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Consumidores querem conversar com as empresas

jun 26, 2008   //   por Blog Corporativo   //   Apresentações/Pesquisas  //  1 Comentário

A ExpoTV encontrou em um estudo recente que os clientes querem conversar com as empresas. Veja os principais pontos encontrados:

– 55% dos clientes querem um diálogo constante com a marca;

– Uma empresa que se demonstra disposta a conversar com seus clientes experimenta aumento nas vendas e na fidelidade: 89% dos entrevistados seriam mais fiéis se as empresas os convidassem para participar de um grupo de discussões, e 92% disseram que recomendariam a empresa se tivessem uma experiência positiva no diálogo com ela;

– Perguntados com quem dentro de uma empresa eles gostariam de conversar, 49% disseram que com o departamento que cuida de desenvolvimento e design de produtos. 14% com o suporte ao cliente, 14% com o marketing e 13% com que cuida dos preços;

– Mais de 60% dos entrevistados contariam para 10 ou mais pessoas uma experiência positiva com uma marca;

– 93% dos entrevistados disseram que conversariam com as empresas concorrentes que estão abertas ao diálogo quando sua primeira escolha não estiver interessada neles;

Alguém aí conhece um canal de comunicação para habilitar esse diálogo que os clientes tanto querem?

Fonte: Adrants

Mosaico do mundo web 2.0

jun 26, 2008   //   por Serendipidade   //   Criatividade / Inovação  //  1 Comentário

Mosaico da web 2.0Alguém que tinha tempo livre resolveu criar um mosaico composto por 1001 diferentes logos de websites da web 2.0. E olha só: eles são clicáveis!

A figura do mundo formada pelos pequenos logos pode ser vista como uma analogia ao conceito suportando todos esses sites: quebrar distâncias formando comunidades e fomentando discussões.

Fonte: wikkidAPPS

Sobre a 2a edição, a capa e outros pormenores…

jun 24, 2008   //   por Blog Corporativo   //   Blog Corporativo  //  10 Comentários

O material já está todo nas mãos da editora. Agora o conteúdo entra no processo de revisão do bom e velho português (particularmente eu odeio gramática e sofro para aprender novas línguas por causa disso) UPDATE: O livro está sendo diagramado de acordo como será impresso. Daí volta pra mim. Esse processo deve demorar uma semana.

Depois de aprovado o livro vai para a gráfica, onde ele passa de 2 a 3 semanas se multiplicando.

A nova edição (se tudo correr bem) estará à venda em meados de agosto.

Antes que me perguntem:

  • Não sei quanto vai custar. Quem determina isso é a editora e os órgãos literários competentes. E só depois de impresso.
  • A capa não vai mudar. A maçã (o mercado – detentor da informação e dos desejos) ainda continua sua saga de tentar se comunicar com as laranjas (as empresas – que fingem que a conversa não é com ela. Fechadas e azedas).
  • Mas eu quero ter a versão original e sem cortes” – ok, ainda tem uns leftovers no Submarino, na Martins Fontes Paulista e na Livraria Cultura.
  • Que vantagem eu tenho em esperar pela 2a edição?” – além dos updates, você terá a possibilidade de ler um novo capítulo chamado “Como vender o blog: Retorno sobre Investimento“.

Dúvidas sobre o concurso da Petrobrás

jun 22, 2008   //   por Blog Corporativo   //   Blog Corporativo  //  3 Comentários

Várias pessoas escreveram nas últimas duas semanas pedindo minha opinião sobre o gabarito da prova de um concurso da Petrobrás que ocorreu no início de junho para a área de comunicação (Relações Públicas, Jornalistas e Publicidade) aplicado pela Fundação Cesgranrio.

39. Considerados como uma evolução dos diários pessoais online, os blogs corporativos seguem a tendência de incorporar à sua estrutura várias ferramentas de colaboração características da web 2.0, tais como podcasts e feeds. Nesse sentido, o uso de um blog corporativo como ferramenta de comunicação on-line tem como objetivo

(A) criar um espaço formal para apresentações institucionais.
(B) diminuir o investimento no processo tradicional de distribuição de conteúdo.
(C) manter-se alinhado à nova tendência da presença corporativa no mundo digital e colaborativo.
(D) estreitar e incentivar uma melhor experiência de relacionamento com o público interno.
(E) monitorar estatisticamente os acessos e o perfil do usuário on-line.

Quem me escreveu dizia que escolheu a alternativa D como correta, mas o gabarito apresentou a alternativa C como resposta certa. Já respondi a todos eles, mas estou publicando a questão aqui por ser de interesse de todos.

Vamos reescrever a pergunta só por curiosidade: Sabendo que o blog corporativo é uma evolução do blog comum e, assim como no blog comum, ele também utiliza várias ferramentas de web 2.0, qual o objetivo do seu uso como ferramenta de comunicação online?

A resposta C está correta.

A resposta D também está correta.

Agora, se a intenção é obter a resposta mais correta, eu diria que a C é a mais correta pois, apesar de fraca, é verdade. A D soa muito mais correta, mas está incompleta porque o alvo é também o público externo.

Pelo teor das possíveis respostas, eu tenho a impressão que o examinador não queria aplicar uma pegadinha. Tenho a impressão que ele nem sabia que o blog poderia ser usado para o público interno também. Eu acho que se trata daquilo que mais temos no mundo dos blogs corporativos hoje: falta de informação.

Na minha opinião, se existe a possibilidade de se anular a questão, acredito que os candidatos deveriam entrar com um recurso. Não custa tentar.

Popularidade dos blogueiros não significa credibilidade

jun 20, 2008   //   por Serendipidade   //   Marketing / Negócios  //  2 Comentários

Falou tá falado

Todos confiamos nas indicações de amigos próximos ou da própria família para o consumo de novos produtos ou serviços. Isso faz parte de uma relação de confiança conquistada pela proximidade, mesmos ideiais, conhecimento das nossas preferências, e assim por diante. Acredito que nenhuma ação de marketing, tanto online quanto offline, jamais conseguirá ter o mesmo poder de persuasão. Seria o mesmo que dizer que uma companhia tem uma marca fortíssima, um porto seguro, e consegue enxergar o que você necessita nesse exato momento. Para começar quase nenhuma empresa “conversa” com seus clientes, não são onipresentes, e nós todos temos uma certa aversão a acreditar no que eles dizem por experiências próprias.

Se você teve problema eu também vou ter

Em uma segunda categoria de confiança está o testemunho de consumidores que passaram pela experiência de consumo antes. Eles dividem suas impressões e opiniões sobre o que ocorreu na internet ou em sua comunidade e, de uma forma mais amena, influenciam a decisão daquele que quer gastar. O grande abismo que separa isso de uma indicação de amigo/família é a capacidade de proativamente indicar produtos que você provavelmente está precisando mas não se deu conta ainda.

Ambos casos acima tem uma peculariedade semelhante: credibilidade.

Sendo assim, o que dizer de empresas que utilizam blogueiros influentes para divulgar seus produtos? São eles mais críveis do que pensamos?

Para responder, a firma de pesquisas Pollara divulgou uma pesquisa em abril/2008 sobre o uso de blogueiros famosos na divulgação de propagandas. O lance é que a bola deles não está tão cheia segundo a pesquisa. Depois eu vi, do lado oposto, a recente pesquisa da Forrester divulgada no último dia 12 dizendo que os marketeiros devem ficar de olho nos usuários mais ativos dentro das redes sociais, pois são eles que poderão ter uma voz de comando mais significativa.

Um ponto para cada lado.

Pausa para reflexão (necessária nesse mundo “informaçãoníaco“).

Se você acompanhou o raciocínio não é difícil entender que os dois cenários mais acima são de fato mais influentes que os próprios blogueiros influentes (os quais nem sempre são nossos amigos ou consumiram o produto por livre vontade e tiveram uma autêntica experiência). Mas cada um tem o seu papel. O blogueiro famoso sempre será mais convincente que um anônimo. E mais, os blogueiros são o que as empresas encontraram e que estão mais próximos dos consumidores no momento.

Blog Corporativo no Google Books

jun 19, 2008   //   por Blog Corporativo   //   Blog Corporativo  //  Nenhum comentário

Se você ainda não leu o meu livro porque a primeira edição está esgotada e a segunda edição ainda não está disponível, ou ainda, se você acha que o conteúdo deve ser muito básico ou que não vale a pena entrar nessa história de blogs corporativos de cabeça, agora você pode fazer um autêntico test-drive antes de decidir comprar:

O meu livro acaba de ser disponibilizado pela minha editora no Google Books. Pena que ela não colocou a capa/contracapa disponível também. Vou falar com eles para ver se consigo atualizar.

Alí você poderá ter acesso ao conteúdo completo, porém limitado a uma certa quantidade de páginas que você poderá visualizar.

WWW = World Wide Wisdom

jun 19, 2008   //   por Serendipidade   //   Comportamento  //  1 Comentário

http://www.vlib.us/web/opte.org.jpgEstava no meu carro vindo para o trabalho hoje de manhã e, pensando sobre a vida, vi um endereço web em um outdoor. Na hora me ocorreu que a World Wide Web (rede de alcance mundial) é na realidade um World Wide Wisdom (inteligência em escala mundial).

Fiquei tão feliz… Aí pensei, certamente já pensaram nisso…

Pesquisei no Google: “World Wide Wisdom“. Tem até livro. Mas não cobrindo a – atualmente chamada – inteligência ou sabedoria das multidões (Wisdom of Crowds), nem o Crowdsourcing. Nem relacionado com o Gustave Le Bon e seu livro de 1895…

No final fiquei com a sensação de novidade. Vou usar o termo num capítulo do meu novo livro, só que relacionado com a sabedoria das multidões / uso das multidões para resolver problemas.

O velho conceito de criatividade usando dois conceitos diferentes combinados para criar um terceiro. Só um pouco atrasado… mas ao menos minha cabeça está funcionando…

Tipos de blogs corporativos

jun 17, 2008   //   por Blog Corporativo   //   Blog Corporativo  //  Nenhum comentário

Sim, mais uma classificação. Diferente da classificação que criei no meu livro, mas ainda assim interessante. Retirei da apresentação do Dr. Ansgar Zerfass, um reconhecido profissional de RP alemão. Clique na figura para ampliar.

O que a produtividade tem haver com o cafezinho?

jun 16, 2008   //   por Serendipidade   //   Comportamento  //  5 Comentários

Alguns meses antes de me mudar para a Holanda um gerente me disse que tinha lido em algum lugar que os Holandeses eram muito produtivos. Procurei na rede evidências dessa afirmação e, além de confirmar ser verdadeira (página 35 tem um gráfico onde a Holanda só perde para os Estados Unidos), acabei encontrando, em uma apresentação sobre Inovação Tecnológica na Indústria Brasileira a seguinte frase:

Em 2002, já eram necessários cerca de 4 brasileiros para produzir o mesmo que um norte-americano.

Um número intrigante.

Para aqueles que estão buscando evidências empíricas ou discussão séria na comparação Brasil e Holanda parem por aqui, pois minha observação ignora diferentes indústrias e ramos de atuação. Mais ainda, minha opinião ruma para o lado do cafezinho (que tanto desestimula a criatividade)…
Bandeja para copos

  • No Brasil temos a cultura do “vamos tomar um cafezinho”. A máquina de café é o ponto que mais recebe visitas durante o dia. Nas minhas andanças por diversas empresas noto que existem pessoas que, literalmente, ficam mais tempo no café que na baia. Nunca sozinhos.
  • Na Holanda eles bebem mais café em quantidade (só que aguado), mas toda hora um membro da equipe levanta e pergunta a todos o que querem beber. A bandeja com furos para colocar os copos (foto) está presente em todos lugares. Niguém vai junto e fica de papo furado perto da máquina.

Eu não bebo café. Portanto às vezes eu ia à máquina para papear porque ir até ela é fazer um social.

Ir à máquina é networking.

Mas afeta a produtividade.

Para os bebedores de café é difícil ficar sem cafeína, entendo. Mas bater um papo furado é evitável. Se você não consegue evitar, tente outros approachs, como o do Get Things Done – foque seus esforços se livrando de trabalhos mentais.

Qual é o objetivo do Marketing?

jun 16, 2008   //   por Serendipidade   //   Marketing / Negócios  //  1 Comentário

Não vou responder a pergunta eu mesmo. Peter Druker já respondeu isso em 1973:

“Pode-se presumir que sempre haverá necessidade de algum esforço de vendas, mas o objetivo do marketing é tornar a venda supérflua. A meta é conhecer e compreender tão bem o cliente que o produto ou serviço se adapte a ele e se venda por si só. O ideal é que o marketing deixe o cliente pronto para comprar. A partir daí, basta tornar o produto ou serviço disponível.”

Só queria começar bem a semana com uma frase que traz para muito perto o conceito e os benefícios de um blog corporativo. Para deixar um cliente pronto para comprar entregue a ele o que ele deseja. Para deixar seus vendedores livres antecipe as necessidades do cliente extraindo a informação deles próprios antes.

Como fazer isso? Pergunte aos seus próprios clientes e potenciais clientes. Use o blog para isso.

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