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Leituras que valem a pena #6

dez 1, 2005   //   por Serendipidade   //   Serendipidade  //  Nenhum comentário

Reinventar a roda | Prof. Dr. Rogério Lacaz-Ruiz
O Professor da Universidade de São Paulo nos traz esse artigo interessante sobre a questão que estávamos discutindo aqui.

Can Serendipity be Planned? | MIT Sloan Management Review
Serendipidade pode ser planejada? Artigo de Nathan Eagle sobre o uso da tecnologia para promover encontros importantes (em PDF)

Best Inventions 2005 | Time
As melhores invencoes de 2005

A velha e conhecida máxima…

nov 29, 2005   //   por Serendipidade   //   Criatividade / Inovação  //  3 Comentários

Todo mundo conhece aquela velha história de “não reinventar a roda e fazer da maneira que dá certo”. Acredito piamente que isso seja mais parecido com “no mundo nada se cria… etc.” do que com algo que leve os méritos por conseqüência da restrição de conhecimento.

É algo assim: Como consultor às vezes utilizo as ferramentas desenvolvidas por pesquisadores e professores de Harvard, Oxford, etc. Não invento moda em torno disso, apenas adapto para a realidade nacional. Aí vc se sente restrito a “copiar” a idéia de certa forma, e se sente inspirado e cheio de idéias para desenvolver… mas PARE! Você deve fazer o que é reconhecido pelo mercado. Você fica amarrado se quiser, se você for inovador a recompensa virá, mas o ambiente é importante.

No final, o mercado não produz (quase) nada, só os acadêmicos que vivem para tal e ganham para isso. Aí aparecem pessoas como Jack Welch, que era um presidente, um lider, e só depois que ele esteve no topo é que se dá crédito.

Acabei escrevendo demais. Eu só queria colocar a revista BusinessWeek ao lado da revista Exame para refletir. Só a imagem… o conteúdo é outra história, e deixo para que vocês descubram.

(c) serendipidade.com

Inovação no topo da onda

nov 25, 2005   //   por Serendipidade   //   Criatividade / Inovação  //  1 Comentário

(c) yotophoto.comEstamos vivendo uma nova onda (moda) na gestão de empresas. É a onda da inovação. Jamais se falou tanto em inovação dentro do ciclo de gestão de produtos, gestão econômico-financeira, gestão logística, etc.

Essa onda acaba de atingir o Brasil consolidada pela matéria na revista Exame desta semana. São apresentadas dicas, exemplos e a descrição do perfil da empresa que aposta na inovação e transformação de idéias.

Aqui já comentamos anteriormente alguns movimentos que também comprovam essa “economia do conhecimento”, vimos que algumas escolas de gestão alteraram seu curso de MBA para incluir matérias sobre inovação, e que os consumidores estão cada vez mais exigentes e interagindo melhor com as empresas.

Empresas nacionais estão amadurecendo os processos internos para incluir times ou equipes voltadas para inovação. É o caso de empresas como Natura e Nutrimental, citadas na reportagem da revista. Uma tendência no mercado de trabalho é o surgimento de vagas de consultores de inovação, gestor de times criativos e quem sabe de um novo tipo de CIO – Chief Innovation Officer como pude confirmar em algumas reportagens.

As empresas que mais influenciaram a estratégia de inovação estão colhendo reconhecimento mundial. A General Electric com o acrônimo CENCOR (calibrar, explorar, criar, organizar e realizar), Procter & Gamble, Starbucks e muitas outras se enquadram na lista.

A revista BusinessWeek até introduziu uma nova seção nas suas páginas.

O que mais está por vir? Para responder é preciso muita criatividade e inovação para saber. Podemos aposentar a velha bola de cristal.

Leituras que valem a pena #5

nov 10, 2005   //   por Serendipidade   //   Serendipidade  //  3 Comentários

The Impact of “Ambient Findability” | BusinessWeek
Peter Morville discute os efeitos da possibilidade de encontrar qualquer coisa de qualquer lugar em qualquer hora, graças a internet.

Some Technologies Will Annoy | Wired
Alguns futuristas discutem a presença ou não de diversas tecnologias de ponta hoje, no futuro.

The Long Tail | Wikipedia
Teoria cunhada por Chris Anderson. Estuda uma nova economia através do fortalecimento dos mercados de nichos específicos na indústria do entretenimento.

Se tornando o "Mestre dos Blogs"

nov 7, 2005   //   por Serendipidade   //   Comportamento  //  5 Comentários

(c) yotophoto.comHoje estava lendo uma reportagem sobre a influência dos Blogs nos consumidores (um assunto que já está começando a ficar piegas). Nele havia um trecho que apontava para um artigo da Harvard Business Review de autoria do presidente da Sun Microsystems, Jonathan Schwartz, considerado um dos melhores “blogueiros” do nível CxO.

O que quero colocar em questão aqui é toda essa nova onda de blogs que está se alastrando. Eu fui um dos que começou um blog na intenção de desenvolver minhas habilidades na escrita e articulação de idéias. Mas eu quero feedback… todo mundo que começa um blog deve ter seu motivo interno de reconhecimento, e o meu é iniciar discussões, botar a cabeça pra pensar, tentar trazer serendipidade para quem está lendo. Em segundo lugar, espero transformar esse meu trabalho em dinheiro**, diretamente ou indiretamente.

Algumas das idéias expostas por Schwartz nesse artigo são completamente cabíveis para um Blog-diário, um Blog-livro ou um Blog-críticas também. Só temos a ganhar se nos desenvolvermos na arte de expor nossas idéias claramente.

  • Utilize uma linguagem aberta, honesta e humorada.
  • Mostre respeito pela audiência.
  • Não ache que o blog é um tipo de propaganda.
  • Leia os comentários.
  • Responda os comentários para valorizá-los.
  • Autenticidade é o que conta.

**
Sim! Nós adoramos monetizar as coisas. O dinheiro é valor agregado a tudo. Vide o website “Quanto vale meu blog?” que está sendo extremamente propagado na rede. O bolso é a parte do corpo que mais dói quando mexemos nele.

Leituras que valem a pena #4

out 27, 2005   //   por Serendipidade   //   Serendipidade  //  Nenhum comentário

Ideas for Startups | Paul Graham
Idéias para empresas debutantes.

Ad Sat Point | Strategy + Business
Ponto de saturação em publicidade.

Sex Sells? | Adweek
Sexo vende? Como homens e mulheres olham as propagandas com teor sexual. Artigo em PDF.

Leituras que valem a pena #3

out 20, 2005   //   por Serendipidade   //   Serendipidade  //  Nenhum comentário

A Hard Ride For eDonkey | BusinessWeek
A rede de compartilhamento eDonkey está reformulando seu modelo de negócios.

Simplicidade é a resposta | Folha de São Paulo
Artigo de Marketing de Peter Sealey e Steven M. Cristoll sobre o uso da simplicidade nos modelos de negócios.

Everything You Need to Know About Strategy: A Baker’s Dozen Eternal Verities | Tom Peters
13 dicas sobre estratégia empresarial. Artigo em PDF.

Leituras que valem a pena #2

out 13, 2005   //   por Serendipidade   //   Serendipidade  //  Nenhum comentário

The 101 Dumbest Moments in Business | Business 2.0
Lista dos 101 momentos mais estúpidos de 2004 no mundo dos negócios.

Leading Creatively: The Art of Making Sense | Ivey Business Journal
Liderando com criatividade. Introdução de uma série de competências necessárias nos líderes de hoje. Artigo em PDF.

Como escrever um bom artigo | Stephen Kanitz
Dicas para escrever um artigo. Kanitz é articulista da revista Veja.

Leituras que valem a pena #1

out 6, 2005   //   por Serendipidade   //   Serendipidade  //  Nenhum comentário

Vou tentar trazer semanalmente (ou esporadicamente) alguns links para artigos interessantes do mundo dos negócios, marketing, criatividade e etc. Sempre dentro dos temas abordamos aqui e que são dignos de nota.

The Power of Dumb Ideas | Strategy+Business
A solução para os problemas atuais de marketing é o uso de menos criatividade na execução.

The SAP School of Design | BusinessWeek
Co-fundador da SAP investe pesado em Stanford – ponto positivo para as D-Schools.

Minipreneurs | Trendwatching
Estamos nos transformando em Mini-empresários com a internet.

Tudo por dinheiro e um pouquinho de atenção

out 4, 2005   //   por Serendipidade   //   Marketing / Negócios  //  Nenhum comentário

(c) yotophoto.comHoje fiz duas descobertas através do meu leitor RSS. Mas confesso que não foram descobertas, na verdade uma delas só vem confirmar aquilo que as empresas mais fazem – manipular a imprensa. E a outra mostra a falta de assunto da imprensa.

O que está por trás disso tudo? Respondo: O Marketing, a luta por conquistar espaço no mercado e a busca por aumento na receita, isto é, dinheiro.

1) Na primeira, acho que o termo “manipular a imprensa” poderia ser colocado de outra maneira. Seria talvez melhor dizer que a imprensa é que se vende.

Sabemos que lugar para propaganda custa dinheiro, principalmente se você possui um veículo de mídia como internet, TV ou mesmo uma Revista de circulação relativamente ampla.

Nos filmes e na TV, além de trailers e reclames, temos o merchandising incorporado durante a programação normal, na novela, no jornal, nas transmissões de esportes e etc. Estamos habituados com isso e às vezes nem percebemos.

Na Internet estamos vendo um crescimento absurdo de empresas como Google, Yahoo e outras de grande audiência por conta do comércio de propaganda e publicidade nos próprios websites ou através de janelas e programas de recompensas.

Além das propagandas, reclames e merchandising, temos um outro componente de peso que é parente do merchandising: A compra de notícias para veicular os nossos interesses. Aqui chegamos na primeira conclusão: A imprensa vende espaço para noticiar propagandas.

Como exemplo pego aquele que encontrei hoje no leitor RSS. A Blockbuster provavelmente comprou a divulgação da sua nova loja online em pelo menos (até onde vi) três grandes websites de notícias.

Blockbuster inaugura loja virtual – na IDG Now!

Blockbuster passa a vender pela internet no Brasil – na Folha de São Paulo

Blockbuster inicia operação de vendas online – na INFO Online

Sensacional! E me pergunto… e eu queria lá saber dessa notícia? Alguém aqui é acionista da locadora na bolsa de New York? E olha que mesmo com a notícia a ação dela caiu 0,09%. Super.

2) Na segunda, a falta de assunto da imprensa. Com o RSS posso acompanhar quase que paralelamente as diferentes fontes de notícias e posso dizer que ou está faltando agências de notícias no Brasil (todos usam a mesma fonte), ou é um copiando do outro.

A situação piora quando comparamos as notícias do Brasil com aquelas de outros websites internacionais como Wired, Business Week, New Scientist, NewsFactor e por aí vai… A notícia de hoje lá fora é a de amanhã aqui.

A regra é quantidade.

Os dois ítems mostram um descaso com a entrega das notícias e de propaganda, um desinteresse por filtrar melhor as histórias despejadas na gente. Acabamos virando um depósito de textos e imagens supérfluas, manipuladas e irreais.

Pequena atualização:

A revista Época também tinha a Blockbuster em destaque

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