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Qual é o limite para a publicidade?

out 5, 2005   //   por Serendipidade   //   Criatividade / Inovação  //  Nenhum comentário

(c) bumvertising.comApós vermos que a imprensa vende espaço para publicidade nas suas notícias, vamos a um rápido exercício.

Quais são as maneiras que as empresas podem utilizar para publicar as suas propagandas ou se fazer conhecida?

Vou apontar algumas que me vem em mente. Através de Notícias, Outdoors, Revistas, TV, Filmes, Novelas, Adesivos, Embalagens, Websites, Mala Direta, email (SPAM), Patrocínios, Eventos, Jornais, Telemarketing, seus próprios clientes através do boca-a-boca, etc.

No nosso mundo super, a criatividade não tem limites. Pode até mesmo surpreender e ultrapassar o limite do bom senso ou da ética. No exemplo a seguir, mostro uma dessas “invenções” na busca pelo cliente. Particularmente acho a idéia interessante, porém um pouco polêmica.

Um recém-graduado da Universidade de Washington, Benjamin Rogovy de 22 anos transformou os desabrigados das ruas em publicitários. Muitos desses “sem-teto” ficam andando pelas ruas com cartazes pedindo ajuda, dinheiro, comida ou vendendo algo. O que Rogovy fez foi unir o contato que esses sem-teto possuem com potenciais clientes nas ruas e no trânsito com uma publicidade pontual aproveitando os cartazes dos “pedintes”.

E estava criado o Bumvertising, um novo veículo para propaganda. Um neologismo composto pelas palavras Bum, que significa vagabundo em inglês, e vertising, que vem da palavra advertising – publicidade, propaganda. Uma maneira “honesta” de fazer com que esses necessitados ganhem algum trocado ou mesmo comida. O trabalho enobrece o homem.

A partir de então choveram críticas dizendo que é uma exploração, ou que chamá-los de vagabundos é faltar com respeito moral. Por outro lado a idéia conquistou a simpatia da imprensa (ave!) e de voluntários e instituições que ajudam pessoas carentes.

Até onde vão os limites da exploração publicitária?

Tudo por dinheiro e um pouquinho de atenção

out 4, 2005   //   por Serendipidade   //   Marketing / Negócios  //  Nenhum comentário

(c) yotophoto.comHoje fiz duas descobertas através do meu leitor RSS. Mas confesso que não foram descobertas, na verdade uma delas só vem confirmar aquilo que as empresas mais fazem – manipular a imprensa. E a outra mostra a falta de assunto da imprensa.

O que está por trás disso tudo? Respondo: O Marketing, a luta por conquistar espaço no mercado e a busca por aumento na receita, isto é, dinheiro.

1) Na primeira, acho que o termo “manipular a imprensa” poderia ser colocado de outra maneira. Seria talvez melhor dizer que a imprensa é que se vende.

Sabemos que lugar para propaganda custa dinheiro, principalmente se você possui um veículo de mídia como internet, TV ou mesmo uma Revista de circulação relativamente ampla.

Nos filmes e na TV, além de trailers e reclames, temos o merchandising incorporado durante a programação normal, na novela, no jornal, nas transmissões de esportes e etc. Estamos habituados com isso e às vezes nem percebemos.

Na Internet estamos vendo um crescimento absurdo de empresas como Google, Yahoo e outras de grande audiência por conta do comércio de propaganda e publicidade nos próprios websites ou através de janelas e programas de recompensas.

Além das propagandas, reclames e merchandising, temos um outro componente de peso que é parente do merchandising: A compra de notícias para veicular os nossos interesses. Aqui chegamos na primeira conclusão: A imprensa vende espaço para noticiar propagandas.

Como exemplo pego aquele que encontrei hoje no leitor RSS. A Blockbuster provavelmente comprou a divulgação da sua nova loja online em pelo menos (até onde vi) três grandes websites de notícias.

Blockbuster inaugura loja virtual – na IDG Now!

Blockbuster passa a vender pela internet no Brasil – na Folha de São Paulo

Blockbuster inicia operação de vendas online – na INFO Online

Sensacional! E me pergunto… e eu queria lá saber dessa notícia? Alguém aqui é acionista da locadora na bolsa de New York? E olha que mesmo com a notícia a ação dela caiu 0,09%. Super.

2) Na segunda, a falta de assunto da imprensa. Com o RSS posso acompanhar quase que paralelamente as diferentes fontes de notícias e posso dizer que ou está faltando agências de notícias no Brasil (todos usam a mesma fonte), ou é um copiando do outro.

A situação piora quando comparamos as notícias do Brasil com aquelas de outros websites internacionais como Wired, Business Week, New Scientist, NewsFactor e por aí vai… A notícia de hoje lá fora é a de amanhã aqui.

A regra é quantidade.

Os dois ítems mostram um descaso com a entrega das notícias e de propaganda, um desinteresse por filtrar melhor as histórias despejadas na gente. Acabamos virando um depósito de textos e imagens supérfluas, manipuladas e irreais.

Pequena atualização:

A revista Época também tinha a Blockbuster em destaque

i-Responsabilidade Social, o que há por trás dessa máscara?

out 3, 2005   //   por Serendipidade   //   Comportamento  //  2 Comentários

(c) yotophoto.comHoje a consciência com o nosso meio ambiente e sociedade está bem difundida (mas não totalmente), parece até moda, todas empresas estão adotando ou já adoraram e os institutos de responsabilidade social se estabeleceram. Quem tem a ganhar com isso somos nós mesmos, sem dúvida.

Mas para mim, no fundo, a responsabilidade social não passa de fachada para uma boa propaganda de marketing. No fundo as empresas não se importam.

O pior: quem não faz é visto com cara feia.
Um pouco pior: só fazem porque tem que fazer (evita atrasos e caras feias).
E pior ainda: tem gente que faz para cobrir buracos (ainda fazendo um monte de coisas erradas por trás).

A questão é que não deveríamos ser forçados a usar essa fachada, deveríamos ser por definição protetores da sociedade.

Vejam só que história vergonhosa:

A responsabilidade social é um movimento recente. Isso significa que estamos ainda saindo das cavernas, ainda não deixamos de ser animais irracionais por completo. O movimento tomou força nas décadas de 60 e 70 nos Estados Unidos e Europa e no Brasil só foi reconhecidamente consolidado na década de 90. Por quê demoramos tanto para agir?

Na nossa cegueira de ganância e egoísmo o resto vem em segundo plano.

O negócio já chegou até nas escolas onde educamos as crianças. Você prefere matricular seu filho em uma escola que promova a consciência social? Lógico que sim. Mas reflita se você não está admitindo ser pobre em responsabilidade social. O exemplo tem que vir primeiro de casa e não da escola. Para as escolas, lógico, tudo isso não passa de mais uma oportunidade de abocanhar mais dinheiro. Se elas se declaram responsáveis socialmente, porque não promovem bolsas de estudo para pessoas pobres? Ah… vai misturar a elite com a pobreza… É proibido? Nesse momento as discussões se voltam para o comunismo, afinal, dar espaço para pessoas menos abastadas é visto como comunismo por muitas pessoas. Que falta de visão…

No filme chileno Machuca de 2004, um padre da escola mais rica da cidade decide abrir espaço para crianças de famílias mais humildes seguindo o modelo de governo de Salvador Allende. A reação dos pais e dos próprios alunos mais ricos é óbvia. Imagina aqui no Brasil de hoje com as drogas e violência. Você acha que daria certo? Não vale a pena pelo menos tentar?

Quem sabe aproveitando a onda, o governo também não obrigue todos os cidadãos brasileiros a fazer um curso, carregar uma carteirinha, ou ter um carimbo na sua carteira de motorista com os dizeres: “Responsável Socialmente”. Ah… esqueci que já existe um atestado… as pulseirinhas solidárias. A maior prova de humanismo desde nunca… É o fim da picada.

Proponho um exercício: Visite a relação das 10 piores corporações de 2004, identifique aquelas que agrediram a sociedade e veja se elas possuem programas de responsabilidade social estabelecidos. Você poderá se surpreender com a presença de programas inócuos e com o cinismo.

É uma vergonha usar atributos que deveriam fazer parte da nossa vida há muitos anos só agora que o globo está aquecido, milhares de espécies estão em extinção e a violência está nas alturas. Não há muito que fazer, porque nosso senso de urgência só funciona quando estamos quase por explodir. Infelizmente.

Mas… antes tarde do que nunca.

As Leis da Informação

set 27, 2005   //   por Serendipidade   //   Comportamento  //  Nenhum comentário

(c) yotophoto.comVocê é um “Informaçãoniaco”? Qual é a essência de ser assim? Para que serve saber tanto?

Estava refletindo sobre o assunto e dou dois motivos que se transformam em atitudes quando o assunto é INFORMAÇÃO. Podemos chamá-las de “As leis da informação aplicadas no cotidiano”

  • As pessoas vão usar informações (exclusivas ou não) para benefício próprio
     
  • As pessoas vão manipular as informações antes de passá-las para a frente em benefício próprio

A primeira é o instinto (des)humano, e a segunda é poder convencer, ser persuasivo sem ser invasivo.

A primeira é o acionista comprando mais ações porque soube da última descoberta de petróleo ou da cura do cancer, e a segunda são os políticos mentindo para justificar que “não são culpados” de roubar o Brasil.

Falando em criatividade e marketing, a primeira é chegar na frente no momento de criar maneiras de ganhar dinheiro, é estimular a criatividade. A segunda pode ser representada pela figura de um marketeiro – aquele que sabe contar bem uma historinha.

"Geração C" e Pensamento Lateral

set 21, 2005   //   por Serendipidade   //   Criatividade / Inovação  //  Nenhum comentário

Dois exemplos rápidos de dois temas que já discutimos aqui anteriormente: a Geração C e o pensamento out-of-the-box

(c) inteligweb.com.brNa “Geração C” temos uma nova geração de consumidores que não somente compram passivamente, mas preferem participar das etapas de marketing das empresas e criar conteúdo.

Aqui temos o exemplo da Intelig que lançou (acho que na semana passada) a promoção crie seu comercial do 23. Um exemplo de que as empresas estão chamando os consumidores a participar e, assim, se sentirem “envolvidos”. É o estímulo que a “Geração C” precisa.

(c) mileskimball.comJá no caso do pensamento “fora-da-caixa” vimos que as empresas inovadoras costumam mudar aspectos do produto ou mesmo do que está em sua volta para gerar valor e provocar a “tentação” pelo consumo. É o uso de idéias fora do contexto do uso convencional do produto.

Nesse caso, cito o exemplo de uma imagem que estava rodando a rede na semana passada. A Miles Kimball, uma loja de departamentos online, possui um Garfo-cortador de pizza ou um “Garfaca de Pizza” se preferir. Perfeito para comer uma pizza com uma das mãos e tomar aquela cervejinha gelada com a outra durante os jogos do tricolor. Uma inovação de produtos utilizando dois elementos não relacionados anteriormente.

Vocês conhecem mais exemplos assim?

Conteúdo viral é aumento na audiência (e nas vendas também)

set 12, 2005   //   por Serendipidade   //   Criatividade / Inovação  //  Nenhum comentário

(c) yotophoto.comTem certas coisas na internet que são demasiadamente viróticas. Quando conseguimos provocar um estalo nos leitores de nossas páginas virtuais a propagação se torna incrivelmente gigantesca. Unindo isso com os blogs servindo de profetas, temos literalmente uma propaganda “Boca-a-Mouse”.

Outro fato intrigante é tentar saber que tipos de assuntos provocam esse tipo de reação mais fortemente. Ou melhor, qual é a idéia perfeita para passar para nossos leitores e que desperte a vontade de fazê-lo contar para alguém?

Atualmente, o perfil do usuário de internet é de busca por informação em quantidade, e não qualidade. Portanto, quanto mais curta, criativa e influenciadora for a sua idéia, melhor! O Marketing é uma arma poderosa nesse caso.

Mas somente criatividade não basta. A nova geração de “clientes” de websites, blogs ou lojas virtuais, a chamada “Geração C”, busca mais do que uma idéia original ou interessante, ela busca interação, participação e reconhecimento. Veja o exemplo da colaboração em massa na internet.

Junte os dois: simplicidade criativa e capacidade interativa e voilà. Sua idéia ou seu recado está contaminado pelo vírus da divulgação.

Dentro do contexto, vai uma propaganda boca-a-mouse do site do meu irmão. Ele teve uma idéia simples e aparentemente ingênua, mas ele tem hoje mais de 20 mil visitas por dia no seu website. É criativo, simples, desperta a curiosidade e possui interatividade.

“Terra: Cave, mas cave certo.”

Se eu cavar um buraco muito fundo, aonde eu vou parar?

Serendipidade em links

set 9, 2005   //   por Serendipidade   //   Serendipidade  //  1 Comentário

(c) yotophoto.comIncluí uma página com links diversos em torno inicialmente dos temas de marketing, criatividade, inovação, publicidade, comportamento e cotidiano. São todas páginas que estou lendo atualmente.

Quem sabe algumas delas possam trazer um pouco de serendipidade a vocês. Vou mantê-la atualizada conforme for encontrando as páginas e fazendo os posts daqui do blog.

Sugestões são muito bem vindas.

Também existem os links do meu bookmark público del.icio.us.

Regras (clichês) da Publicidade

set 8, 2005   //   por Serendipidade   //   Criatividade / Inovação  //  13 Comentários

(c) yotophoto.comO que mais irrita em publicidade?

Aparentemente muitas das propagandas são feitas assim: Mostram algo tão preocupado em convencer o cliente que acabam se esquecendo da conformidade com a vida real.

É esse o fato que irrita. A vida real não participa muitas vezes da concepção da idéia.

O escritor John Camm fez uma lista de clichês em publicidade que visa demonstrar que nem sempre o que a propaganda mostra condiz com a nossa vida cotidiana. Ela segue algum padrão que não se sabe de onde foi tirado – mas que são regras seguidas muito freqüentemente.

Começo com 20 regras selecionadas do escritor. Convido vocês a colocar mais clichês da propaganda que fogem da realidade. Insira seus comentários abaixo.

  1. Homens são obsessivos com sexo, mas vão deixá-lo de lado para assistir futebol ou beber cerveja.
  2. As mulheres estão presas numa batalha constante contra seu peso/curvas do corpo/corte de cabelo.
  3. Sucesso na carreira é totalmente baseado na sua habilidade de impressionar seu chefe.
  4. Mães estão sempre perturbadas mas, NUNCA deprimidas ou incapazes de lidar com seus problemas.
  5. Qualquer ato de estupidez do homem (por exemplo, andar sobre um chão limpo com os sapatos sujos de lama, colocar um cachorro no lava-louças, etc.) serão recebidos com um sorriso irônico, não com raiva ou estresse.
  6. Homens casados irão flertar outras mulheres jovens, mas NUNCA farão nada.
  7. Qualquer pessoa que for cientista terá cabelo maluco e roupas horríveis.
  8. Se você trabalha em serviços de emergência ou resgate, você é uma pessoa melhor que a população em geral.
  9. Parentes mais velhos NUNCA sofrem de problemas mentais decorrentes da idade.
  10. Escandinavas são, sem exceção, loiras e bonitas.
  11. Mulheres possuem trabalhos que jamais fariam na vida real, por exemplo, estivadora (que se parecem modelos).
  12. Crianças não comerão frutas ou verduras. Nunca.
  13. Homens e mulheres acham o ato de dirigir prazeroso, nunca irritante ou chato.
  14. Homens são inerentemente preguiçosos, mulheres são o contrário.
  15. Atendentes de bancos são -A- amigos dos clientes, e -B- atraentes um pouco acima da média (somente se forem mulheres).
  16. Homens modernos possuem um gato.
  17. Bebidas quentes possuem efeitos rejuvenescedores.
  18. Profissionais possuem preocupações estranhas e triviais, por exemplo, uma advogada que tem obsessão por encontrar uma barra de cereais saudável.
  19. Todos os produtos médicos irão funcionar instantaneamente e 100%.
  20. Crianças sabem mais que adultos.

Fidelidade boca-a-boca

set 1, 2005   //   por Serendipidade   //   Marketing / Negócios  //  Nenhum comentário

(c) yotophoto.comNão é difícil entender como a publicidade passada boca-a-boca é várias vezes mais eficiente que um anúncio ou propaganda. Por quê é mais eficiente? É eficiente porque as pessoas dizem a outras pessoas coisas que elas pensam que essas outras pessoas não sabem. Complicado? Nem tanto. Para um bom anúncio boca-a-boca funcionar, você deve dar uma história incrível para as pessoas contarem de modo que se sintam introdutoras de algo novo, diferente, interessante ou fascinante.

“As coisas se propagam de uma maneira viral quando são boas”

Passando sua idéia de uma maneira genial pode trazer muitos benefícios para o seu bolso economizar bastante em campanhas de marketing. Principalmente na Internet, onde o boca-a-boca pode acabar virando um “boca-ao-mouse” através dos e-mails e sites.

(c) womma.orgExiste uma associação que defende e prestigia a publicidade feita por propagação boca-a-boca, é a WOMMA (Word of Mouth Marketing Association). Eles publicaram um interessante blog que busca confrontar exemplos da vida real de publicidades boca-a-boca que desbancam os anúncios televisivos ou de revistas. Um espaço de destaque para anúncios boca-a-boca que fizeram a diferença.

(c) womma.org

A Geração Criatividade e as Design Schools

ago 30, 2005   //   por Serendipidade   //   Criatividade / Inovação  //  1 Comentário

Alguns dos principais executivos e escritores de marketing do mundo forjaram uma expressão que retrata o consumidor atual e sua relação com as empresas. É a “Geração C”.

(c) trendwatching.comC de criatividade

Os consumidores de hoje possuem mais influência sobre as empresas através de interações em diversos meios de comunicação, principalmente a internet – nessa última, a possibilidade de interação com as empresas é exposta ao máximo. Através da colaboração em massa é possível realizar consultas publicas ou coletar opiniões sobre produtos e serviços. Somos todos criativos e estamos criando conteúdo a todo momento na Internet.

C de conteúdo

Além de estarmos criando conteúdo na Internet, estamos também adicionando conteúdo para outras pesquisas, bancos de dados ou mesmo propagandas de outras empresas. Algumas companhias criaram anúncios interativos on-line que possibilitam seus clientes interagirem e incluirem informações sobre seus produtos e serviços. Os pedidos das empresas agora são: Crie! Produza! Participe! Antigamente era: Escute! Assista! Brinque!

Dentro dessa nova onda de consumidores, as Business Schools estão se moldando e se adaptando para incluir em suas matérias, cursos de criatividade e inovação na empresa, workshops de desenvolvimento da capacidade criativa e outros cursos relacionados com o tema. De B-Schools estão se transformando em “D-Schools”.

(c) yotophoto.comD de Design

Mais do que formar administradores de empresas, as escolas de negócios querem formar pessoas com conteúdo criativo e inovativo. Que possam agregar valor nas empresas através da aplicação desses conceitos e desenvolver oportunidades de negócio desenhando criativamente os cenários de aplicação. Diversas escolas americanas estão se juntando com institutos de design para promover esse conhecimento. Assim está sendo em Stanford, Carnegie Mellon, INSEAD, Wharton e outras.

Para saber mais:
“Geração C”TrendWatching – Generation C
“D-Schools”Tomorrow’s B-School? It Might Be A D-School

Banco Itaú e as portas giratórias

Acabei de ver na TV uma propaganda do Banco Itaú que demonstra que a Geração C está presente a todo vapor no Brasil. São os clientes colaborando em massa através de sugestões deixadas seja através da Internet ou seja através de qualquer outro canal de atendimento.

A propaganda agradecia as sugestões enviadas na campanha do “Itaú quer ouvir você” e dizia que muitas estão sendo já implementadas, exceto por algumas como no exemplo da porta giratória, que está ali para a segurança dos clientes. Além da TV também vi um outdoor nas ruas com alguns desses balões de diálogos. Campanha forte pelo visto.

São as empresas começando a se preocupar com essa nova geração exigente e mostrando explicitamente que escuta o que o cliente tem para dizer. Ao menos é a impressão que fica. Se não for isso é o marketing enganando outra vez.

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