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Sonho Tcheco

nov 28, 2005   //   por Serendipidade   //   Marketing / Negócios  //  2 Comentários

(c) czech-tv.cz/specialy/ceskysen“As pessoas gostam de ser persuadidas…”

O filme “Sonho Tcheco” (Czech Dream – Cesky sen) nos traz um reality show de dois estudantes de cinema que preparam seu trabalho final com uma abordagem polêmica: O poder de persuasão da propaganda nas pessoas e o consumismo alienado. Assim, eles criam as peças publicitarias, slogans e músicas para um hipermercado chamado “Sonho Tcheco” que não existe e não existirá. Depois convidam todo mundo para a grande inauguração e assistem a reação das pessoas ao ver que não existe hipermercado nenhum.

Girando em torno desse tema central, somos levados a refletir sobre o quão verdadeira é a voz da publicidade, quanto estão nos enganando com propagandas aproveitando essa onda de consumismo exagerado. Teoricamente existe uma ética a ser seguida ao tentar vender o nosso produto, não podemos enganar ou trapacear os consumidores, clientes e eleitores. Mas na prática isso não se aplica. Por um lado pela impunidade, pelo outro pela ganância.

Eles mentiram sobre algo que nem existiu, mas quantas vezes nos sentimos enganados por produtos que são reais?

A frase no começo deste texto, falada por um dos profissionais de propaganda no filme, é verdadeira principalmente para aqueles que sabem persuadir. Nós podemos convencer os outros pelas nossas razões, mas só os persuadimos com as deles*

E realmente a persuasão eficiente é aquela que apela para o egoísmo, ambições, invejas, ciúmes, paixões, dores e arrependimentos** das pessoas, demonstrada pelas obras de Shakespeare. A República Tcheca, que há pouco vivia em filas para comprar comida, está vivendo um sonho de consumo com a abundância de acesso a supermercados, movido pela vontade de consumir da população.

“O mundo é seu, então pegue,
Tudo o que você precisa é querer,
Não seja preguiçoso,
Venha e pegue um carrinho de compras
Não estrague tudo,
Deixe o Sonho Tcheco começar…”

* Joseph Joubert (1754-1824) – Ensaista e moralista francês

** Nélson Jahr Garcia – Shakespeare: A arte da persuasão.

Se tornando o "Mestre dos Blogs"

nov 7, 2005   //   por Serendipidade   //   Comportamento  //  5 Comentários

(c) yotophoto.comHoje estava lendo uma reportagem sobre a influência dos Blogs nos consumidores (um assunto que já está começando a ficar piegas). Nele havia um trecho que apontava para um artigo da Harvard Business Review de autoria do presidente da Sun Microsystems, Jonathan Schwartz, considerado um dos melhores “blogueiros” do nível CxO.

O que quero colocar em questão aqui é toda essa nova onda de blogs que está se alastrando. Eu fui um dos que começou um blog na intenção de desenvolver minhas habilidades na escrita e articulação de idéias. Mas eu quero feedback… todo mundo que começa um blog deve ter seu motivo interno de reconhecimento, e o meu é iniciar discussões, botar a cabeça pra pensar, tentar trazer serendipidade para quem está lendo. Em segundo lugar, espero transformar esse meu trabalho em dinheiro**, diretamente ou indiretamente.

Algumas das idéias expostas por Schwartz nesse artigo são completamente cabíveis para um Blog-diário, um Blog-livro ou um Blog-críticas também. Só temos a ganhar se nos desenvolvermos na arte de expor nossas idéias claramente.

  • Utilize uma linguagem aberta, honesta e humorada.
  • Mostre respeito pela audiência.
  • Não ache que o blog é um tipo de propaganda.
  • Leia os comentários.
  • Responda os comentários para valorizá-los.
  • Autenticidade é o que conta.

**
Sim! Nós adoramos monetizar as coisas. O dinheiro é valor agregado a tudo. Vide o website “Quanto vale meu blog?” que está sendo extremamente propagado na rede. O bolso é a parte do corpo que mais dói quando mexemos nele.

Leituras que valem a pena #4

out 27, 2005   //   por Serendipidade   //   Serendipidade  //  Nenhum comentário

Ideas for Startups | Paul Graham
Idéias para empresas debutantes.

Ad Sat Point | Strategy + Business
Ponto de saturação em publicidade.

Sex Sells? | Adweek
Sexo vende? Como homens e mulheres olham as propagandas com teor sexual. Artigo em PDF.

Irritando seus clientes

out 18, 2005   //   por Serendipidade   //   Marketing / Negócios  //  2 Comentários

(c) yotophoto.comPare tudo! Antes de planejar como agradar o cliente, como atendê-lo melhor ou especular quanto vai custar aquela consultoria para fazer um diagnóstico do seu relacionamento com o cliente, que tal começar com o oposto básico?

Partindo de como NÃO agir com seu cliente é o primeiro passo para melhorar a satisfação do mesmo. Mantenha em mente que a engenharia reversa é válida no relacionamento com clientes. Exercite pensando primeiro naquilo que incomoda você, e não no que diz o guru, um livro ou seu amigo. Você também é cliente.

Simples assim. Esse é o ponto de partida.

Desde a conquista, passando pela compra e terminando na pós-venda, junte os maiores focos de insatisfação no mundo real e virtual e desenvolva…

Maneiras de irritar o cliente

  1. Faça propagandas mentirosas aumentando exageradamente os atributos do seu produto ou serviço, envie centenas de malas-diretas, fique na porta da loja chamando. Mande e-mails todo dia, crie uma página que mostra o ícone de um trabalhador cavando com os dizeres “Em construção”.
  2. Atenda mal e com má vontade sempre. Quando for atender bem, pergunte o tempo todo: “posso ajudar?”, “pois não?”. Se for na internet, forneça poucos dados e provoque erros nas páginas no momento da compra.
  3. Forneça poucas opções de pagamento. Nada pior que aceitar somente dinheiro, os clientes odeiam andar com dinheiro. Não aceite nenhum vale refeição ou alimentação. Online, aceite somente pagamentos via boleto bancário.
  4. Se o produto for entregue no ato da compra, não se preocupe em embrulhar, os clientes vão abrir depois mesmo e você vai gastar papel a toa. Para produtos a serem entregues posteriormente, é fácil, simplesmente atrase a entrega e alegue endereço errado, problemas logísticos ou culpa do trânsito.
  5. Passe o endereço, e-mail e o telefone errado da sua loja. Assim você evita clientes querendo trocar o produto ou reclamar do serviço. Principalmente quando eles descobrirem que a garantia que você deu não se aplica.
  6. Quando eles conseguirem entrar em contato, transfira a responsabilidade para o número máximo de pessoas antes de receber um atendimento decente. E quando isso acontecer, cobre caro pelo serviço ou diga que a garantia já acabou.
  7. [A sua idéia aqui]…

Saiu o resultado da pesquisa Datafolha Top of Mind 2005 (não sei porque insistimos em usar termos importados).

Ela mostrou um pouco mais daquilo que já sabíamos (e não é a toa que as marcas vencedoras são as mais lembradas).

Qual é o limite para a publicidade?

out 5, 2005   //   por Serendipidade   //   Criatividade / Inovação  //  Nenhum comentário

(c) bumvertising.comApós vermos que a imprensa vende espaço para publicidade nas suas notícias, vamos a um rápido exercício.

Quais são as maneiras que as empresas podem utilizar para publicar as suas propagandas ou se fazer conhecida?

Vou apontar algumas que me vem em mente. Através de Notícias, Outdoors, Revistas, TV, Filmes, Novelas, Adesivos, Embalagens, Websites, Mala Direta, email (SPAM), Patrocínios, Eventos, Jornais, Telemarketing, seus próprios clientes através do boca-a-boca, etc.

No nosso mundo super, a criatividade não tem limites. Pode até mesmo surpreender e ultrapassar o limite do bom senso ou da ética. No exemplo a seguir, mostro uma dessas “invenções” na busca pelo cliente. Particularmente acho a idéia interessante, porém um pouco polêmica.

Um recém-graduado da Universidade de Washington, Benjamin Rogovy de 22 anos transformou os desabrigados das ruas em publicitários. Muitos desses “sem-teto” ficam andando pelas ruas com cartazes pedindo ajuda, dinheiro, comida ou vendendo algo. O que Rogovy fez foi unir o contato que esses sem-teto possuem com potenciais clientes nas ruas e no trânsito com uma publicidade pontual aproveitando os cartazes dos “pedintes”.

E estava criado o Bumvertising, um novo veículo para propaganda. Um neologismo composto pelas palavras Bum, que significa vagabundo em inglês, e vertising, que vem da palavra advertising – publicidade, propaganda. Uma maneira “honesta” de fazer com que esses necessitados ganhem algum trocado ou mesmo comida. O trabalho enobrece o homem.

A partir de então choveram críticas dizendo que é uma exploração, ou que chamá-los de vagabundos é faltar com respeito moral. Por outro lado a idéia conquistou a simpatia da imprensa (ave!) e de voluntários e instituições que ajudam pessoas carentes.

Até onde vão os limites da exploração publicitária?

Tudo por dinheiro e um pouquinho de atenção

out 4, 2005   //   por Serendipidade   //   Marketing / Negócios  //  Nenhum comentário

(c) yotophoto.comHoje fiz duas descobertas através do meu leitor RSS. Mas confesso que não foram descobertas, na verdade uma delas só vem confirmar aquilo que as empresas mais fazem – manipular a imprensa. E a outra mostra a falta de assunto da imprensa.

O que está por trás disso tudo? Respondo: O Marketing, a luta por conquistar espaço no mercado e a busca por aumento na receita, isto é, dinheiro.

1) Na primeira, acho que o termo “manipular a imprensa” poderia ser colocado de outra maneira. Seria talvez melhor dizer que a imprensa é que se vende.

Sabemos que lugar para propaganda custa dinheiro, principalmente se você possui um veículo de mídia como internet, TV ou mesmo uma Revista de circulação relativamente ampla.

Nos filmes e na TV, além de trailers e reclames, temos o merchandising incorporado durante a programação normal, na novela, no jornal, nas transmissões de esportes e etc. Estamos habituados com isso e às vezes nem percebemos.

Na Internet estamos vendo um crescimento absurdo de empresas como Google, Yahoo e outras de grande audiência por conta do comércio de propaganda e publicidade nos próprios websites ou através de janelas e programas de recompensas.

Além das propagandas, reclames e merchandising, temos um outro componente de peso que é parente do merchandising: A compra de notícias para veicular os nossos interesses. Aqui chegamos na primeira conclusão: A imprensa vende espaço para noticiar propagandas.

Como exemplo pego aquele que encontrei hoje no leitor RSS. A Blockbuster provavelmente comprou a divulgação da sua nova loja online em pelo menos (até onde vi) três grandes websites de notícias.

Blockbuster inaugura loja virtual – na IDG Now!

Blockbuster passa a vender pela internet no Brasil – na Folha de São Paulo

Blockbuster inicia operação de vendas online – na INFO Online

Sensacional! E me pergunto… e eu queria lá saber dessa notícia? Alguém aqui é acionista da locadora na bolsa de New York? E olha que mesmo com a notícia a ação dela caiu 0,09%. Super.

2) Na segunda, a falta de assunto da imprensa. Com o RSS posso acompanhar quase que paralelamente as diferentes fontes de notícias e posso dizer que ou está faltando agências de notícias no Brasil (todos usam a mesma fonte), ou é um copiando do outro.

A situação piora quando comparamos as notícias do Brasil com aquelas de outros websites internacionais como Wired, Business Week, New Scientist, NewsFactor e por aí vai… A notícia de hoje lá fora é a de amanhã aqui.

A regra é quantidade.

Os dois ítems mostram um descaso com a entrega das notícias e de propaganda, um desinteresse por filtrar melhor as histórias despejadas na gente. Acabamos virando um depósito de textos e imagens supérfluas, manipuladas e irreais.

Pequena atualização:

A revista Época também tinha a Blockbuster em destaque

i-Responsabilidade Social, o que há por trás dessa máscara?

out 3, 2005   //   por Serendipidade   //   Comportamento  //  2 Comentários

(c) yotophoto.comHoje a consciência com o nosso meio ambiente e sociedade está bem difundida (mas não totalmente), parece até moda, todas empresas estão adotando ou já adoraram e os institutos de responsabilidade social se estabeleceram. Quem tem a ganhar com isso somos nós mesmos, sem dúvida.

Mas para mim, no fundo, a responsabilidade social não passa de fachada para uma boa propaganda de marketing. No fundo as empresas não se importam.

O pior: quem não faz é visto com cara feia.
Um pouco pior: só fazem porque tem que fazer (evita atrasos e caras feias).
E pior ainda: tem gente que faz para cobrir buracos (ainda fazendo um monte de coisas erradas por trás).

A questão é que não deveríamos ser forçados a usar essa fachada, deveríamos ser por definição protetores da sociedade.

Vejam só que história vergonhosa:

A responsabilidade social é um movimento recente. Isso significa que estamos ainda saindo das cavernas, ainda não deixamos de ser animais irracionais por completo. O movimento tomou força nas décadas de 60 e 70 nos Estados Unidos e Europa e no Brasil só foi reconhecidamente consolidado na década de 90. Por quê demoramos tanto para agir?

Na nossa cegueira de ganância e egoísmo o resto vem em segundo plano.

O negócio já chegou até nas escolas onde educamos as crianças. Você prefere matricular seu filho em uma escola que promova a consciência social? Lógico que sim. Mas reflita se você não está admitindo ser pobre em responsabilidade social. O exemplo tem que vir primeiro de casa e não da escola. Para as escolas, lógico, tudo isso não passa de mais uma oportunidade de abocanhar mais dinheiro. Se elas se declaram responsáveis socialmente, porque não promovem bolsas de estudo para pessoas pobres? Ah… vai misturar a elite com a pobreza… É proibido? Nesse momento as discussões se voltam para o comunismo, afinal, dar espaço para pessoas menos abastadas é visto como comunismo por muitas pessoas. Que falta de visão…

No filme chileno Machuca de 2004, um padre da escola mais rica da cidade decide abrir espaço para crianças de famílias mais humildes seguindo o modelo de governo de Salvador Allende. A reação dos pais e dos próprios alunos mais ricos é óbvia. Imagina aqui no Brasil de hoje com as drogas e violência. Você acha que daria certo? Não vale a pena pelo menos tentar?

Quem sabe aproveitando a onda, o governo também não obrigue todos os cidadãos brasileiros a fazer um curso, carregar uma carteirinha, ou ter um carimbo na sua carteira de motorista com os dizeres: “Responsável Socialmente”. Ah… esqueci que já existe um atestado… as pulseirinhas solidárias. A maior prova de humanismo desde nunca… É o fim da picada.

Proponho um exercício: Visite a relação das 10 piores corporações de 2004, identifique aquelas que agrediram a sociedade e veja se elas possuem programas de responsabilidade social estabelecidos. Você poderá se surpreender com a presença de programas inócuos e com o cinismo.

É uma vergonha usar atributos que deveriam fazer parte da nossa vida há muitos anos só agora que o globo está aquecido, milhares de espécies estão em extinção e a violência está nas alturas. Não há muito que fazer, porque nosso senso de urgência só funciona quando estamos quase por explodir. Infelizmente.

Mas… antes tarde do que nunca.

Livros com desconto especial

set 13, 2005   //   por Serendipidade   //   Criatividade / Inovação  //  Nenhum comentário

Essa semana está corrida… Roberto Jefferson continua apelando para o discurso do “errei mas sou transparente”. Severino está suando frio com o cheque transitando na mídia mas continua firme e forte com a palavra “não” dentro da boca. Os Correios estão parados porque os funcionários ganham pouco (mas os executivos embolsam muito).

Com tanta coisa acontecendo no Brasil, merecemos distração e estímulo na criatividade. Estou mandando uma promoção imperdível de livros:

30% de desconto em todos os livros clássicos modernos!

“Os 2.1 Mosqueteiros” – Alexandre Dumas
“70 Anos de Solidão” – Gabriel García Márquez
“1388,8″ – George Orwell

(c) advertka.ru

Genial essa propaganda da Mondadori (uma grande editora italiana).

O link ao clicar na foto acima nos leva ao Advertka.ru – um site russo com diversas propagandas impressas e em vídeo com um tipo de acesso cada vez mais comum na rede: Grátis! Aproveitem.

Um pouco de divertimento para acalmar o nosso humor em meio a tanta corrupção política.

Conteúdo viral é aumento na audiência (e nas vendas também)

set 12, 2005   //   por Serendipidade   //   Criatividade / Inovação  //  Nenhum comentário

(c) yotophoto.comTem certas coisas na internet que são demasiadamente viróticas. Quando conseguimos provocar um estalo nos leitores de nossas páginas virtuais a propagação se torna incrivelmente gigantesca. Unindo isso com os blogs servindo de profetas, temos literalmente uma propaganda “Boca-a-Mouse”.

Outro fato intrigante é tentar saber que tipos de assuntos provocam esse tipo de reação mais fortemente. Ou melhor, qual é a idéia perfeita para passar para nossos leitores e que desperte a vontade de fazê-lo contar para alguém?

Atualmente, o perfil do usuário de internet é de busca por informação em quantidade, e não qualidade. Portanto, quanto mais curta, criativa e influenciadora for a sua idéia, melhor! O Marketing é uma arma poderosa nesse caso.

Mas somente criatividade não basta. A nova geração de “clientes” de websites, blogs ou lojas virtuais, a chamada “Geração C”, busca mais do que uma idéia original ou interessante, ela busca interação, participação e reconhecimento. Veja o exemplo da colaboração em massa na internet.

Junte os dois: simplicidade criativa e capacidade interativa e voilà. Sua idéia ou seu recado está contaminado pelo vírus da divulgação.

Dentro do contexto, vai uma propaganda boca-a-mouse do site do meu irmão. Ele teve uma idéia simples e aparentemente ingênua, mas ele tem hoje mais de 20 mil visitas por dia no seu website. É criativo, simples, desperta a curiosidade e possui interatividade.

“Terra: Cave, mas cave certo.”

Se eu cavar um buraco muito fundo, aonde eu vou parar?

Regras (clichês) da Publicidade

set 8, 2005   //   por Serendipidade   //   Criatividade / Inovação  //  13 Comentários

(c) yotophoto.comO que mais irrita em publicidade?

Aparentemente muitas das propagandas são feitas assim: Mostram algo tão preocupado em convencer o cliente que acabam se esquecendo da conformidade com a vida real.

É esse o fato que irrita. A vida real não participa muitas vezes da concepção da idéia.

O escritor John Camm fez uma lista de clichês em publicidade que visa demonstrar que nem sempre o que a propaganda mostra condiz com a nossa vida cotidiana. Ela segue algum padrão que não se sabe de onde foi tirado – mas que são regras seguidas muito freqüentemente.

Começo com 20 regras selecionadas do escritor. Convido vocês a colocar mais clichês da propaganda que fogem da realidade. Insira seus comentários abaixo.

  1. Homens são obsessivos com sexo, mas vão deixá-lo de lado para assistir futebol ou beber cerveja.
  2. As mulheres estão presas numa batalha constante contra seu peso/curvas do corpo/corte de cabelo.
  3. Sucesso na carreira é totalmente baseado na sua habilidade de impressionar seu chefe.
  4. Mães estão sempre perturbadas mas, NUNCA deprimidas ou incapazes de lidar com seus problemas.
  5. Qualquer ato de estupidez do homem (por exemplo, andar sobre um chão limpo com os sapatos sujos de lama, colocar um cachorro no lava-louças, etc.) serão recebidos com um sorriso irônico, não com raiva ou estresse.
  6. Homens casados irão flertar outras mulheres jovens, mas NUNCA farão nada.
  7. Qualquer pessoa que for cientista terá cabelo maluco e roupas horríveis.
  8. Se você trabalha em serviços de emergência ou resgate, você é uma pessoa melhor que a população em geral.
  9. Parentes mais velhos NUNCA sofrem de problemas mentais decorrentes da idade.
  10. Escandinavas são, sem exceção, loiras e bonitas.
  11. Mulheres possuem trabalhos que jamais fariam na vida real, por exemplo, estivadora (que se parecem modelos).
  12. Crianças não comerão frutas ou verduras. Nunca.
  13. Homens e mulheres acham o ato de dirigir prazeroso, nunca irritante ou chato.
  14. Homens são inerentemente preguiçosos, mulheres são o contrário.
  15. Atendentes de bancos são -A- amigos dos clientes, e -B- atraentes um pouco acima da média (somente se forem mulheres).
  16. Homens modernos possuem um gato.
  17. Bebidas quentes possuem efeitos rejuvenescedores.
  18. Profissionais possuem preocupações estranhas e triviais, por exemplo, uma advogada que tem obsessão por encontrar uma barra de cereais saudável.
  19. Todos os produtos médicos irão funcionar instantaneamente e 100%.
  20. Crianças sabem mais que adultos.
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