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Democratizando a Inovação

fev 1, 2007   //   por Serendipidade   //   Criatividade / Inovação  //  1 Comentário

Já que estamos falando de inovação nos últimos posts, fica registrado aqui o link para um livro (PDF) chamado “Democratizing Innovation” do grande mestre de inovação no MIT Eric Von Hippel.

Encontrei este link num intercâmbio de posts (este é o meu) com o Blog da Fundação Certi de Santa Catarina.

P.S. O professor Hippel também disponibilizou seu outro (e mais famoso) livro “The Sources of Innovation

Porque todas as empresas vão ter que inovar para crescer

jan 23, 2007   //   por Serendipidade   //   Criatividade / Inovação  //  1 Comentário

Falando em tendências, Robert Tucker, um autor de livros de inovação, prevê que o ano de 2007 promete para a consolidação dos processos de inovação nas companhias.

As empresas buscam constantemente o crescimento e a adição de valor para seus acionistas ou proprietários. Existem diversas maneiras de buscar isso, seja otimizando processos para reduzir custos, melhorando a cadeia de suprimentos para economizar na compra de matéria prima ou comprando outras operações para ampliar o mercado geograficamente ou comercializar novos produtos, entre outras.

O fato é que todas as alternativas acima chegam a um ponto de saturação, não sendo mais possível adquirir um crescimento sustentável. Aí o que acontece? A empresa é obrigada a inovar.

Schumpeter já dizia isso nos anos 30, o ciclo econômico cresce e se quebra quando alguém chega com alguma inovação, depois começa tudo de novo.

Inovar não é somente aplicável em produtos. É possível inovar em todas as operações de uma empresa, desde produtos, passando por processos, canais de venda e finalmente nos próprios clientes por meio de novas segmentações ou mudando a maneira com que ele interage com a sua firma.

Mais do que ter uma equipe de gestão de idéias capturando, classificando e priorizando as mesmas, é necessário instalar uma cultura de inovação por toda a organização para fomentar novas idéias, e manter uma equipe monitorando concorrentes e outras indústrias para saber qual rumo está seguindo o mercado.

Conheça outras definições de inovação:
Schumpeter (1934) – Empresarial
March (1991) – Exploração e aproveitamento
Tushman & O’Reilly (1996) – Incremental & Revolucionario
Kanter (1997) – Invenção vs. Inovação
Christensen & Raynor (1997) – Sustentando e Quebrando

Porque o Papai Noel é o mestre em inovação?

dez 19, 2006   //   por Serendipidade   //   Marketing / Negócios  //  1 Comentário

Final de ano, natal, promessas, e muito daquele blá-blá-blá chatíssimo por toda parte, todo mundo querendo vender seus produtos ou convencê-lo a gastar mais.

O fato é que Jim Carroll, ao contrário de ficar blasfemando o fim de ano como eu, sentou-se e escreveu um interessante artigo demonstrando porque o nosso querido Papai Noel, antes verde (?), agora vermelho, é o expert quando falamos de inovação.

Vejam o que podemos aprender com ele – o Papai Noel (vejam mais detalhes no post):

- Ele é orientado para o futuro
- Seu insight operacional é genial
- Ele é fanático por inovação orientada ao cliente
- Ele supera as expectativas no serviço ao cliente
- Ele tem completo domínio da logística de sua organização
- Ele inspira seus funcionários com uma missão singular
- Ele não tem medo de contratar aqueles que são diferentes
- Ele é cuidadoso com o equilíbrio entre o trabalho e a vida pessoal
- Ele manteve a essência de sua marca apesar de tantas mudanças
- Ele se adapta facilmente com as constantes mudanças nas demandas dos clientes
- Ele tem a integridade como sua virtude principal
- Ele sempre transfere sua marca para a próxima geração
- Ele é um mago em gestão de recursos
- Ele é confiável

Valeu Elton!

Preocupações das empresas e desejos do consumidor

dez 10, 2006   //   por Serendipidade   //   Marketing / Negócios  //  Nenhum comentário

Achei num post da Cris as Preocupações Do Consumidor Global x Preocupações Das Empresas Globais.

Se fizessemos uma lista das preocupações das empresas nos últimos séculos, jamais apareceria como preocupação tratar bem e cordialmente os seus clientes (vide lista abaixo). O mesmo podería ser dito a respeito dos clientes: quem algum dia pensou em, sendo um consumidor, ajudar o próximo de forma a tentar fazer a cadeia do consumo crescer e voltar como benefícios para si mesmo? São idéias/preocupações válidas? Funcionam?

Preocupações do Consumidor
1. Capacidade de pagar pelo cuidado da saúde meu e da minha família;
2. Roubo de identidade;
3. Custo da alimentação;
4. Fontes alternativas de combustível para casas e carros;
5. Capacidade dos hackers entrarem em computadores pessoais;
6. Identificação de novas tecnologias automotivas para reduzir a dependência no petróleo estrangeiro e preservação do meio ambiente;
7. Capacidade do governo ou do empregador oferecer benefícios de saúde adequados;
8. Acesso ao cuidado médico e tecnologias avançadas;
9. Capacidade de fornecimento de água limpa por parte do governo;
10. Estilo de vida saudável.

Preocupações das Empresas
1. Custo da tecnologia;
2. Custo da mais avançada tecnologia como forma de se manter a frente da concorrência;
3. Capacidade dos hackers entrarem nos sistemas de computadores das companhias;
4. Custo da energia e o impacto no lucro;
5. Uso da tecnologia para atingir os clientes de forma produtiva;
6. Melhores soluções de backup e de armazenagem dos dados de companhias;
7. Aproveitamento eficaz da tecnologia para um ambiente de trabalho mais produtivo e satisfatório para os funcionários;
8. Aproveitamento tecnologia para aumentar a reputação e a inovação;
9. Garantia de um comportamento adequado por parte do funcionário;
10. Aumento do cuidado da saúde, exigindo que o governo ou empregadores passem uma maior parte do custo para os funcionários.

Fiquei com uma sensação de que a economia cresceria muito mais rápida e melhor se as empresas e o consumidor trabalhassem juntos (equipe). Que tal um blog?

Leituras que valem a pena #20

dez 6, 2006   //   por Serendipidade   //   Serendipidade  //  1 Comentário

Will the “Long Tail” Work for Hollywood? | HBS Sharing Knowledge
Julia Hanna apresenta este artigo discutindo modelos de negócios para uma possível salvação da indústria do cinema norte-americano. Inspirada pelo trecho do livro “Cauda Longa” que discorre exatamente sobre este tema. Hollywood já sobreviveu uma vez, na transição do cinema para o vídeo em locadoras, e agora?

Lessons Not Learned About Innovation | HBS Sharing Knowledge
No segundo leituras vindo do mesmo website, Rosabeth Moss Kanter responde algumas perguntas sobre as armadilhas da inovação.

Co-Creation Rules! | James Cherkoff & Johnnie Moore
Por último, ainda relacionado com inovação, os autores nos apresentam um manifesto sobre marketing feito por duas cabeças pensantes ao invés de uma. Sempre buscando uma melhor experiência do cliente.

Leituras que valem a pena #19

out 20, 2006   //   por Serendipidade   //   Comportamento  //  Nenhum comentário

The Proliferation Chalenge | McKinsey Quarterly
Livro completo – Uma explosão de novos segmentos, canais de venda e serviços, mídia e marcas está desafiando marketeiros que buscam priorizar as oportunidades e aumentar a consistência da execução do próprio marketing.

The More, The Better: Creating Successful Word of Mouth Campaigns | Keller Fay Group
Um whitepaper que apresenta os resultados de uma pesquisa sobre o poder de influência do Marketing boca-a-boca. (PDF – necessário se registrar)

Connecting the Dots between Innovation and Leadership | Knowledge@Wharton
Artigo sobre as ligações entre liderança e inovação.

Empresas (((?))) Varejo

set 27, 2006   //   por Serendipidade   //   Marketing / Negócios  //  1 Comentário

deloitte.comA Deloitte lançou hoje um estudo (em PDF) sobre posicionamento estratégico de empresas de alta tecnologia perante o varejo.

O relatório sugere que a indústria manufatureira de alta tecnologia deve se desenvolver em 4 áreas de especialização:

  1. Capacidade de inovar se orientando pelos consumidores.
  2. Desenvolver parcerias e/ou aprender a executar.
  3. Construir uma conexão próxima com o usuário final.
  4. Inovação baseada em serviços.

Vendo os últimos movimentos do mercado cada vez mais inserido no contexto da internet, estenderia as 4 áreas para qualquer indústria ligada intimamente com o varejo.

No 1o. ítem podemos ter comunidades virtuais ajudando no desenvolvimento de produtos e serviços. Vide minha última apresentação.

Para o 3o. ítem, um dos canais mais indicados para construir essa proximidade é o Blog Corporativo.

Aliás, acho que existe maneiras de alcançar o número 2 e 4 usando as comunidades virtuais e os blogs corporativos também. Idéias?

Leituras que valem a pena #18

set 4, 2006   //   por Serendipidade   //   Serendipidade  //  Nenhum comentário

Pursuit of Luck | Tom Peters
O guru nos fala sobre como alcançar mais “sorte” em seus negócios. (PDF)

Clarity: Marketing’s New Task | Tom Asacker
Mudança no costume dos consumidores na era atual de consumo. (PDF)

Small Business 2.0 | Stephanie Diamond
Por meio de seu blog, “The Marketing Message Blog”, faça download de seu e-book apresentado acima. Boas idéias.

Menção honrosa:

Educators Corner | Universidade de Stanford
Neste portal é possível assistir diversas e diversas palestras de especialistas de Marketing, Finanças, Inovação, Gestão, e muitos outros assuntos. Além de podcasts, dicas de livros e artigos.

Blogs, mídias, medos e sonhos

mai 17, 2006   //   por Serendipidade   //   Comportamento  //  5 Comentários

yotophoto.comO Blog de Guerrilha me indicou uma reportagem da Folha entitulada A pornografia da opinião – Saturação de informações, ausência de visão totalizadora e dependência das velhas mídias põem em xeque expansão dos blogs nos EUA.

Oras, o que mais parece essa reportagem senão uma afronta da mídia contra os blogs? A imprensa tem medo de que os blogs assumam o principal meio de divulgação de notícias. Ao mesmo tempo o autor nos remete a pensar que “Um New York Times será sempre um New York Times“. Se eles estão certos disso, porque escrever sobre isso? Quando algo não nos preocupa, ignoramos.

[...]o destino triste do “blogging”: ele torna o mundo ainda mais fugidio do que faz o jornalismo. Atrelado ao ciclo interminável das notícias e à necessidade de acrescentar texto a seus blogs quatro ou cinco vezes por dia, cinco dias por semana, o “blogging” se torna o que a cultura literária já teve de mais próximo da obsolescência instantânea.[...]

Aqui acontece aquilo que blogueiros inexperientes podem enfrentar: sentir-se obrigado a escrever muito porque os leitores pedem mais. Acredito que se queremos deixar nossa marca como pensadores ou projetistas de novas idéias, não podemos pensar no estrelismo, na busca pela fama via blogs, mas sim no retorno intelectual que a escrita de posts pode nos proporcionar. O blog é, sim, uma escola.

A reportagem nos leva a concluir que o problema (ou a ignorância) está nos leitores assíduos, que estão promovendo os blogs como a maior sensação do momento, quando na verdade existem outras coisas na vida. Eu faço o meu melhor para trazer informação “serendipitosa”, mas dizer que quero ser o mainstream, não passa de um engano. O que eu escrevo muitas vezes não existe na mídia, muitas vezes cheia de parcialidades e anseios políticos. O que eu escrevo são minhas idéias, e a internet por meio dos blogs ajudam no compartilhamento dessa riqueza tão carente no nosso país.

Vivo para a frente. Um texto cheio de “filosofias de botequim” como o próprio autor colocou, não é o tipo de conteúdo que veremos em blogs, porque os blogs vivem para a frente, empurram a inovação e a criatividade das pessoas. Dá poder e opinião a elas. Isso poderia nos aproximar do que? Um mundo melhor? Da verdadeira democracia? Da queda de máscaras? Aspire (no transitivo indireto)…

Gerando mais trabalhando menos

mar 22, 2006   //   por Serendipidade   //   Criatividade / Inovação  //  1 Comentário

(c) Seattle Post-IntelligencerA coluna da Anne Fisher da revista Fortune apresentou um interessante fato relacionado com a criatividade e capacidade de inovação do indivíduo nas empresas de hoje.

Ela relacionou a necessidade de se desligar de tudo para abrir espaço para o estalo da criatividade, fato científico comprovado, com a demanda crescente de horas de trabalho do dia-a-dia do trabalhador atual.

Se a sua empresa quer continuar crescendo é necessário um toque de criatividade, principalmente em mercados mais saturados, isso nos leva a repensar processos e revisar a estrutura organizacional, para realizar os planejamentos estratégicos mais tranquilamente ou menos afoitos.

Assim poderemos liberar a criatividade da forca da jornada de trabalho prolongada.

Leia mais no artigo.

A foto é do Blog do Todd Bishop do Seattle Post-Intelligencer.

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