Visualizando posts com a tag " Imprensa"

Update de status do livro Blog Corporativo

jul 14, 2006   //   por Serendipidade   //   Serendipidade  //  Nenhum comentário

Paralelo a este blog, algumas coisas têm acontecido no lado do livro Blog Corporativo e o seu blog. Estou fazendo este post para divulgar recentes movimentações na mídia que o livro presenciou.

Em breve também na revista B2B Magazine, Revista Webdesign e Revista PC World.

Para mais informações, visite a página de Imprensa do Livro.

Blogs, mídias, medos e sonhos

mai 17, 2006   //   por Serendipidade   //   Comportamento  //  5 Comentários

yotophoto.comO Blog de Guerrilha me indicou uma reportagem da Folha entitulada A pornografia da opinião – Saturação de informações, ausência de visão totalizadora e dependência das velhas mídias põem em xeque expansão dos blogs nos EUA.

Oras, o que mais parece essa reportagem senão uma afronta da mídia contra os blogs? A imprensa tem medo de que os blogs assumam o principal meio de divulgação de notícias. Ao mesmo tempo o autor nos remete a pensar que “Um New York Times será sempre um New York Times“. Se eles estão certos disso, porque escrever sobre isso? Quando algo não nos preocupa, ignoramos.

[...]o destino triste do “blogging”: ele torna o mundo ainda mais fugidio do que faz o jornalismo. Atrelado ao ciclo interminável das notícias e à necessidade de acrescentar texto a seus blogs quatro ou cinco vezes por dia, cinco dias por semana, o “blogging” se torna o que a cultura literária já teve de mais próximo da obsolescência instantânea.[...]

Aqui acontece aquilo que blogueiros inexperientes podem enfrentar: sentir-se obrigado a escrever muito porque os leitores pedem mais. Acredito que se queremos deixar nossa marca como pensadores ou projetistas de novas idéias, não podemos pensar no estrelismo, na busca pela fama via blogs, mas sim no retorno intelectual que a escrita de posts pode nos proporcionar. O blog é, sim, uma escola.

A reportagem nos leva a concluir que o problema (ou a ignorância) está nos leitores assíduos, que estão promovendo os blogs como a maior sensação do momento, quando na verdade existem outras coisas na vida. Eu faço o meu melhor para trazer informação “serendipitosa”, mas dizer que quero ser o mainstream, não passa de um engano. O que eu escrevo muitas vezes não existe na mídia, muitas vezes cheia de parcialidades e anseios políticos. O que eu escrevo são minhas idéias, e a internet por meio dos blogs ajudam no compartilhamento dessa riqueza tão carente no nosso país.

Vivo para a frente. Um texto cheio de “filosofias de botequim” como o próprio autor colocou, não é o tipo de conteúdo que veremos em blogs, porque os blogs vivem para a frente, empurram a inovação e a criatividade das pessoas. Dá poder e opinião a elas. Isso poderia nos aproximar do que? Um mundo melhor? Da verdadeira democracia? Da queda de máscaras? Aspire (no transitivo indireto)…

Qual é o limite para a publicidade?

out 5, 2005   //   por Serendipidade   //   Criatividade / Inovação  //  Nenhum comentário

(c) bumvertising.comApós vermos que a imprensa vende espaço para publicidade nas suas notícias, vamos a um rápido exercício.

Quais são as maneiras que as empresas podem utilizar para publicar as suas propagandas ou se fazer conhecida?

Vou apontar algumas que me vem em mente. Através de Notícias, Outdoors, Revistas, TV, Filmes, Novelas, Adesivos, Embalagens, Websites, Mala Direta, email (SPAM), Patrocínios, Eventos, Jornais, Telemarketing, seus próprios clientes através do boca-a-boca, etc.

No nosso mundo super, a criatividade não tem limites. Pode até mesmo surpreender e ultrapassar o limite do bom senso ou da ética. No exemplo a seguir, mostro uma dessas “invenções” na busca pelo cliente. Particularmente acho a idéia interessante, porém um pouco polêmica.

Um recém-graduado da Universidade de Washington, Benjamin Rogovy de 22 anos transformou os desabrigados das ruas em publicitários. Muitos desses “sem-teto” ficam andando pelas ruas com cartazes pedindo ajuda, dinheiro, comida ou vendendo algo. O que Rogovy fez foi unir o contato que esses sem-teto possuem com potenciais clientes nas ruas e no trânsito com uma publicidade pontual aproveitando os cartazes dos “pedintes”.

E estava criado o Bumvertising, um novo veículo para propaganda. Um neologismo composto pelas palavras Bum, que significa vagabundo em inglês, e vertising, que vem da palavra advertising – publicidade, propaganda. Uma maneira “honesta” de fazer com que esses necessitados ganhem algum trocado ou mesmo comida. O trabalho enobrece o homem.

A partir de então choveram críticas dizendo que é uma exploração, ou que chamá-los de vagabundos é faltar com respeito moral. Por outro lado a idéia conquistou a simpatia da imprensa (ave!) e de voluntários e instituições que ajudam pessoas carentes.

Até onde vão os limites da exploração publicitária?

Tudo por dinheiro e um pouquinho de atenção

out 4, 2005   //   por Serendipidade   //   Marketing / Negócios  //  Nenhum comentário

(c) yotophoto.comHoje fiz duas descobertas através do meu leitor RSS. Mas confesso que não foram descobertas, na verdade uma delas só vem confirmar aquilo que as empresas mais fazem – manipular a imprensa. E a outra mostra a falta de assunto da imprensa.

O que está por trás disso tudo? Respondo: O Marketing, a luta por conquistar espaço no mercado e a busca por aumento na receita, isto é, dinheiro.

1) Na primeira, acho que o termo “manipular a imprensa” poderia ser colocado de outra maneira. Seria talvez melhor dizer que a imprensa é que se vende.

Sabemos que lugar para propaganda custa dinheiro, principalmente se você possui um veículo de mídia como internet, TV ou mesmo uma Revista de circulação relativamente ampla.

Nos filmes e na TV, além de trailers e reclames, temos o merchandising incorporado durante a programação normal, na novela, no jornal, nas transmissões de esportes e etc. Estamos habituados com isso e às vezes nem percebemos.

Na Internet estamos vendo um crescimento absurdo de empresas como Google, Yahoo e outras de grande audiência por conta do comércio de propaganda e publicidade nos próprios websites ou através de janelas e programas de recompensas.

Além das propagandas, reclames e merchandising, temos um outro componente de peso que é parente do merchandising: A compra de notícias para veicular os nossos interesses. Aqui chegamos na primeira conclusão: A imprensa vende espaço para noticiar propagandas.

Como exemplo pego aquele que encontrei hoje no leitor RSS. A Blockbuster provavelmente comprou a divulgação da sua nova loja online em pelo menos (até onde vi) três grandes websites de notícias.

Blockbuster inaugura loja virtual – na IDG Now!

Blockbuster passa a vender pela internet no Brasil – na Folha de São Paulo

Blockbuster inicia operação de vendas online – na INFO Online

Sensacional! E me pergunto… e eu queria lá saber dessa notícia? Alguém aqui é acionista da locadora na bolsa de New York? E olha que mesmo com a notícia a ação dela caiu 0,09%. Super.

2) Na segunda, a falta de assunto da imprensa. Com o RSS posso acompanhar quase que paralelamente as diferentes fontes de notícias e posso dizer que ou está faltando agências de notícias no Brasil (todos usam a mesma fonte), ou é um copiando do outro.

A situação piora quando comparamos as notícias do Brasil com aquelas de outros websites internacionais como Wired, Business Week, New Scientist, NewsFactor e por aí vai… A notícia de hoje lá fora é a de amanhã aqui.

A regra é quantidade.

Os dois ítems mostram um descaso com a entrega das notícias e de propaganda, um desinteresse por filtrar melhor as histórias despejadas na gente. Acabamos virando um depósito de textos e imagens supérfluas, manipuladas e irreais.

Pequena atualização:

A revista Época também tinha a Blockbuster em destaque

Serendipidade para a Folha de São Paulo

set 14, 2005   //   por Serendipidade   //   Serendipidade  //  1 Comentário

(c) folha.uol.com.brA Folha de São Paulo teve um pouco de Serendipidade essa semana. O Serendipidade.com foi notícia.

Páginas:«123