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O experimento do foco no cliente

mar 16, 2006   //   por Serendipidade   //   Comportamento  //  5 Comentários

(c) the39dolarexperiment.comAinda empolgado pelo post anterior, e com a questão do marketing centrado no cliente, conheça: The $39 experiment.

Um indivíduo enviou 100 cartas (39 dólares em selos) para empresas de produtos e serviços pedindo lembranças, brindes, descontos, qualquer coisa que pudesse ser considerado de valor.

Fico curioso em saber como seria no Brasil. Será que ao menos responderiam as cartas? Ou poderíamos nos surpreender? Alguém está afim de tentar?

Exemplos de Blogs Corporativos nacionais

mar 13, 2006   //   por Serendipidade   //   Serendipidade  //  13 Comentários

(c) yotophoto.comEstou finalizando meu livro sobre o uso de blogs para melhorar o relacionamento com clientes. Se tudo der certo, deverá ser lançado em meados de maio deste ano.

Venho aqui para pedir ajuda para vocês.

Preciso levantar exemplos nacionais de blogs corporativos ou uso de blogs para buzz marketing no Brasil.

Sei que ainda são casos raros como eu disse aqui, mas espero conseguir o maior número de alternativas possíveis para estudos de caso.

A sessão de “Agradecimentos” do meu livro não esquecerá de vocês! Deixe suas referências.

Brasileiro Médio = Cliente Passivo

mar 10, 2006   //   por Serendipidade   //   Comportamento  //  2 Comentários

(c) yotophoto.comPorque nós clientes apanhamos tanto das empresas?

A classe alta possui dinheiro, com isso consegue manipular o sistema e conseguir pontos a seu favor. Contrata o melhor advogado, possui os melhores contatos, e é o principal consumidor de produtos caros, onde o relacionamento com o cliente é personalizado.

A classe baixa não possui dinheiro e é vítima da desigualdade social. Quer comer, quer vestir, quer suprir as necessidades básicas para viver. Por isso pega sempre no pé do governo, reivindica, luta, vai atrás, porque é a vida que conta.

A classe média é a classe boba. Não tem necessidades básicas porque tem dinheiro pra isso. Não pode comprar do bom e do melhor e desfrutar da personalização dos produtos caros. Acaba, então, comprando os produtos massificados nas prateleiras, operadoras de celular, bancos, etc.

Mas qual é o problema?

O problema é que as empresas, o governo, nem ninguém se importa muito com o cliente. Somos mal atendidos, ficamos horas em filas ou em call-centers, não recebemos o que merecemos.

Então ficamos acomodados pela virtude da sobrevivência, e sempre tentamos alcançar a faixa superior, dando a melhor escola para nossos filhos, comprando o melhor celular, se endividando com luxos que não podemos pagar – sensação de segurança que nos mantém como o coração do capitalismo e vítimas do próprio consumo. A classe média quer ficar rica e essa é a única preocupação.

É aí que a classe média é boba.

Deveríamos lutar, brigar, protestar como fazem os da classe baixa. Deveríamos boicotar os produtores de álcool para baixar os preços, parar de comprar os produtos daquela empresa que te maltratou ou forneceu um produto de má qualidade, aderir a greves. Nada de revolução, mas atitude.

Precisamos aprender a nos impor como clientes e receber o respeito esperado de um relacionamento justo de troca financeira por benefícios. Não estamos fazendo um favor para as empresas consumindo seus produtos.

Fazendo dinheiro de outro jeito

fev 13, 2006   //   por Serendipidade   //   Criatividade / Inovação  //  3 Comentários

(c) stuffandme.comEnquanto o mundo inteiro e outros brasileiros ainda tentam ganhar dinheiro imitando a Página de um Milhão de Dólares, Aric McKeown está inovando e trazendo uma proposta diferente.

Nada haver com venda de pixels.

Na Stuff & Me você paga 15 dólares, Aric prepara uma foto engraçada dele com o seu produto ou objeto de anúncio, e publica ela no seu website de maneira randômica.

Ele pode não conseguir um milhão de dólares, mas a página promete. Aric mandou bem, e aqui estou eu passando o recado pra frente.

Criatividade espalha.

Blogs – Sua empresa está nua!

jan 26, 2006   //   por Serendipidade   //   Serendipidade  //  4 Comentários

(c) exame.com.brConforme apresentei no post anterior, começou a circular hoje (26/01) nas bancas a edição 860 da Revista Exame que fala sobre a influência dos Blogs nas empresas.

Serendipidade.com agradece a reporter Camila Guimarães pela consulta na discussão do tema, e pela oportunidade de ter apresentado fatos e links importantes para a conclusão da matéria.

Blogs corporativos no Brasil

jan 25, 2006   //   por Serendipidade   //   Marketing / Negócios  //  5 Comentários

(c) Yotophoto.comRecebi recentemente um contato de uma reporter da Revista Exame, que está fazendo uma pesquisa sobre blogs corporativos para uma matéria a ser publicada em breve.

Conforme eu disse neste post anterior, a idéia do que é um blog ainda está amadurecendo no país, e exemplos tupiniquins de blogs corporativos são raros de se encontrar.

Arriscaria dizer que nenhuma grande empresa nacional, ou multinacional presente no país se ocupou dessa novidade em franco crescimento no exterior, principalmente nos Estados Unidos. E é difícil negar que o blog possa agir como um canal de comunicação interativo com o cliente, o seu crescimento é um fato real, bem como o número de pessoas que passam a acessar a Internet dia após dia.

Exemplos nacionais seguem atualmente um nicho muito específico: o micro-empreededorismo, que por sua vez é dividido em duas categorias distintas. São os empreendedores virtuais (especificamente os web 2.0), e pequenas empresas autônomas.

No primeiro subgrupo, temos o exemplo da Camiseteria, e no segundo temos alguns blogs de autores de livros ou palestrantes, blogs jornalísticos dentro ou fora de um veículo de comunicação, e por fim, este blog famoso de um negócio muito antigo, que no fundo não deixa de ser um “blog corporativo”…

20 definições para BLOGAR

jan 19, 2006   //   por Serendipidade   //   Marketing / Negócios  //  4 Comentários

(c) Yotophoto.comQuebrando a idéia nacional (no Brasil os internautas ainda enxergam assim) de que blogar é escrever o seu dia-a-dia na web como um mero diário, dou destaque para Debbie Weil e seu Blogwrite for CEOs, ela tem méritos.

E atenção empresários, o blog é o mais novo canal de contato com o consumidor, e de comprovada eficiência (ainda em modesto crescimento no Brasil). Pode ser usado tanto ativamente (fazendo seu próprio blog), quanto passivamente (lendo o que estão falando do seu produto em outros blogs). Experimente comparar sua marca ou produto com outro, ou pesquisar o nome da sua empresa no Technorati, e veja o que estou falando.

Blogar é…

#1 Uma forma inédita e autêntica de auto-expressão

#2 Uma ferramenta de publicação instantânea

#3 Um jornal online com conteúdo atualizado

#4 Jornalismo amador

#5 Algo que está revolucionando a web (pense no RSS)

#6 Uma maneira de criar uma comunidade com os seus eleitores ou leitores

#7 Uma alternativa para meios de comunicação em massa

#8 Uma ferramenta para ensinar aos estudantes como escrever melhor

#9 Uma nova maneira de se comunicar com seus clientes

#10 Uma nova forma de gestão de conhecimento em grandes companhias

#11 Uma maneira para pessoas se comunicarem umas com as outras

#12 Algo para mantê-lo ocupado quando você está desempregado

#13 Uma maneira de pensar e escrever em poucos parágrafos ao invés de um longo ensaio (o qual ninguém tem mesmo tempo de ler)

#14 Um email seu para todo mundo (uma maneira de se manter em contato com a família e amigos)

#15 Uma palavra boba que é engraçada de se dizer (“Vou blogar agora… “)

#16 Uma maneira de escrever com uma voz e personalidade distintas

#17 Algo para conversar em festas e coquetéis (“Eu bloguei uma idéia da Cris, e ela blogou uma idéia minha de volta…”)

#18 Um endereço web para você adicionar em seu Currículo

#19 Alguma coisa a mais para fazer com seu telefone celular (veja audio blogging e moblogging)

#20 Algo que você não quer que sua mãe saiba (veja o texto aqui e o interessante PostSecret)

Milhão de Pixels e Dólares

jan 10, 2006   //   por Serendipidade   //   Criatividade / Inovação  //  8 Comentários

(c) yotophoto.comSe você está chegando a esta página após pesquisar no Google, Yahoo, MSN Search ou qualquer outra ferramenta de busca, ESTE É O SEU LUGAR!

Esta URL que conta a historinha do nosso amigo da venda de milhões de pixels, é hoje a mais visitada em meu blog via buscas em ferramentas como as que citei acima. Ela é do dia 22 de setembro de 2005, apenas 1 mês depois do lançamento do original.

Eu vou confortar vocês e fazê-los refletir.

Não adianta copiar a idéia dele… a onda já passou a muito tempo, e idéia original é a que vale e a que ganha dinheiro. O resto são somente oportunistas esperançosos e iludidos. A idéia empolga, não tenha dúvida, mas não se encha de sonhos. Quem ganha muito dinheiro é quem cria, quem copia no máximo se sustenta.

Se mesmo assim você está buscando ou quer dicas (óbvias) de como montar o seu, tente o site do meu amigo Philipp e a sua “Fórmula para criar uma Homepage de Um Milhão de Dólares Mal Sucedida“.

Aparentemente só hoje a história “decolou” no Brasil. O que mostra uma deficiência. Mostra um pouco do perfil do navegante web que se informa primeiro fora da internet e busca informações depois. Não só nacional, mas também mundial quando olhamos o aspecto “adoção de tecnologias” como é o caso do RSS.

Por quê as pessoas que estão buscando “venda de pixels” na web, só estão fazendo isso hoje?

PS:

Não sou webmaster de nenhum website de milhões de reais frustrado. Somente quero incutir a visão da Idéia vs. Cópia relacionando-a com seus respectivos resultados. Por isso CRIATIVIDADE é tão importante, é ela que vai te destacar na multidão

Estratégias polêmicas não são novidade

jan 3, 2006   //   por Serendipidade   //   Marketing / Negócios  //  3 Comentários

(c) capitalgaucha.com.br/poli_position

Lendo o blog Business Opportunities Brasil da Cris Zimermann deparei com a propaganda (outdoor) acima, de uma confecção e loja de roupas do sul do Brasil.

(c) serendipidade.comAchei interessante porque não é a primeira vez que vejo algo do gênero. Ao lado tenho uma foto de uma campanha publicitária denominada “Super Fuck – Fuck 2001”, feita em cartões postais que obtive no ano novo 2001/2002 em Praga.

Não sei do que se trata porque não entendo o que está escrito, mas achei a campanha um pouco impressionante pela ousadia. Nada tão assustador para um país que está vivendo uma onda liberal após um período conturbado na sua história, e indubitavelmente marcante.

Tirando o fato da não originalidade da peça, aqui no Brasil, usar propagandas com teor polêmico não é novidade. Durante o período em que o Brasil recebe o circo da Fórmula 1, é muito comum vermos outdoors das casas noturnas dedicadas a serviços “especiais”. Logicamente a prefeitura veta alguns, retira outros, mas a peça já foi lançada e comentada em todos jornais, gerando o efeito Buzz Marketing, que também serviu para o caso acima.

(c) ultimosegundo.ig.com.brPonto para o Marketing… Com ou sem polêmica, ele acaba chamando a atenção.

Efeitos de um mundo conectado e sexualmente estampado na TV, revistas e jornais? Morte da capacidade criativa? Ou simplesmente nós mesmos sendo enganados (e impressionados) porque somos assim, politicamente corretos na aparência e sujos (o interesse por causas “proibidas”) por dentro?

Era uma vez um Marketing…

dez 30, 2005   //   por Serendipidade   //   Marketing / Negócios  //  1 Comentário

(c) yotophoto.com… esse Marketing pertencia a uma gigante da indústria de bebidas. Dentro do seu plano de expansão no Brasil, ela resolve lançar mais uma marca de cerveja no mercado. Um mercado onde 1% de participação no marketshare significa muito mais que meros 1 milhão de Reais.

Mas ela não está em busca de participação no mercado como um todo, ela quer abocanhar uma nova fatia de mercado muito rentável, uma divisão composta por pessoas com maior poder aquisitivo. Um nicho especial. Mas para isso, seria necessário contar com uma história convincente e competitiva para com as outras cervejas importadas, e sem efetivamente importar um novo produto (o que num país altamente explorativo no campo dos impostos não seria viável e lucrativo).

Importaremos então a marca, o nome. Já fizemos isso com a Brahma daqui pra lá, vamos fazer igual de lá pra cá.

Surge a belga Stella Artois (leia-se Estela Atoá). Uma garrafinha de 275ml que custa quase 2 reais. Mas que possui um conteúdo nacional. Um rótulo garante que a fabricação segue a milenar receita dos belgas. Mas temos que convir que introduzir ingredientes e mudar um processo de fabricação custa muito caro para um empresa. Mudar máquinas, canos, dar treinamento aos cervejeiros, produzir a embalagem e importar a cevada.

Sou cético. Provavelmente ela não passa de uma cerveja nacional + água. Não pelo sabor, mas pela lógica de uma empresa que quer cortar custos e aumentar os lucros incondicionalmente. Seria tão somente um exemplo de máscara, assim como no caso do carvão para churrasco que apresentamos antes ou no da água mineral.

Não sei como andam os lucros dessa empreitada. É um marketing baseado em uma historinha aliada a um produto “importado”, para um país que adora coisas importadas. Com tudo isso na cabeça, e já com a história contada para nós mesmos, não há como não achar a cerveja sensacional na hora que tomarmos, o “psicológico” já foi massageado.

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