Sendo um bom e amável ser hospitaleiro
A simpática Bia me pediu, alguns dias antes do carnaval, para que eu descrevesse como trato meus visitantes (aqui no blog).
Já comecei tropeçando alguns dias de atraso na resposta, mas aqui vai o meu ponto de vista sobre esse laissez-faire em que nós blogueiros nos encontramos.
Como via de regra de um blogueiro, eu procuro interagir com meus leitores, respondendo, enviando e-mails, batendo papo, quando o assunto/comentário seja pertinente ou requeira atenção. Comentários tipo: legal seu post ou fala-fala-e-não-diz-nada raramente são correspondidos.
Se eu não respondesse nada, mudaria o título da minha página para “Cantinho ego-promotor do Fábio”, ou “Homepage do Fábio”. Sem mentiras e sem mascaras, esse aqui é o meu “Bloguinho omni-ego-promotor do Fábio e arredores”, portanto, uma sala aberta para confrontamento de egos, idéias, conversa séria e ficções.
Ainda quando eu aprecio muito meus leitores, eu gostaria muito que existissem mais leitores não-blogueiros.
Não sou blogueiro profissional, ou na termo técnico: problogger. Ganho trocados de visitantes aleatórios por vezes incautos, e não espero ganhar trocado de outros probloggers apesar de achar que se eles se organizassem (e já são muitos) daria para fazer uma corrente do mal! (para os pagantes). Imagina uma rede secreta com cem mil associados com regras de clicar em anúncios dos próximos ao menos 50 vezes por dia?
Mas não acredito que isso seja possível porque a natureza humana reza contra esse tipo de coisa no estágio atual da nossa evolução.
Um adendo:
Para quem acha que redes de cliques não funcionam (e de fato não!), junte sua frustação num pote e jogue-o com toda força nos seus esforços em fazer um trabalho digno e respeitável como blogueiro. Sua audiência, posicionamento e conhecimento te trará muito mais recompensas do que dinheiro.
Me ocorreu um outro post…
Bônus do dia.
Bônus não, uma simples repassada.
Vc deve no seu ingrêis e quer ficar por dentro dos temas de marketing que estão na “crista da onda“*
Leia a super compilação do Guy:
- Seth Godin
- Robert Scoble
- Peter Rojas
- Phillip Bodzenta
- Sharon Wienbar
- Pete Blackshaw
- Steve Rubel
- Dick Costello
- Bill Kircos
- Kelly Wagman
- Ross Mayfield
* – todo consultor de negócios deve se manter na crista da onda.
Web 2.0 – Uma apresentação
Você já está de SACO CHEIO de ouvir falar de web 2.0. Já sabe o que é e o que faz. Já leu mais de 20 vezes o conceito da bagaça na página da O’Reilly (tida como a autora do termo). MAS…
… ainda não sabe sua aplicabilidade e suas principais implicações em temas como streaming, messenger, VOIP, publicidade, marketing, entre outras áreas… não sabe que BLOGS são o ápice desse movimento…
Não arranque seus cabelos.
Leia a pesquisa da Universal McCann e depois fala comigo. Eu te escuto, porque isso aqui é web 2.0.
p.s. desculpe. Não sou 2.0, sou 1.98 porque estou afogado em trampo e, sinceramente, devo demorar a responder seus comentários sempre pertinentes.
p.s.2 desculpas sux.
Duas coisas…
… enquanto estou completamente sem tempo para postar algo mais elaborado.
Considere como leituras obrigatórias (uma delas te levará a escutar):
Bônus do dia e Web 2.0 – uma apresentação.
Amanhã vou dar uma entrevista sobre blogs de uso interno em uma empresa para o Jornal do Comércio. Voltamos a falar sobre isso. Prometo.
Vinho que ama
Sempre o fator design imperando nas inovações de produtos.
A Brandweek apresentou uma matéria sobre uma nova marca de vinho chamada “Vinho que ama”
Eu sou admirador de vinho. Especialmente o tinto e seco (todos). Mas confesso que muitas vezes, no momento de escolher um vinho desconhecido, o rótulo que mais me chama a atenção acaba sendo o escolhido.
Criei na minha mente uma relação: Vinícola boa = tem mais dinheiro = rótulo de bom gosto.
Então entra em cena o “Vinho que ama”. O design do rótulo é o grande atrativo da garrafa (veja foto).
Vinho que ama frango assado
Vinho que ama pizza…
Adicionando Serendipidade em seus produtos

A Kathy Sierra postou no fim de janeiro este gráfico acima. Ela queria dizer que quando descobrimos algo inesperado e valioso podemos ficar surpresos e achar a descoberta muito agradável.
Isso traduzido para produtos seria como no iPod Shuffle, a cada música uma descoberta que poderia ser a música que você estava querendo ouvir neste momento. A descoberta do acaso.
Uma pena que ela não conseguiu trazer mais exemplos de produtos, mas seu método para estimular a serendipidade está mais incompleto que o meu, escrito em 2005.
Voltando ao ROI do Blog
Comentei há 2 semanas sobre o paper da Forrester sobre o retorno do investimento de um blog. Conforme prometi, vou dar uma figura geral da idéia do artigo.
Eu já havia comentado o assunto em alguns posts e também na entrevista que concedi à revista Webdesign. O conceito da Forrester não fugiu muito da idéia central de medir os benefícios versus riscos.
Levantar o valor gerado pelo blog, ou seja, economias em propaganda, agências, marketing com base no número de visitas e calcular a porcentagem descontando o custo do blog mais possíveis riscos. Junte tudo isso e especule cenários prováveis.
Não deu pra imaginar como fazer? Então tente o vídeo deste sujeito, o dono de uma empresa de métricas em blogs. O vídeo tem uns 20 minutos e possui conceitos semelhantes a este acima e um pouco mais.
Democratizando a Inovação
Já que estamos falando de inovação nos últimos posts, fica registrado aqui o link para um livro (PDF) chamado “Democratizing Innovation” do grande mestre de inovação no MIT Eric Von Hippel.
Encontrei este link num intercâmbio de posts (este é o meu) com o Blog da Fundação Certi de Santa Catarina.
P.S. O professor Hippel também disponibilizou seu outro (e mais famoso) livro “The Sources of Innovation”
10 filmes mais "conectados"
Lista interessante da IDG Now! dos 10 filmes mais conectados de Hollywood:
10 – Network
09 – Mensagem para você
08 – Firewall
07 – Medopontocombr (Fear dot com)
06 – Celular: um grito de socorro
05 – Hackers
04 – Piratas do Vale do Silício
03 – Quebra de sigilo (Sneakers)
02 – Jogos de Guerra (WarGames)
01 – A Rede (The Net)
Webcast – Social Networks: A evolução das comunidades na mídia
A Deloitte vai apresentar, no próximo dia 31 de janeiro, um webcast com a proposta de discutir comunidades virtuais e a web 2.0.
The explosion of Web 2.0 technology adoption continues to drive rapid changes in the online community marketplace. Social networks are now the cornerstone of media companies’ digital platforms and online strategies. But as investment continues, what will the future bring? […]
Learn how communities are evolving, redefining the media landscape, and altering how media companies are conducting business.
Para quem puder, vale a pena participar desta discussão.




