Café Aberje discute importância das redes sociais
Estarei presente no Café Aberje Campinas discutindo mídias sociais nessa sexta-feira. O evento, com inscrições gratuitas e limitadas à capacidade do espaço, acontece a partir das 8h45min do dia 27 no Café Filosófico da CPFL Cultura (Rua Jorge Figueiredo Corrêa, 1632 – Chácara Primavera) em Campinas/SP.
Além da minha presença, teremos Caio Túlio Costa, fundador do UOL, ex-presidente do iG e professor da Faculdade Cásper Líbero e Marcelo Coutinho, professor da Fundação Getúlio Vargas e consultor do Ibope Inteligência. A mediação vai ser feita por Sergio Amadeu, professor do curso de Pós-Graduação da Faculdade Cásper Líbero.
Em desenvolvimento…
Hoje que este blog completa a marca de exatamente 1 mês sem post, venho contar a vocês as últimas peripécias do desenvolvimento de um livro de estratégia em mídias sociais.
- No último dia 7 participei do Intercon 2009. Fui lá muito pelo networking mas fui brindado com palestras interessantes e ricas em conteúdo, ganhei conhecimento. Porém pouco se falou de mundo corporativo. O “livreiro” Juliano Spyer me ajudou muito na conexão com hubs importantes do cenário: Manoel Lemos, Bruno Medeiros, Michael Nicklas, entre outros. Começo a botar um pouco de Brasil no conteúdo.
- Dois dias antes fui conversar com a Thiane Loureiro lá na Edelman, onde tivemos uma agradável conversa sobre a nossa percepção das marcas como pessoas como nós mesmos e variantes do mesmo tema. Enriquecedor e uma boa dose de conteúdo no futuro capítulo 3: “O novo consumidor social”.
- Ao mesmo tempo iniciei um bate papo com Ed Moran que está escrevendo um livro sobre o humano 1.0 a ser lançado na primavera Americana em 2010 sob o título provisório de “A empresa hiper-social”.
- Andei fazendo algumas palestras e conhecendo mais gente, principalmente executivos de empresas que dividem comigo suas percepções atuais. Tá tudo no meu caderninho.
- No próximo passo estarei no Café Aberje nesta sexta-feira (27/11). Realizado pela Aberje e CPFL em Campinas, o tema será Redes Sociais e dividirei o debate com Marcelo Coutinho, Caio Túlio Costa e Sergio Amadeu.
Taí, espero não estar devendo nada. Mas pior que estou. Próximo post será sobre a evolução do blog corporativo no Brasil, pra fazer par aos meus posts dos anos anteriores (e que venceu em setembro).
Batalha nas midias sociais
Li uma notícia na Financial Times já há um bom tempo sobre a batalha travada pelas empresas em busca de atenção no mundo das mídias sociais. Porém a busca de atenção em si não era o mais marcante. O que chamou minha atenção foi o insight de que os grandes grupos controladores de marcas poderosas e conglomerados corporativos complexos, já não estavam preocupados em falar com o público em geral por meio das mídias sociais. Os seus produtos ou linhas de produtos é que estão falando mais alto.
Foram citados exemplos da Ford, a qual já partia para criação de comunidades online para cada linha de veículo, e não mais para a marca Ford em si.
É como se fosse uma tentativa de tribalização dos consumidores de determinada “sub-marca” de algo maior e menos próximo do cliente final.
Isso não é novidade. Os próprios clientes já criaram essa segmentação quando decidiram criar a comunidade de fãs da Barbie no Facebook. Isso também já acontecia em divisões geográficas para empresas multinacionais (Twitter da Empresa EUA, Brasil, Itália, etc.).
Com isso, mídias sociais de um produto podem ser mais bem sucedidos que aqueles de marcas. Pior, colocar a presença de uma empresa nesse contexto ganha mais uma variável estratégica para ser analisada quando da decisão de entrar no vasto mundo social online. Junte essa com a identificação de perfis, escolha do canal social online, tática de métricas para medir o sucesso e preparação da equipe para a empreitada, e você tem um belo cenário complexo e traiçoeiro dos mares sociais.





