Tempo é dinheiro até nas redes sociais

out 30, 2009   //   por Serendipidade   //   Marketing / Negócios  //  3 Comentários

Por esses dias andei refletindo por um bom tempo se tempo é dinheiro, se dinheiro é tempo, se é possível ter os dois ao mesmo tempo ou se um come o outro e ficamos sem nada. Minha encruzilhada começou quando comecei a ler o livro “Mais tempo Mais dinheiro” do Gustavo Cerbasi e Christian Barbosa que recebi de cortesia da Thomas Nelson Brasil.

A verdade é que fui investigar na rede o que a imprensa e a crítica estavam falando do livro antes de começar ler. Tinha uma preocupação tremenda com o tempo que ia gastar para ler o livro. Também uma séria dúvida, advinda da minha reflexão de quatro variáveis que comentei acima,  se realmente tempo e dinheiro poderiam caminhar na mesma direção e para a frente.

Buscando a resposta no livro confesso que ainda não encontrei uma fórmula mágica. Você precisa de um para tentar ter o outro, principalmente em se falando de tempo dedicado para a sua educação, cultura e formação, o que vai colocar você num “ciclo de prosperidade” e, segundo os autores, trazer muito mais benefícios financeiros e pessoais. As dicas apresentadas são atuais e válidas. Dá uma boa refrescada nas idéias para quem está absorvido no dia-a-dia e se sente um prisioneiro do sistema.

Um ponto interessante e atual que se aplica muito bem ao contexto corporativo, é em relação à produtividade relacionada com redes sociais: “Participar de todas as redes sociais é um grande erro na gestão do seu tempo” – comentam os autores. Quando apresentei um webinar sobre CRM Social em setembro desse ano para mais de 800 profissionais do mundo todo, me perguntaram como é possível monitorar todas as redes sociais para saber o que andam falando sobre minha empresa? Respondi quase que com a mesma resposta acima adicionando que  você deve olhar para onde estão seus clientes e filtrar em quais redes sociais sua estratégia social será melhor suportada.

3 Comentários

  • Fabio, realmente procurar estar em todos os lugares ao mesmo tempo é quase pedir para não conseguir monitorar a marca de forma correta. Será também que as empresas não devem educar o cliente a falar da marca nas redes mais relevantes? Estou lendo o livro também e eles são muito enfáticos nesse ponto do tempo que é disperdiçado em redes sociais. É preciso refletir mesmo sobre este assunto. Grande abraço!

    • Cara, tem um ponto aí que é perigoso. As marcas não devem educar o cliente a falar da marca nas redes. Tem que ser espontâneo para gerar valor!
      Abraços!

      • Pois é, foi uma dúvida minha. Vc está certo. Do contrário é uma bela tentativa de manipulação, e isso já era. Abraço.

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