Deu quadra!
Serendipitosamente fui verificar o resultado da mega-sena que joguei no ultimo sábado. E estava lá, fiz a quadra e faturei 293 reais! 1 chance em 2332 vezes.
Engraçado foi o sentimento. Fiquei super contente por 30 segundos, depois já fiquei me lamentando que por UM número deixei de fazer a quina e ganhar 27 mil reais… Nunca estamos satisfeitos mesmo.
Poder do envolvimento emocional
No Marketing eYe foi apresentada uma história interessante.
Um pedaço de madeira (Matéria Prima) transformado em taco de baseball (Manufatura/Trabalho) foi leiloado por mais de 1 milhão e meio de dólares porque foi o taco usado por Babe Ruth, uma famosa lenda do Baseball, em um jogo histórico.
Ou seja,
Matéria Prima = $
Matéria Prima + Trabalho = $$
Matéria Prima + Trabalho + Uma história/Emoção* = $$$$
* Quanto maior o quociente de impacto da sua história, maior o valor agregado ao seu produto ou negócio.
O seu produto ou serviço tem uma história para contar? Você está contando?
Ou você está simplesmente fazendo propagandas do seu preço ou produto exatamente como seus concorrentes?
Mais ainda, que tal usar o blog como uma ferramenta de criação de um canal interativo e irresistível para atrair e reter seus clientes?
A Mastercard e seus “…não tem preço” não conta sequer uma história, simplesmente aplica o conceito acima diretamente, sempre atrelando algum fato emocionante das nossas vidas.
Números!
Não obtive os dados 2006 da pesquisa abaixo, mas aí vão algumas observações importantes que garimpei na rede no âmbito dos blogs corporativos.

Dentro do universo dos 64% que podem vir a anunciar em Blogs ou usá-lo como ferramenta de marketing, temos os seguintes fatos:
– De todos os websites das empresas listadas no S&P 500, apenas 4% delas possuem blogs
(Fonte: eMarketer)
– Apenas 12% dos adultos online lêem blogs regularmente
(Fonte:Forrester Research)
– 22% das empresas estão usando ou planejando usar blogs como ferramentas de marketing
(Fonte:CMO Magazine)
Os dados acima são do mercado Norte Americano.
Os Estados Unidos possuem mais solidez em Blogs Corporativos, e o desejo de participar é grande entre as empresas. Mas a prática demonstra que as empresas tendem a ser conservadoras na adoção de novas práticas, e que estão apenas começando.
Qualquer meio de comunicação será usado…
Alguém profetizou um dia:
“Propaganda é a alma do negócio”
Se fez uma luz e todos os meios de comunicação foram invadidos por propagandas. Textos, sons ou imagens, vale tudo para desviar sua atenção.
Pensando na prática, qualquer lugar, espaço físico, canal de rádio, de TV, qualquer coisa que seja vista, ouvida ou lida por muitos é uma possível alternativa para plantar a semente dos seus negócios sob a forma de um anúncio comercial.
A Internet trouxe um fator exponencial para o crescimento de tudo isso.
Depois do Bumvertising, uma modalidade similar ao anúncio de “Compro e Vendo Ouro” pendurada no pescoço de pessoas no centro de grandes cidades, depois do Adsense revolucionando a maneira de se vender na web, eis que surge o Roofshout ou o Roofads buscando clientes através de anúncios nos tetos das casas, fábricas ou galpões. A foto acima é auto-explicativa.
Benchmarketing?
Em uma reunião de negócios ouvi alguém falar “Benchmarketing”. Uma pena os funcionários de empresas (mesmos as grandes) saberem o contexto correto no uso do termo e não saberem o seu nome.
Benchmarking é um processo contínuo de comparação dos produtos, serviços e práticas empresarias entre os mais fortes concorrentes ou empresas reconhecidas como líderes. É um processo de pesquisa que permite realizar comparações de processos e práticas “companhia-a-companhia” para identificar o melhor do melhor e alcançar um nível de superioridade ou vantagem competitiva.
O termo acima (o verdadeiro) fora do contexto de negócios, eu já vi (ou li) empregado em diversas situações: desde cowboys marcando seus assassinatos em bancos de madeira, até marcador de maré alta/baixa do oceano.
O que importa é ser o “Marco de referência“.
| Benchmarking é… | Benchmarking não é… |
| – um processo contínuo | – um evento isolado |
| – uma investigação que fornece informações valiosas | – uma investigação que fornece respostas simples e "receitas" |
| – um processo de aprendizado com outros | – cópia, imitação |
| – um trabalho intensivo, consumidor de tempo, que requer disciplina | – rápido e fácil |
| – uma ferramenta viável a qualquer organização e aplicável a qualquer processo | – mais um modismo da administração |
Fonte: GuiaRH
Benchmarketing acaba sendo um neologismo usado para nomes de empresas, nomes de gráficos, e mesmo apresentando o significado errado.
Leia o meu post Medindo a Performance e saindo na frente, e aprenda como planejar uma análise de Benchmarking na sua empresa.
Carteira encontrada depois de 40 anos
Encontrar carteiras perdidas é sempre bom, mas com o dinheiro que você tinha nela, é ainda melhor. Rever o mesmo objeto depois de 40 anos! – Não tem preço…
“Um americano de 57 anos conseguiu achar sua carteira perdida há 40 anos. Uma família do estado de Utah devolveu nesta semana o objeto perdido em um posto de gasolina em 1967.
A carteira cor de bege ainda tinha a mesma nota de US$ 5, um tíquete de pedágio, um selo e sua carteira de identidade. […]
Ele perdeu a carteira em um posto de gasolina na cidade de Logan, em Utah, quando parou para abastecer seu carro, um Austin Healy ano 1955. O dono do posto colocou o objeto em um painel, esperando que seu dono voltasse para buscá-lo.
Décadas depois, Ted Nyman achou a carteira quando limpava o posto de seu padrasto. Ele encontrou o paradeiro de Schmitt através de pesquisa na Internet. Nyman enviou a carteira via correio para o dono.”
“Eu tinha a cabeça cheia de cabelos nessa época”, comentou Doug Schmitt.
Hoje ele tem Serendipidade.
Não é a primeira vez que alguém tem uma serendipidade desse tipo, um exemplo similar pode ser lido aqui.
Fonte: Terra Notícias.




