qualquer. Ela não possui uma marca conhecida como Nike, Dell ou Havaianas.

Se uma dessas marcas famosas lançam um blog, como é o caso da Fiat que lançou o blog do Linea essa semana, é muito mais provável que chovam comentários e vários leitores assinem o RSS do blog logo nos primeiros dias, mesmo se o blog for ruim. Uma pequena empresa não tem esse benefício. A “força da marca” faz a diferência na audiência inicial e no grau de interesse dos leitores.

No Blog Corporativo Wiki tem uma lista de 161 blogs de pequenas e médias empresas. A maioria é de agências de marketing e comunicação e provedores de serviços de internet e informática, o que é justificável visto que o blog é parte do ganha pão dos mesmos. Poucos são os casos que exploram seu nicho (fora da internet) e se mantém fiel a ele, e esse é o principal desafio.

No caso das pequenas e médias empresas, o nicho é bem pequeno, chegando a amigos e parentes de funcionários. A única forma de atrair mais leitores é manter posts de qualidade e que falem algo com que seus leitores e clientes se identificam (e em alguns casos o assunto pode ser raro e nem crescer tanto em número de leitores). Mesmo assim a escalada para o sucesso da iniciativa será longa e poderá frustar se o objetivo do blog for muito além da realidade. Esse é um dos principais motivos que explica porque tantos blogs dão errado: eles querem conquistar o mundo e não só o relacionamento duradouro com os clientes.

A PME pode ter o benefício de colocar o blog no ar mais facilmente e de forma menos burocrática, mas ela precisará ser ainda mais criativa e dinâmica para manter a chama acesa.

Voltarei no próximo post aos benefícios do blog na pequena e média empresa e vou tentar explorar alguns casos.

Quer ser uma empresa social? Comporte-se como tal!

ago 8, 2008   //   por Serendipidade   //   Marketing / Negócios  //  Nenhum comentário

1035599_have_a_seat @ stock.xchngHoje em dia todas as empresas tem vontade de ser uma empresa social.  Elas querem abraçar de vez os seus clientes de uma forma amigável, dando um rosto e uma mão amiga, trocando insights, gerando conhecimento juntos, espalhando as novidades, educando, etc, etc. Mas a grande questão é: sua empresa está preparada para viver a vida em comunidade com seus clientes?

A pergunta acima vem sendo levantada cada vez mais pelos profissionais de marketing e relações públicas (e por mim também). Na vida da web 2.0 ou dos blogs, ou das comunidades virtuais só devem entrar as empresas que querem passar um tempo junto com seus clientes e potenciais clientes, e a linguagem deve ser de um ser humano para outro.

Por que a pergunta acima faz sentido?

Encontrei uma resposta no livro Predictably Irrational de Dan Ariely. Uma pequena seção do livro fala sobre Normas de Mercado e Normas Sociais.

Normas de Mercado é quando dinheiro entra na jogada. É o relacionamento comercial entre um cliente e uma empresa: pagar por algo significa receber um produto que corresponda ao preço dentro da nossa noção de mercado, deixar de pagar uma conta vencida significa pagar uma multa.

Normas Sociais é quando não temos dinheiro envolvido mas sim favores, brindes, mimos ou pura solidariedade. Quando pedimos e recebemos ajuda de estranhos na rua, por exemplo, não é esperado que paguemos em dinheiro, um obrigado ou um café pago basta.

No entando, se misturamos as bolas temos problemas.

Se depois de comer aquela ceia especial de Natal preparado pela sua sogra (social), você pegar sua carteira e perguntar: “quanto é que eu devo?” (mercado), isso seguramente pode contrariar a família da sua pretendente, mas se você der uma garrafa de vinho não.

Se sua empresa trata os clientes amigavelmente, envia presentes e coisa e tal, mantendo um relacionamento social com seus clientes (social), na primeira pisada no calo desse cliente (a cobrança de uma taxa inesperada porém justa e dispensável, por exemplo) – (mercado), ele vai botar a boca no mundo buzinando o quão injusto sua empresa e suas taxas são.

O recado é que se sua empresa quer agir de forma transparente e sociável, seus processos por trás desse relacionamento devem estar preparados para evitar conflitos com as normas de mercado.

Pense nisso.

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