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Reflexões sobre o Café Aberje

dez 8, 2009   //   por Blog Corporativo   //   Apresentações/Pesquisas  //  3 Comentários

Depois que estive no Café Aberje em Campinas no último dia 27 de novembro não tive a oportunidade de refletir e trazer minhas conclusões com base no debate que ocorreu logo após as apresentações do Marcelo Coutinho e a minha. O Rodrigo Cogo também fez uma bela cobertura do evento.

As simpáticas Mariana e Licia da CPFL me informaram que no total passaram mais de 150 pessoas pela audiência, que por sinal se demonstrou muito participativa. Também é ótimo contar com ferramentas como o Twitter para enviar ao moderador sugestões de perguntas. Tudo muito dinâmico.

Sem alongar demais, seguem as conclusões:

  • Mídias sociais online partem de algo que ainda não é de domínio humano;
  • Sendo assim, as reações a eventos novos são imprevisíveis, estamos todos aprendendo;
  • Uma empresa não deve se abrir escancaradamente, existem regras do jogo e estratégia competitiva sempre;
  • Muita gente ainda não sabe como mensurar resultados do uso das mídias sociais;
  • E muitas delas sequer sabem se mensurar é a forma mais correta de monitorar a performance;
  • Executivos entendem melhor de mídias sociais online quando tem filhos adolescentes (essa é do Marcelo);
  • Schumpeter era um cara pra frente do seu tempo…

Grande abraço a todos que participaram!

Novo conceito pede novos perfis e especialidades

abr 7, 2009   //   por Serendipidade   //   Serendipidade  //  2 Comentários

No post anterior eu disse que se sua empresa quer ser social no contexto da internet, seus funcionários precisam ser sociais dentro do mundo das mídias sociais. Sendo assim, vamos conhecer alguns tipos de trabalho e posições que surgiram nas empresas para cobrir a falta de conhecimento em mídias sociais (links levam às fontes):

Lembrei de uma resenha que fiz sobre o filme Blade Runner nos idos dos tempos dourados de faculdade em São Carlos. Falava da tecnologia e os impactos na economia. Coisas básicas cobrindo a “Mão Invisível” e os ciclos econômicos do Schumpeter. Na precariedade da internet naquela época o trabalho rendeu algumas gotas de suor, mas aprendi. E foi um dos melhores trabalhos que já fiz com uma das menores notas que já tive (thanks minha cara e boring teacher) – mas aprendi.

Aprendi que, sim, muita gente vai perder o emprego na nossa relativa recém-nascida era digital, como é no caso mais recente na editora mais antiga do mundo. E aprendi também que educação e adaptação de métodos de se fazer negócios são as melhores formas de se reverter cada um desses ciclos doloridos, o que nos leva a concluir (tente imaginar o ciclo na sua cabeça) que novos empregos e oportunidades surgirão (vide referência acima).

Bonito.

Volte no tempo e leia outro post sobre inovação relacionado a esse.