O YouTube paga algo pelos seus vídeos?
Não?
Então conheça o primeiro web 2.0 a pagar pelos vídeos que você prepara. O Tripr.TV.
Segundo o CEO da empresa “seremos o YouTube dos hotéis!”.
A idéia é a seguinte:
1 – você faz um vídeo de um hotel que você se hospedou e dá sua opinião sobre o mesmo,
2 – você sobe o vídeo na Tripr.TV,
3 – seu vídeo rende uma reserva naquele hotel,
4 – você ganha dinheiro por isso.
Quem disse que a web 2.0 deve ser rentável só para os criadores?
Mas e se começarem a enviar vídeos assim? Se vender eles vão pagar? Nem vão publicar? Onde vai parar a liberdade de expressão?
Dormir ajuda "resetar" o cérebro
É possível dormir menos e manter o ritmo de trabalho diariamente?
Recentemente li em alguma revista uma reportagem com presidentes de diversas empresas. A grande maioria dormia pouquíssimas horas por noite, chegando em até 4 horas por noite, mantendo a disposição para o trabalho no dia seguinte. Seria essa situação condicionável ao nosso corpo? É uma questão de treino?
Popularmente os cientistas afirmam que o nosso cérebro passa o dia aprendendo e que a noite ele continua trabalhando para fixar melhor o que foi absorvido durante o dia. A habilidade do cérebro de mudar conforme estímulos externos (chamada plasticidade) está no centro do aprendizado e foi o tema para uma pesquisa divulgada ontem.
Nela, os cientistas da Universidade de Wisconsin-Madison anunciaram que o cérebro precisa, na verdade, de sono para descansar e ser capaz de continuar se transformando com as ligações sinápticas no dia seguinte. Em outras palavras, o cérebro cansa, e precisa descansar para trabalhar 100%, e isso pode se dar a qualquer momento durante o dia dependendo da carga de trabalho exigida.
Nosso corpo cansa, os músculos cansam, porque não a cabeça? Mas a pergunta que fica é: teria algumas pessoas a capacidade de descansar esses neurônios mais rápido que outras? Ou devem os executivos pensar seriamente em dormir um pouquinho mais pelo bem geral do seu corpo?
Estudo aponta: Empresas começam a confiar na web 2.0
A ChangeWave divulgou uma pesquisa com os seguintes resultado (leia o restante na pesquisa):
- 24% dos entrevistados disseram que a sua empresa já utiliza a Web 2.0. Outros 8% disseram que irão começar usar nos próximos 12 meses.
- Olhando as tecnologias, encontramos que wikis (20%), blogs (18%) e social networking (15%) são os preferidos.
- De forma surpreendente encontramos que os usuários atuais de wiki o consideram a ferramenta mais benéfica dentre as 2.0 para sua própria companhia. Porém, futuros usuários acham que blogs (26%) e social networks (21%) trarão os melhores benefícios.
Fonte: IDG Espanha
Preciso postar algo no meu blog
Essa frase acima não é meio besta? Se vc somar o “… é que ultimamente ando meio ocupado…” fica mais besta ainda…
Tenho visto vários blogs e blogueiros se incomodando com o fato de que não postaram nada nos últimos dias e estão lamuriando on-line essa ausência. Eu também sou bobo porque já devo ter escrito aqui alguma coisa desse gênero.
Se tanta gente não considera o blog uma ferramenta bacana de comunicação, o que dizer do sentimento compulsório de que TEMOS que postar alguma coisa? Soa estranho para quem não dá a mínima para blogs e até para quem dá a máxima. O blog, além de incutir diversas experiências novas nas nossas vidas, também nos torna escravos. Ficamos presos a essa necessidade “inata” de escrever algo.
Algumas vezes tenho a sensação de que não é necessário se justificar. Apenas faça seu trabalho bem e bem feito.
Nova definição de Marketing
Os auto-nomeados “donos” do Marketing mudaram a sua definição dentro do dicionário deles:
Antes era
“Marketing is an organizational function and a set of processes for creating, communicating, and delivering value to customers and for managing customer relationships in ways that benefit the organization and its stakeholders.”Agora fica
“Marketing is the activity, set of institutions, and processes for creating, communicating, delivering, and exchanging offerings that have value for customers, clients, partners, and society at large.”
O Gilberto do blog Techboogie (minha fonte) fez algumas observações interessantes sobre as mudanças.
Na minha concepção, se o Marketing não é algo que se nasça sabendo e, portanto, temos que aprender, e levando em consideração que a linguagem é muito mais complicada que o conceito de Marketing e é desenvolvida do nada, eu posso chegar a defender a idéia de que o instinto de se auto-promover ou promover algo para garantir sua subsistência (veja o post sobre fofocas) pode ser percebido como Marketing por qualquer pessoa. Entre outras palavras: “Existem mil maneiras de se definir o marketing (acadêmicas, superficiais, precisas ou não), invente a sua”.
Será que existe um gene que proporciona sermos mais ou menos propensos a conhecer o Marketing e saber utilizá-lo corretamente?
Blogueiro jornalista e seu perfil (na Europa)
Na Universidade de Málaga na espanha foi feita uma pesquisa para levantar o perfil do jornalista que mantém um blog. Via blog Intermezzo, veja os principais pontos:
- 75% tem menos de 40 anos.
- 3 em cada 4 entrevistados consideram que praticam jornalismo de opinião através do blog.
- 61,9% acredita que a maior conquista de seu blog foi falar com a audiência.
- 52,4% alegou ter uma liberdade editorial que não tem no meio para o qual trabalha.
- 63% recebe comentários ofensivos.
- 40% já recebeu ofertas de trabalho através do blog.
- 63% não se preocupa com a questão do copyright.
- 35% sabe que em alguna ocasião plagiaram conteúdos de seu blog.
Em negrito o resultado da essência dos blogs: abrir espaço para a audiência (a audiência sabe disso).
Propaganda contextual
Propagandas cada vez mais direcionadas de forma eficiente foi um dos temas que tratei no post anterior, enquanto usava minha bola de cristal para adivinhar as tendências de tecnologia em 2008. Então eu vi a propaganda acidental da Iomega no website de notícias SMH (não consegui achar a notícia lá). Mas talvez ainda haja esperanças para 2008…
O artigo, de junho de 2007, é sobre um bebê que morreu por conseqüência de queimaduras em um incêndio e a propaganda da Iomega diz: “Queime neném. Queime!”
Bizarro…
Fonte: Adrants
Comunidades no infinito, vida plugada e CRM
2008 vai ser o ano da explosão social. Em 2008 o número de websites com foco em nichos e pequenas comunidades de “like-minded people” vai alcançar topos maiores, e acredito sériamente que poderá crescer ainda mais tendo em vista o crescimento vegetativo da internet e o oportunismo automático que isso tudo pode gerar em terceiros.
Eu vivi boa parte da minha vida sem Internet. As comunidades não são essenciais para o crescimento de uma pessoa, mas interferem na evolução humana muito mais do que imaginamos. Aceleram o processo, talvez exageradamente. Pesquisas são muito mais fáceis de executar, as pessoas estão mais conectadas às fontes de informação ou outras pessoas. O acesso por mera curiosidade de um novo internauta alimenta uma indústria de propaganda de tamanhos inimagináveis. E essa propaganda, ao menos em celulares, em 2008, estará mais direcionada e relevante. De fato o rumo agora é estarmos conectados a esse mundão virtual mesmo quando estivermos nas ruas. O 3G bate na porta dos brasileiros com força em breve.
A busca pela velocidade de acesso à Internet já não é mais o foco das discussões. Agora a onda será discutir quanto dessa velocidade o cliente está afim de pagar ou mesmo necessita ter, porque a partir de um certo ponto não será necessário ter 100M ou 2Gbits/s, nessas velocidades você já estará assistindo HDTV, ouvindo um stream de música, acessando websites e ainda terá muita banda de folga… passa a ser estranha a relação que vamos ter com a Internet.
Enquanto esse mundo anda acelerado, as empresas continuam com seus “currais departamentalizados” com foco no produto ou na oferta e não no cliente. Melhor ainda, com foco no umbigo. Na onda de fusões e aquisições sobrará espaço para as consultorias nadarem de braçadas porque na compra de uma empresa gasta-se muito, dependendo no nível de dívida da empresa comprada gasta-se mais. E em CRM, menos. Daí o cliente recebe 3 faturas, uma para telefone, uma para TV a cabo e uma para Internet e não consegue, dentro da sua capacidade de raciocínio, entender porque uma empresa única (chamada elegantemente de “Triple-Play“) não consegue ter uma fatura única e um call center para reclamar único.
Com eletrônicos cada vez mais presentes dentro de nossas casas, TV digital com DVR que consome muito mais que aquele mero conversor UHF/VHF, cable modems, carregadores de celular e até mesmo SERVIDORES, haja apagão para dar conta. Os recursos naturais serão suficientes? Temos a energia nuclear, que é mais limpa que imaginamos e bastante disponível, mas ninguem acredita nisso. Eles dizem: “É melhor emitir carbono das usinas de carvão, ninguém morre com acidentes nucleares…” (mas essas usinas emitem mais radiação na atmosfera que uma usina nuclear).
Haja planeta para aguentar…
Primeiro do ano… reflexão sobre ser blogueiro e sobreviver na selva
Vamos pensar na palavra “monetização” e traduzir o que ela significa para o universo dos blogs: oportunidade!
Pela primeira vez, desde o lançamento do meu livro em Maio de 2006, a minha renda mensal correspondente aos anúncios nos meus blogs passou a renda mensal de direitos autorais do livro. Intrigante. Ainda quando pensamos que é natural a renda de direitos autorais diminuir proporcionalmente ao tempo passado pós-publicação, esse ano minha renda foi constante o suficiente para comparar com a renda dos anúncios.
Trocando em miúdos: escrever um blog pode ser mais rentável que escrever um livro.
Lógico que o apelo intelectual do livro ainda é superior, mas como alimento pra cabeça nunca vai matar a fome de ninguém*, talvez blogar suas idéias ao invés de escrever um artigo traga mais resultados. Para aqueles blogs que não aproveitam o espaço aberto pelas empresas para divulgar anúncios ainda resta uma esperança: além da receita de anúncios ter passado a receita do meu livro, o número de leitores do meu blog é bem superior ao número de livros vendidos.
* Valeu Legião Urbana!
Crowdsourcing na pele
Pra quem pensa que eu fiquei os últimos 3 meses coçando enquanto aguardava minha vinda pro velho continente, queria dizer que as coisas não são bem assim.
Momentaneamente me veio à mente um episódio da minha pré-adolescência onde uma professora do colégio me instruia que em redações não devemos usar a palavra “coisa”. Engraçado como fixamos lembranças desse tipo
Voltando para a terra.
Algum tempo atrás mencionei o Crowdspirit e que eu fazia parte da equipe de beta-testers da bagaça. Pois então. Há dois meses estou envolvido na construção do primeiro produto eletrônico produzido inteiramente por uma comunidade virtual. Dentro da comunidade estou liderando a frente de marketing e acabo de publicar internamente o rascunho daquele que será o plano de marketing do nosso primeiro produto, com direito a SWOT, 4Ps e tudo.
Ainda falta muito trabalho até o lançamento do nosso Calendário Digital para pendurar na parede! Sim, esse é o produto. Nesse meio tempo estou tendo uma ótima experiência conhecendo novas pessoas do mundo todo e tendo a oportunidade de sentir na pele o que é Crowdsourcing e como funciona a dinâmica das interações entre membros de uma equipe voluntária.
Não sei como vão me pagar ainda. Por enquanto estou mais preocupado em aprender novos conceitos. Mas se quiserem me pagar com stock options eu to dentraço. Não sou massagista, mas quem sabe eu ganho uns milhões no futuro…
Quem estiver afim de ajudar é bem-vindo. Mas primeiro é preciso pedir acesso, veja no website como ajudar.




