Ajuda self-service

nov 24, 2005   //   por Serendipidade   //   Comportamento  //  Nenhum comentário

(c) yotophoto.comNão sou leitor de livros de auto-ajuda, mas de tanto se falar no livro do Stephen Covey (Os 7 habitos das pessoas altamente eficazes), acabei comprando um exemplar.

Começo a repensar os benefícios que livros de auto-ajuda podem introduzir na vida do leitor. No exemplo dos 7 habitos, o livro não deixa de ter algumas lições interessantes ou explicações simples para assuntos nebulosos, possui um infográfico bonito sobre dependência e interdependência.

Mas o livro é grande, chato (faz mais de 6 meses que comprei e apenas passei da metade) e possui algumas passagens esquisitas como quando o autor comenta sobre uma das lições de vida que passou com sua família. Nela, ele nos conta que na sala de jantar possui um quadro na parede com a missão da família. Que tipo de pessoa coloca um quadro com a missão da família na parede? Um executivo bitolado? Não sei…

Livros de auto-ajuda se parecem com experiências científicas onde se tentam combinar dois compostos em um só. Ou sou eu que não entendo o valor deles e sou infeliz, ou eles que são banais demais para serem lidos.

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Pais brilhantes, filhos ofuscantes
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Já falei para meus amigos, qualquer hora eu vou escrever um para ganhar dinheiro. Nesse ponto eu respeito os autores desse gênero literário, eles são bons contadores de história.

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