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Leituras que valem a pena #9

jan 12, 2006   //   por Serendipidade   //   Serendipidade  //  Nenhum comentário

… com uma dica de website e assuntos focados em negócio.

Insperience | Tredwatching
Fala sobre a tendência global de trazer experiências que obtemos fora de casa, em espaços públicos ou semi-públicos, para dentro de casa, através da aquisição de produtos exclusivos. Faça parte do Springspotters, é através dali que surgem as novas tendências como essa acima.

The Only Marketing Resolution You Need for 2006 | Marketingprofs
Artigo da Cynthia Coldren com uma proposição estratégica ambiciosa aplicada aos seus clientes mais rentáveis (que pela regra de pareto, são representados por 20% da sua base total).

Businesses Must Learn to Let Go | BusinessWeek
No mundo globalizado (este termo eu acho altamente piegas), o foco em colaboração com parceiros especializados e no desenvolvimento interno da experiência de maneiras inovativas, são a chave do crescimento

Dica de website para White Papers e Business Cases das mais variadas indústrias e temas consultivos. Conheça a BNET.

Lições de Marketing (vindas do livro Freakonomics)

jan 4, 2006   //   por Serendipidade   //   Marketing / Negócios  //  Nenhum comentário

4 lições de marketing que foram obtidas através da leitura do livro Freakonomics.

Lição de Marketing 1
Livro: Desmistificando a idéia de que a quantidade de dinheiro gasta por um candidato político afeta diretamente a sua eleição.

O que realmente importa para uma campanha de marketing não é o quanto você gasta. O que importa é o que o seu produto/serviço pode fazer.

Lição de Marketing 2
Livro: Desmistificando a idéia de que incentivos monetários (e desincentivos) resultam na mudança de comportamento de uma pessoa da maneira que queremos

Não pense que um programa de fidelidade de clientes que recompense monetariamente irá alterar o comportamento do cliente para melhor. Além disso, encontre maneiras de incluir reconhecimento e admiração.

Lição de Marketing 3
Livro: Como a difusão de informações anula o poder do conhecimento como uma ferramenta de negócios

A abundância e disponibilidade de informações hoje (principalmente com a internet), transforma o ato de contar uma história para o cliente em algo mais importante que nunca para marqueteiros. Contar uma história, e não uma mera informação, é mais uma ferramenta importante nos negócios.

Lição de Marketing 4
Livro: Como a sabedoria convencional é uma história poderosa que muitas pessoas preferem acreditar, mesmo mostrando a elas fortes analises que indicam o contrário

Não tente mudar a sabedoria convencional de um indivíduo através de um marketing de produto/serviço conflitante com essa sabedoria — isto tomará muito tempo e dinheiro. Ao invés disso, preocupe-se em contar a história do seu produto adequando a mensagem para o grupo correto de pessoas, que irão adotar sua história prontamente

O livro é uma fonte interessante de informações e idéias, mas devemos saber filtrar bem o conteúdo porque, estatísticamente falando, tudo acaba sendo meio que possível. A idéia é quebrar uma inércia inerente a nós, seres humanos. As lições foram adaptadas do blog Brand Autopsy.

Estratégias polêmicas não são novidade

jan 3, 2006   //   por Serendipidade   //   Marketing / Negócios  //  3 Comentários

(c) capitalgaucha.com.br/poli_position

Lendo o blog Business Opportunities Brasil da Cris Zimermann deparei com a propaganda (outdoor) acima, de uma confecção e loja de roupas do sul do Brasil.

(c) serendipidade.comAchei interessante porque não é a primeira vez que vejo algo do gênero. Ao lado tenho uma foto de uma campanha publicitária denominada “Super Fuck – Fuck 2001″, feita em cartões postais que obtive no ano novo 2001/2002 em Praga.

Não sei do que se trata porque não entendo o que está escrito, mas achei a campanha um pouco impressionante pela ousadia. Nada tão assustador para um país que está vivendo uma onda liberal após um período conturbado na sua história, e indubitavelmente marcante.

Tirando o fato da não originalidade da peça, aqui no Brasil, usar propagandas com teor polêmico não é novidade. Durante o período em que o Brasil recebe o circo da Fórmula 1, é muito comum vermos outdoors das casas noturnas dedicadas a serviços “especiais”. Logicamente a prefeitura veta alguns, retira outros, mas a peça já foi lançada e comentada em todos jornais, gerando o efeito Buzz Marketing, que também serviu para o caso acima.

(c) ultimosegundo.ig.com.brPonto para o Marketing… Com ou sem polêmica, ele acaba chamando a atenção.

Efeitos de um mundo conectado e sexualmente estampado na TV, revistas e jornais? Morte da capacidade criativa? Ou simplesmente nós mesmos sendo enganados (e impressionados) porque somos assim, politicamente corretos na aparência e sujos (o interesse por causas “proibidas”) por dentro?

Era uma vez um Marketing…

dez 30, 2005   //   por Serendipidade   //   Marketing / Negócios  //  1 Comentário

(c) yotophoto.com… esse Marketing pertencia a uma gigante da indústria de bebidas. Dentro do seu plano de expansão no Brasil, ela resolve lançar mais uma marca de cerveja no mercado. Um mercado onde 1% de participação no marketshare significa muito mais que meros 1 milhão de Reais.

Mas ela não está em busca de participação no mercado como um todo, ela quer abocanhar uma nova fatia de mercado muito rentável, uma divisão composta por pessoas com maior poder aquisitivo. Um nicho especial. Mas para isso, seria necessário contar com uma história convincente e competitiva para com as outras cervejas importadas, e sem efetivamente importar um novo produto (o que num país altamente explorativo no campo dos impostos não seria viável e lucrativo).

Importaremos então a marca, o nome. Já fizemos isso com a Brahma daqui pra lá, vamos fazer igual de lá pra cá.

Surge a belga Stella Artois (leia-se Estela Atoá). Uma garrafinha de 275ml que custa quase 2 reais. Mas que possui um conteúdo nacional. Um rótulo garante que a fabricação segue a milenar receita dos belgas. Mas temos que convir que introduzir ingredientes e mudar um processo de fabricação custa muito caro para um empresa. Mudar máquinas, canos, dar treinamento aos cervejeiros, produzir a embalagem e importar a cevada.

Sou cético. Provavelmente ela não passa de uma cerveja nacional + água. Não pelo sabor, mas pela lógica de uma empresa que quer cortar custos e aumentar os lucros incondicionalmente. Seria tão somente um exemplo de máscara, assim como no caso do carvão para churrasco que apresentamos antes ou no da água mineral.

Não sei como andam os lucros dessa empreitada. É um marketing baseado em uma historinha aliada a um produto “importado”, para um país que adora coisas importadas. Com tudo isso na cabeça, e já com a história contada para nós mesmos, não há como não achar a cerveja sensacional na hora que tomarmos, o “psicológico” já foi massageado.

Qual é a direção correta?

dez 29, 2005   //   por Serendipidade   //   Serendipidade  //  Nenhum comentário

(c) Ben Mc Leod

A foto é de Ben Mc Leod
Obtido através de Marketing Usabile

Movimento Leia Blogs!

dez 21, 2005   //   por Serendipidade   //   Comportamento  //  2 Comentários

A situação é crítica.

Blogs possuem uma baixíssima audiência.

Faça parte do Movimento Leia Blogs!

Segundo diversas pesquisas, o número de blogs está aumentando exponencialmente chegando a mais de 20 milhões de páginas em todo o mundo. O problema é que poucos usuários de internet acessam e lêem blogs freqüentemente. Segundo uma enquete do Wall Street Journal, mais de 65% dos pesquisados nunca lêem sequer um blog. Olhando a figura vemos que dentre os que lêem mais de 5 blogs por semana é restrito a um grupo de 17% dentro do universo pesquisado. Pior é ver que a amostragem é pequena também (cerca de 2500 respostas e contando), mostrando a falta de interesse pelo assunto.

(c)Brand Autopsy

Alguns sites estão preocupados em fazer pesquisas e entender o perfil do blogueiro ou premiar blogs, mas não vi nenhum que busca divulgar a leitura freqüente de blogs. Sabemos que no universo dos blogs, poucos possuem qualidade, mas não deixam de ser uma ótima fonte de informação e conhecimento em alguns casos. É importantante destacar que existem blogs famosos, mas que quando comparado ao numero de blogs existentes é visivelmente aparente a falta de leitores. Veja esta matéria da Reuters.

Movimento Leia Blogs!Sendo assim, proponho aos leitores de Serendipidade.com a promoverem a leitura de blogs. Não é mandatório colocar o pequeno banner em suas páginas, o importante é usarmos a melhor ferramenta de marketing existente: o boca-a-boca.

- Espalhe para seus vizinhos, amigos, parentes, esposas, maridos e colegas de trabalho que ler blogs nos trás conhecimento e cultura.

- Apresente dois ou três blogs interessantes que vocês acessam.

- Mostre o quão importante é ter um blog para desenvolver a capacidade de redigir textos e exercitar a capacidade crítica e analítica.

- Identifique o assunto de interesse das pessoas próximas e diga a elas que blogs oferecem muita informação sobre qualquer assunto.

Participe!

Marketing 2.0

dez 8, 2005   //   por Serendipidade   //   Marketing / Negócios  //  Nenhum comentário

(c) yotophoto.comAlguns tipos de marketing surgiram ou ganharam força através da Internet, ou mais precisamente, com a nova onda “Web 2.0” (crescimento dos blogs, ferramentas de personalização de idéias e assuntos acessíveis, wikis, propagandas e outros). Os principais estão listados abaixo:

Marketing Boca-a-Boca – É fazer com que as pessoas falem do seu produto para outras de maneira intencional, convencê-las de recomendar seu produto. Essa é a forma de marketing mais tradicional dentre as listadas aqui, e que foi muito impulsionada pela Internet.

Buzz Marketing – É criar uma sensação ou novidade em cima do seu produto e assim fazer com que a mídia e qualquer outro canal exponha ao máximo essa novidade. É criar bastante visibilidade do seu produto, de maneira que as pessoas sempre ouçam falar dele nos mais diversos tipos de canais. Um marketing boca-a-boca muito eficiente se torna um buzz marketing (Marketing Zumbido).

Marketing de sua marca em blogs – É o uso de blogs empresariais para falar sobre o seu produto, serviço ou novidades em torno deles. É uma janela aberta com possibilidade de interação com seus clientes. É uma forma da empresa se tornar transparente e acessível. FastLane é o famoso blog da GM, e a Debbie Weil publica um blog sobre Blogs de CEOs

Marketing de Guerrilha – É o uso de diversas maneiras de espalhar sua mensagem quando o orçamento está curto. Um exemplo fraco disso é a colar cartazes pela cidade, um exemplo forte e eficiente é o uso de mensagens em harmonia com a paisagem urbana, como este exemplo.

Marketing Viral – É a criação de mensagens interessantes e divertidas, que coloquem o leitor(cliente) em posição de vantagem perante amigos e desconhecidos, dando uma oportunidade de espalhar exponencialmente a sua mensagem usualmente via e-mail, blogs e web, atingindo um grande número de pessoas. Veja essa matéria.

Marketing de Nicho – Construir comunidades e nichos específicos que criem um tipo de ligação íntima entre seu produto e o cliente, e uní-los através de outras comunidades. É uma aproximação do tradicional marketing 101 (um a um). Na web, a teoria do long tail (cauda longa), demonstra a tendência desse marketing.

Além desses, existem logicamente diversas outras maneiras e soluções para passar a mensagem. O importante é, como diz Seth Godin, contar uma historinha que faça o cliente contar uma história a si mesmo e comprar.

Leituras que valem a pena #3

out 20, 2005   //   por Serendipidade   //   Serendipidade  //  Nenhum comentário

A Hard Ride For eDonkey | BusinessWeek
A rede de compartilhamento eDonkey está reformulando seu modelo de negócios.

Simplicidade é a resposta | Folha de São Paulo
Artigo de Marketing de Peter Sealey e Steven M. Cristoll sobre o uso da simplicidade nos modelos de negócios.

Everything You Need to Know About Strategy: A Baker’s Dozen Eternal Verities | Tom Peters
13 dicas sobre estratégia empresarial. Artigo em PDF.

Ego Marketing

out 20, 2005   //   por Serendipidade   //   Marketing / Negócios  //  1 Comentário

(c) yotophoto.comPelo blog Fabio Seixas, versão txt

“…EGO MARKETING. Aproveitar o ego dos consumidores para divulgar a sua marca ou produto, seja de maneira subliminar, seja através do boca a boca.

Faz bem para o ego destes consumidores mostrar seja-lá-qual-for-a-motivação de usar um produto.

O iPod é só um caso. Pegue por exemplo as pulseiras Live Strong. O que são as pulseiras além de um artigo que serve para mostrar ao próximo o quanto você é socialmente engajado por uma causa, no caso, o combate ao câncer? Tudo bem, as pulseras acabaram virando um artigo mais fashion do que um apoio a uma causa, mas mesmo no conceito fashion a pulseira tem o propósito de alimentar o ego das pessoas que as usam. As pessoas usam as pulseiras porque a sociedade enxergará isso de uma boa forma, seja pela causa, seja por ser uma pessoa na moda.

A moda de roupas é basicamente isso. Dizer para todo mundo que você está atualizado com as últimas tendências. Isso faz bem para o ego.

Outros exemplo bem sucedidos de ego marketing:

  • VW New Beetle – Tenha um e fique charmoso. Faz bem para o ego
  • Orkut – Quem tem mais amigo? Ser popular faz bem para o ego
  • Harley-Davidson – "Eu posso ser um quarentão, mas tenho atitude e isso faz bem para o meu ego"
  • Google – Faça do Google seu companheiro na web e você será o nerd mais bacana do pedaço.
  • Ferrari – "Vejam vocês, eu posso gastar 300 mil dolares em um carro." Ego puro.

Como podemos propor estratégias de ego marketing? Algo para pensar.”

A estratégia é simples. Como prega Seth Godin, basta contar uma história notável, que vale a pena ser repassada (o que ele chama de “Vaca Roxa”). O cliente automaticamente conta outra história pra si mesmo, se engana, se ilude. E está lá o impulso da compra.

Ou então, basta você ter construído uma marca de luxo no mercado. Marcas de luxo atraem pessoas. O mesmo se pode dizer da questão do mito por trás da marca. O mito pode ser nada mais que mais uma história bem contada para o cliente.

Por último, o próprio cliente-ser-humano, que busca reconhecimento na sociedade. Somos sociáveis. Tratamos bem as pessoas para ser bem tratados. Se somos populares, nos sentimos aceitos.

Dos exemplo citados acima 3 em 5 são decorrentes de riqueza. Alguém aí conhece outra maneira de ser aceito que não se baseie (implicita ou explicitamente) em dinheiro? Se sim, quantos saltos você daria até relacionar sua “fama” ao dinheiro?

Leituras que valem a pena #1

out 6, 2005   //   por Serendipidade   //   Serendipidade  //  Nenhum comentário

Vou tentar trazer semanalmente (ou esporadicamente) alguns links para artigos interessantes do mundo dos negócios, marketing, criatividade e etc. Sempre dentro dos temas abordamos aqui e que são dignos de nota.

The Power of Dumb Ideas | Strategy+Business
A solução para os problemas atuais de marketing é o uso de menos criatividade na execução.

The SAP School of Design | BusinessWeek
Co-fundador da SAP investe pesado em Stanford – ponto positivo para as D-Schools.

Minipreneurs | Trendwatching
Estamos nos transformando em Mini-empresários com a internet.

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