Micronações
O link para minha descoberta foi: Baarle-Hertog (uma cidade intrigante que pretendo visitar) – BoingBoing (falando sobre a cidade)- BLDGBLOG (a fonte de informação do BoingBoing)- Amazon (link para um guia de viagem para Micronações). A partir de então havia entrado em contato pela primeira vez com o conceito de Micronacionalismo.
Na Wikipédia tem bastante texto e uma lista das Micronações existentes para você entender esse mundo povoado de nações interessantes, insanas, divertidas e sem nenhum nexo.
Resumindo, a coisa é mais ou menos assim: qualquer um pode criar uma nação com leis, governo, bandeira, moeda, língua, time de futebol ou qualquer outro item presente em uma nação real. A Micronação pode ter território na Terra, em outro planeta ou ser apenas um website. Coisa de louco? Não, é só mais uma forma de conhecer gente e formar comunidades, a diferença é que essa aí é muito mais antiga que a web 2.0.
A mais famosa delas provavelmente é o Principado de Sealand, que tem empresa operando, website e território (foto). Como o lugar não pode ser tecnicamente vendido, os seus governantes estão querendo vender a custódia da Micronação, o ThePirateBay já demonstrou interesse em comprar a ilha para fugir das gravadoras e processos de direitos autorais.





Tem duas histórias bacanas aí: a última frase é uma notícia dentro da notícia. Foi o q me fez ficar pensando aqui… é algo q qq ser com um cérebro entre as orelhas pensa um dia… sobre todos os negócios que iniciaram como algo ilegal ou pirata desde o colonialismo europeu.
Tb estava imaginando se a TV Globo sempre pagou direitos autorais ao usar a trilha de Vanishing Point na vinheta do Globo Repórter.
Eu já tive um certificado de cidadania de Waveland. Na época, quem quisesse poderia solicitar até um passaporte.Inclusive teve um “conterrâneo” que o apresentou ao entrar na França e o cara da imigração carimbou o passaporte como se fosse oficial!
Opa, e olha só… ainda existe!
http://www.waveland.org/
Abraços!