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Leituras que valem a pena #5

nov 10, 2005   //   por Serendipidade   //   Serendipidade  //  3 Comentários

The Impact of “Ambient Findability” | BusinessWeek
Peter Morville discute os efeitos da possibilidade de encontrar qualquer coisa de qualquer lugar em qualquer hora, graças a internet.

Some Technologies Will Annoy | Wired
Alguns futuristas discutem a presença ou não de diversas tecnologias de ponta hoje, no futuro.

The Long Tail | Wikipedia
Teoria cunhada por Chris Anderson. Estuda uma nova economia através do fortalecimento dos mercados de nichos específicos na indústria do entretenimento.

Estimulando a $erendipidade

nov 8, 2005   //   por Serendipidade   //   Serendipidade  //  1 Comentário

10 maneiras para estimular o encontro de casualidades importantes que podem trazer bons resultados (lucrativos) para suas atividades ou negócios.

  • Mantenha a mente aberta – Seja receptivo para ouvir e digerir as informações.
  • Escute primeiro – Analise antes de criticar ou descartar opiniões. Saiba ouvir mais do que falar.
  • Seja onipresente – Escute, veja, leia e interaja com tudo ao seu redor.
  • Aprenda de tudo – Enriqueça seu número de variáveis lendo e aprendendo assuntos amplamente diversos.
  • Converse com todos – Busque opiniões com amigos e desconhecidos.
  • Se envolva – Apaixone-se pelo mundo das idéias que ainda não foram descobertas.
  • Compare resultados. – Articule diferentes assuntos e encontre pontos similares entre eles.
  • Confie na sorte – A inspiração sempre chega para as pessoas que aspiram algo.
  • Erre bastante – Se arrisque mais e não se preocupe com erros. A maior parte dos acasos felizes vieram como fruto da tentativa e erro.
  • Perca o foco– Não pense estritamente no resultado esperado, isso tira sua atenção dos eventos casuais.

O que é Serendipidade?!?
Leia o pequeno quadro do lado esquerdo superior. Se você precisou dessa orientação, você precisa praticar o terceiro princípio acima.

Se tornando o "Mestre dos Blogs"

nov 7, 2005   //   por Serendipidade   //   Comportamento  //  5 Comentários

(c) yotophoto.comHoje estava lendo uma reportagem sobre a influência dos Blogs nos consumidores (um assunto que já está começando a ficar piegas). Nele havia um trecho que apontava para um artigo da Harvard Business Review de autoria do presidente da Sun Microsystems, Jonathan Schwartz, considerado um dos melhores “blogueiros” do nível CxO.

O que quero colocar em questão aqui é toda essa nova onda de blogs que está se alastrando. Eu fui um dos que começou um blog na intenção de desenvolver minhas habilidades na escrita e articulação de idéias. Mas eu quero feedback… todo mundo que começa um blog deve ter seu motivo interno de reconhecimento, e o meu é iniciar discussões, botar a cabeça pra pensar, tentar trazer serendipidade para quem está lendo. Em segundo lugar, espero transformar esse meu trabalho em dinheiro**, diretamente ou indiretamente.

Algumas das idéias expostas por Schwartz nesse artigo são completamente cabíveis para um Blog-diário, um Blog-livro ou um Blog-críticas também. Só temos a ganhar se nos desenvolvermos na arte de expor nossas idéias claramente.

  • Utilize uma linguagem aberta, honesta e humorada.
  • Mostre respeito pela audiência.
  • Não ache que o blog é um tipo de propaganda.
  • Leia os comentários.
  • Responda os comentários para valorizá-los.
  • Autenticidade é o que conta.

**
Sim! Nós adoramos monetizar as coisas. O dinheiro é valor agregado a tudo. Vide o website “Quanto vale meu blog?” que está sendo extremamente propagado na rede. O bolso é a parte do corpo que mais dói quando mexemos nele.

Ser político

nov 7, 2005   //   por Serendipidade   //   Comportamento  //  1 Comentário

(c) yotophoto.comNo mundo dos negócios vivemos rodeados por pessoas que tentam agradar a todos. São os auto-denominados “políticos”, que muitas vezes não passam de oportunistas ou exploradores.

Na verdade, agradar a todos (honestamente) parte de uma eficácia nos relacionamentos interpessoais. Algo difícil de alcançar com facilidade. Neste mundo, podemos classificar as pessoas de 3 maneiras:

As pessoas que tendem para o mal – Que tratam mal, conversam mal, não são interessadas, não possuem pró-atividade, são folgadas, ignorantes, pedantes, metidas e oportunistas. Exploram as do “bem”.

As pessoas que tendem para o bem – Que fazem sempre o correto (segundo uma ética muito peculiar) e acabam sendo passadas para trás. São sinceras, honestas e inocentes. Essas pessoas engolem (aceitam) uma pisada no pé, uma furada de fila. Aguentam as do “mal”.

As pessoas assertivas – Que vivem no equilíbrio entre ser mau e bom. São ponderadas e interrogativas. Falam o que pensam no momento oportuno. Não reagem com violência ou preponderância. Buscam o acordo, o entendimento mútuo.

Ja cruzei com muitos profissionais “políticos” que não passavam de meros puxa-sacos. Ser uma pessoa que revela sagacidade, discernimento e que sabe conduzir as pessoas, é uma tarefa alcançada somente por pessoas que formulam as respostas de maneira engenhosa e convincente. Sem ser invasivo. Totalmente diplomático.

Um ponto importante: Uma coisa é ser político, outra diferente é ser desonesto, ladrão ou aproveitador. De nada adianta ser político se no final você está prejudicando outras pessoas.

É algo como passar alguém pra trás (mostrar-se superior) dentro da ética humana e esse alguém agradecer você por isso no final. É quase um pecado, mas totalmente permitido.

NEV – Nova Economia Virtual

nov 3, 2005   //   por Serendipidade   //   Comportamento  //  Nenhum comentário

(c) yotophoto.comWilma, Katrina, Charley e Isabel são alguns nomes de furacões fortes dos últimos 2 anos que atingiram os Estados Unidos. A seca atual desde o Pantanal até a Amazonia. As ondas de calor do verão europeu varrendo vidas de idosos e crianças.

Sintomas de um planeta explorado, poluído e aquecido.

Por outro lado, tem um mundo que não pára de crescer. O mundo virtual, a rede da Internet. Milhões de pessoas escrevem diariamente em blogs, jogam online com outros jogadores, fazem negócios, e desenvolvem muitas outras atividades lucrativas ou não.

Se juntarmos as duas realidades, poderíamos ter uma solução um tanto cyberpunk para o fim da exploração dos recursos do planeta. Seria uma migração de atividades reais para negócios virtuais, como a venda de domínios, venda de websites e sites de leilões.

No Project Entropia, um jogo online onde algumas ações dentro do jogo começaram a ser negociadas “externamente” com dinheiro vivo, um jogador conhecido como Neverdie comprou em leilão uma estação espacial para transformá-la em uma danceteria virtual.

Assim, enfurnados somente na NEV (Nova Economia Virtual), conseguiríamos o nosso amado dinheirinho pra comer e gastar. A população global diminuiria (através do sexo virtual) e economizaria os recursos naturais (porque quase tudo que nos satisfaz só poderá ser feito online). Só falta nos alimentarmos de bits e bytes.

É meio cara de Matrix mas é uma saída. Trocaríamos a morte do relacionamento humano (nossa fonte de ser) pela sobrevivência da natureza (nossa fonte de vida).

Uma balança difícil.

Vida celular

nov 2, 2005   //   por Serendipidade   //   Marketing / Negócios  //  1 Comentário

(c) yotophoto.comO que anda com você o dia todo?
(ou pelo menos a maior parte dele)

No Brasil mais de 170 milhões de pessoas diriam: Calça, bermuda, tênis, chinelo, camiseta, relógio, carteira, mochila, e outros ítens de vestuário e acessórios.

Algum número próximo de 80 milhões de pessoas diriam, além de alguns dos apetrechos acima, que o aparelho celular está junto a maior parte do dia.

Quase metade.

E quando passamos muito tempo com alguma coisa junto com a gente, essa coisa não pode nos incomodar, fazer mal, atrapalhar, ou não trazer nenhum fruto ou benefício. Sendo assim, jogaríamos essa coisa fora.

Se a coisa é uma camiseta que fica espetando ou apertando, tiramos ela fora.

Se a coisa é um chinelo com a cinta arrebentada, tentamos trocar por outro ou consertar.

Se a coisa é um celular com a conta errada, clonado ou sem rede, trocamos de operadora.

Recado:
O cliente deve ser bem tratado. Eles passam o dia todo com o aparelho perto deles, faz parte da vida deles.

O celular presencia o que agrada as pessoas, o que irrita, o que as deixam felizes, o que as deixam tristes, qual a cor preferida, qual a música preferida. Ele precisa estar em harmonia conosco. Trocar de operadora é muito fácil.

O mercado tem muito potencial. As pessoas querem algo que corresponda a cada uma das suas necessidades íntimas. Esse é o mapa da mina.

A força do interior

out 31, 2005   //   por Serendipidade   //   Comportamento  //  2 Comentários

(c) serendipidade.comEstou em Campo Grande a trabalho. O tempo está ótimo, bem melhor que em São Paulo, é uma pena que retorno amanhã. Mas o que realmente me impressionou aqui é a diferença das pessoas em relação ao trabalho. A diferença é para melhor, não é a primeira vez que venho conhecer unidades de negócio de grandes empresas em outras cidades, e sempre a organização me impressiona.

Na semana passada, tivemos reunião em São Paulo. Logo de manhã precisei ajudar na arrumação da sala de reunião porque não tinham arrumado ainda. Café e petiscos para o coffee-break não estavam disponíveis porque a secretária não fora avisada com antecedência. Chovia.

Hoje em Campo Grande foi diferente. Chegamos e a portaria já sabia do que se tratava, o auditório estava preparado com ar condicionado, instalações eletrônicas (microfone e projetor), água gelada e dois técnicos disponíveis para possíveis acertos no som, laptops, etc. Coffee-break de primeira e pessoal super simpático. Lista de presença numa pastinha plástica e até o sol apareceu.

Isso tudo numa mesma empresa.

Viva a diferença.

Viva a qualidade de vida e a hospitalidade do interior do Brasil.

E não é que falaram “faca de dois legumes” de novo?

Mas desta vez de maneira descontraída.

Embalagem para embalar

out 28, 2005   //   por Serendipidade   //   Marketing / Negócios  //  1 Comentário

(c) serendipidade.comQuem não lê embalagens de produtos? Acho que em um café da manhã sentado à mesa, ao menos 4 em cada 5 pessoas pegam a margarina, o achocolatado, o pacote de torradas ou qualquer outra coisa para ler.

E a embalagem pode embalar as vendas, embalar sonhos de consumo, embalar desejos, embalar a busca por pessoas desaparecidas, ou simplesmente (na sua função básica), embalar o produto.

Quanta coisa podemos contar para nossos consumidores? Milhares. Poesia, utilidade pública, promoções, fatos nutricionais, dicas e outra infinidade de assuntos.

A água mineral Lindoya fez a sua parte. Botou uma foto bonita e despejou uma historinha:

“A Serra da Mantiqueira filtra naturalmente as águas que penetram lentamente em seu subsolo, através das longas e tortuosas fendas de imensa camada de rochas gnaisses, purificando e enriquecendo-as naturalmente de minerais variados, especialmente de bicarbonato de cálcio e magnésio. Afloram à superfície puras e cristalinas e são cuidadosamente captadas tal e qual a natureza as criam.”

Qual é a sua sensação?

Sei que o gosto não era muito bem de água mineral pura. Em todas garrafinhas de água do tipo “feitas para empresas” eu sinto gosto de plástico. Mas a embalagem deve ter enganado quem comprou, tanto pelo formato moderno, quanto pela história.

Leituras que valem a pena #4

out 27, 2005   //   por Serendipidade   //   Serendipidade  //  Nenhum comentário

Ideas for Startups | Paul Graham
Idéias para empresas debutantes.

Ad Sat Point | Strategy + Business
Ponto de saturação em publicidade.

Sex Sells? | Adweek
Sexo vende? Como homens e mulheres olham as propagandas com teor sexual. Artigo em PDF.

As reuniões e suas elucubrações

out 26, 2005   //   por Serendipidade   //   Marketing / Negócios  //  Nenhum comentário

(c) yotophoto.comE não é que hoje eu estava em uma reunião com diretores e executivos, e me sai a seguinte frase:

“…é uma faca de dois legumes, é preciso tomar muito cuidado com isso…”

Todo mundo continuou o argumento fazendo suas colocações, e ninguém percebeu. Ou ninguém considerou. Mas o fato é que a frase foi séria no contexto e, portanto, se trata de um erro cometido. Talvez por desconhecimento da expressão, ou por força do hábito que temos às vezes de alterar as palavras para carregar um pouco mais de humor.

Sei que às vezes (como pensa um amigo meu), as pessoas passam tanto tempo da vida no trabalho, escritório ou baia, que parecem começar a confundir o local com a própria casa. O comentário veio logo depois que um sujeito numa baia vizinha, espirrou em alto e bom som (como se estivesse em casa). Meu amigo cumprimentou SAÚDE! em alto e bom som também. E me veio com essa teoria.

Ou quem sabe as reuniões são lugares para se expressar o que se pensa e não absorver quase nada do que se diz. Sou um pouco cético do poder de uma reunião, o efeito está na moral que ela provoca e no fato de que gostamos de nos sentir sempre incluídos, e não no produto final.

Uma verdade é que o número de reuniões que você participa é diretamente proporcional ao cargo que você ocupa. Quanto mais alto o cargo, mais reuniões.

No (sensacional) livro “Odeio Reuniões” de 1983, Stephen Baker nos dá perspectivas interessantes do verdadeiro sentido de uma reunião, apresenta maneiras para torná-las mais interessantes e fecha com dicas especiais para se dar bem em uma.

Acho que no fundo eu não sabia o que eu estava fazendo no meio daquelas pessoas. Mas me diverti comparando os escárnios de Baker com a maneira que as pessoas agem nesse momento subliminar do corporativismo. Precisamos fazer a edição atualizada da video-conferência via IP.

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