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RSS versus e-mail: Uma aplicação matando a outra

ago 31, 2005   //   por Serendipidade   //   Criatividade / Inovação  //  1 Comentário

As estatísticas comprovam:

De todas pessoas que lêem blogs no mundo todo, somente 2% delas já descobriram o uso do RSS para “agregar” notícias e novidades. Realmente acho que nem todo mundo é obrigado a saber o que é RSS e como funciona. Mas aí vai a explicação rápida e uma outra alternativa muito interessante que utiliza a distribuição de notícias via e-mail.

RSS (Real Simple Syndication) é um formato de distribuição de informações pela Internet. Com o RSS, você utiliza um software que se conecta com os seus websites preferidos e junta tudo num lugar só, todas as notícias, posts de blogs e etc. Assim, você fica sabendo imediatamente quando uma informação do seu interesse é publicada, sem que você tenha de navegar até o site de notícias.

Podemos chamar então o RSS como um Killer Application no mundo da internet. Uma aplicação que conquistou ou tem capacidade de conquistar uma massa enorme de pessoas.

O e-mail JÁ é um Killer Application. TODO MUNDO USA!

(c) feedblitz.comAssim sendo, a FeedBlitz reuniu a funcionalidade do RSS e a aplicou no sentido oposto, ela coleta os seus posts via RSS e os envia por e-mail aos seus assinantes. Podemos chamar isso de um tipo de Newsletter do seu blog que pode ser configurado de maneira extremamente simples. Basta se inscrever e copiar o código no seu blog. Preferindo, você pode utilizar a FeedBlitz de outra maneira: como um agregador de notícias. Colocando vários links para fontes de RSS ou mesmo diretamente para os endereços dos blogs, ela manda os seus blogs preferidos a você.

É literalmente uma killer application “matando” a outra. E aumentando por conseqüência a audiência e assiduidade dos seus leitores.

Na barra lateral esquerda do meu site, você vai encontrar uma caixinha e poderá assinar os meus artigos e recebê-los via e-mail com todo o conforto.

Conteúdo gratuito + Morte da pirataria = Tudo liberado

ago 19, 2005   //   por Serendipidade   //   Comportamento  //  1 Comentário

(c) YotoPhoto.comA corrida que a maioria das empresas produtoras de mídias como músicas e filmes está fazendo contra a pirataria está esgotando todas as forças e cobrindo site por site e rede de compartilhamento por rede de compartilhamento.

Paralelamente, a Internet possibilitou uma vasta rede de cooperação e compartilhamento de informações novas, novos artistas, novos compositores e novos produtores. São diversos sites de podcasts onde cada pessoa compõe o seu próprio programa de rádio e principalmente divulga suas músicas gratuitamente. O mesmo vale para os Vidcasts que já existem e vão se tornar mais populares à medida que a banda larga se torna mais acessível.

Vamos imaginar que as defensoras de copyright ganhassem hoje essa batalha e todo conteúdo protegido fosse banido da rede.

Todo o conteúdo livre que sobraria na rede seriam os na forma de bandas iniciantes e produtores de vídeo amadores. Um novo mercado iria fortalecer aos poucos empresas e sites como Odeo, ibiblio, Vidblogs e outras. Esse fortalecimento iria acontecer porque agora nós teríamos na rede conteúdo pago e conteúdo grátis, teríamos vídeo online pago e vídeo online grátis. Ótimo é o exemplo do “Revelations” um filme da série “Stars Wars” independente de altíssima qualidade que foi disponibilizado gratuitamente.

No começo, certamente o conteúdo pago seria o melhor conteúdo. Mas com o passar do tempo, os produtores vão perceber que abrir o conteúdo de seus artistas acaba por conseqüência aumentando absurdamente a audiência. Isso é claro hoje em dia, por exemplo, algumas bandas famosas como o Coldplay, lançam 1 ou 2 músicas para download grátis para dar uma “palhinha” para os seus fãs e despertarem a vontade de comprar. Imagine se liberassem todo um álbum para promover um próximo? Imagine o produtor liberar o download de “Sin City” depois de algum tempo após o lançamento para promover os seus dois próximos filmes da série (Sin City 2 e 3 em 2006 e 2008)? Seria mais ou menos essa a lógica.

Junte essa lógica com outros produtores fazendo o mesmo para competir com aqueles que liberaram… Correndo, assim, atrás da popularidade de um filme ou artista.

No final das contas vamos voltar a mais ou menos como é hoje em dia.

E está lá… o conceito está se desenvolvendo

A Sony e o provedor de internet Playlouder MSP anunciaram na segunda-feira (22/08) um acordo em que os assinantes do serviço de conexão poderão também trocar as músicas de artistas da gravadora livremente.
[...]
Segundo as empresas, os assinantes do provedor poderão trocar músicas gratuitamente entre si por qualquer rede peer-to-peer (P2P) da sua escolha, como Kazaa, SoulSeek e iMesh. Além de não cobrarem pelos direitos das músicas compartilhadas, a Sony e a Playlouder garantem a inexistência de vírus e advogados.
[...]
Artistas liberados para a troca incluem Beyoncé, David Bowie, Macy Gray, Oasis, Travis, Will Young, Outkast, Alicia Keys, Dido, The Herbaliser, Jamiroquai, Bruce Springsteen, George Michael, The Clash, Jennifer Lopez, Elvis Presley, Pink, White Stripes, Pixies, Cult, Underworld, Stereophonics, Sigur Rós, Coldcut, Royksopp, Groove Armada, Yo La Tengo e Mogwai.
[...]
O provedor estima ainda que, se todos os principais provedores do mercado seguissem o modelo de negócios, a indústria fonográfica poderia gerar receitas de mais de 300 milhões de libras anuais no Reino Unido, e cerca de 13,5 bilhões de dólares anualmente em todo o mundo.

Fonte: IDG Now!

Os Blogs mais Interessantes, Importantes ou Populares

ago 16, 2005   //   por Serendipidade   //   Comportamento  //  1 Comentário

Quais são os maiores interesses da massa usuária de Internet? O que as pessoas mais lêem em Blogs? Qual Blog contém o conteúdo que mais se multiplica pela rede? Qual é o tipo de conteúdo que mais fazem as pessoas se interessar por ele?

Essas e outras perguntas podem ser respondidas basicamente por dois sites que monitoram o número de links que fazem referência aos posts de cada Blog. Mas vale lembrar que, além dos dois sites aqui serem em inglês, eles refletem uma realidade da internet atual: A maior massa de informações e construção de blogs está na América do Norte e Europa, principalmente na América do Norte.

(c) technorati.comO portal Technorati – Popular Blogs tem a lista dos 100 mais populares em links. O ranking é instantâneo, ou seja, reflete a situação atual das páginas cadastradas.

Esses são os 10 primeiros colocados no Technorati:

  1. Boing Boing: A Directory of Wonderful Things (15,770 links)
  2. Instapundit.com (10,688 links)
  3. Daily Kos (10,072 links)
  4. Gizmodo (9,770 links)
  5. Drew Curtis’ FARK.com (9,674 links)
  6. Engadget (8,817 links)
  7. Talking Points Memo: by Joshua Micah Marshall (7,576 links)
  8. Davenetics* Pop Media Web (7,404 links)
  9. Eschaton (6,535 links)
  10. dooce (6,395 links)

(c) feedster.comJá o Feedster Top 500 traz a mesma análise de links porém com um número muito maior de páginas. Aparentemente ele é mais confiável porque possui muito mais referências de links que o seu concorrente Technorati. E mais, segundo seus criadores, ele utiliza algoritmos mais bem desenhados para a montagem das colocações. O ranking é mensal.

Esses são os 10 primeiros colocados no Feedster:

  1. Engadget (54,380 links)
  2. deviantART.com (53,788 links)
  3. Boing Boing (36,229 links)
  4. Albino Blacksheep (27,898 links)
  5. Daily Kos (23,150 links)
  6. The News is NowPublic.com (18,593 links)
  7. Fleshbot [NSFW] (14,876 links)
  8. Gizmodo (13,616 links)
  9. Michelle Malkin (11,613 links)
  10. PostSecret (11,355 links)

Numa rápida olhada, pude perceber que o conteúdo que mais interessa a toda a massa de pessoas conectadas e leitoras de blogs estão dentro das seguintes dimensões:

  • Tecnologia – Brinquedinhos tecnológicos e afins
  • Informática – Hardware e Software
  • Notícias – Variadas e Políticas
  • Variedades – Através de troca de links
  • Interatividade – Poder participar enviando fotos ou artigos

Mais diretamente falando de assuntos. Nós podemos acessar também através de outros dois sites, quais são as notícias ou assuntos em alta diariamente no mundo dos Blogs. São eles: Daypop e Blogdex. Vale a pena conhecê-los também.

Informaçãoníaco

ago 5, 2005   //   por Serendipidade   //   Comportamento  //  1 Comentário

(c) YotoPhoto.com
Os sites de busca na rede reviram e vasculham cada cantinho da rede em busca de informação. Ele reúne tudo num enorme banco de dados sem relacionar o conteúdo das páginas, é sem dúvida uma ótima ferramenta, mas nos deixa ainda muito aquém de alcançar o que realmente queremos: Acessar informação desejada sem ter muito trabalho vagando por sites como o Google ou Yahoo.

Seria o próximo passo na nossa escala de evolução da Internet… um banco de dados que sabe montar uma relação entre conteúdos de duas ou mais páginas e conseguir manter um enlace informacional quando buscado. Alguns sites de indexação de blogs já conseguem alguma coisa do genero olhando quantas vezes uma informação se repercute ao longo de outros blogs ou páginas da internet, como é o caso do Blogdex, Technorati ou Daypop.

Ao lado desse crescimento para ajudar encontrar a melhor maneira de fornecer a informação justa ao leitor, temos no nosso mundo real uma nova e completa “mania” por informação instantânea, um desejo de se manter atualizado, por dentro, chegar na frente. O uso de ferramentas de RSS crescendo constantemente é a prova disso, algumas pessoas acumulam mais de algumas dezenas de fontes de notícia ou informação, e o tempo perdido para conseguir filtrar a informação que realmente queremos absorver é muito significativo.

Só o RSS não basta, basta olhar hoje nas empresas onde trabalhamos, sempre tem alguem de olho numa página de jornal online e contando as novidades aos colegas e vizinhos. É o informaçãoníaco em ação. Essa nova tipologia da nossa espécie super, no mundo super, onde as informações trafegam numa velocidade super. É tudo super na internet. Super-informação-níacos é o que muitos de nós estão se tornando.

Não que isso seja ruim… só devemos ter cuidado para que o nível muito alto de informação entrante nas nossas cabeças não deixe que nós esqueçamos de viver ou discernir melhor. Para conseguir processar e montar as relações entre umas e outras informações precisamos alimentar a cabeça no nosso limite de esforço.

E que venham a tona a nova geração de buscadores que facilitem esse trabalho de pensar para que consigamos pensar na família, trabalho, amigos, amores e na saúde. De filtros melhores é que nós precisamos.

Ajuda oportunista na velocidade da luz (tanto pra começar quanto pra terminar)

jul 5, 2005   //   por Serendipidade   //   Comportamento  //  Nenhum comentário

Recentemente publiquei um post aqui que falava de como muitos de nós nos comportamos como oportunistas na hora de fazer solidariedade. Há alguns meses atrás, mais precisamente dia 26 de dezembro de 2004, ocorreu um tsunami no oceano índico como conseqüência de um terremoto. Foi uma catástrofe, um dia muito triste para a humanidade onde muitas vidas foram perdidas.

Tsunami (c) DigitalGlobe.com

A repercussão da tragédia foi enorme. Milhares de pessoas em todo o mundo ficaram comovidas com o tamanho da notícia que chegava rapidamente através da Internet, rádios e TVs. Tanto foi significativa essa notícia, que serviu para mostrar como a Internet já está praticamente em todo canto do globo terrestre, páginas e mais páginas de fotógrafos e repórteres anônimos traziam em primeira mão imagens e filmes que foram então utilizados pelas redes de TV. A Internet foi veloz para divulgar a notícia e também para motivar ações solidárias regionais e globais. Foi uma ferramenta poderosa.

Ontem, dia 7 de julho, o ataque terrorista em Londres repercutiu rapidamente em diversos sites e blogs na internet. As vítimas publicaram protestos com fotos e filmes feitos em celulares quase que imediatamente após os atentados.

Por outro lado, no plano físico, milhares de pessoas por todo o mundo começaram a se mexer e construir algum tipo de ação que pudesse ajudar todas aquelas famílias desabrigadas. Impressionante ver como podemos ser solidários quando realmente nos envolvemos. Aliás, envolvimento é tudo em todas as coisas que fazemos na vida.

No Brasil centenas de famílias montaram “Postos de Arrecadação para ajudar as vítimas do tsunami”, onde o objetivo era angariar alimentos e roupas para serem enviados para a Ásia. Ajuda oportunista no bom sentido, eram ações solidárias de valor e que precisavam ser feitas naquele momento. As redes nacionais de televisão mostravam esses brasileiros que estavam ajudando uma causa mundial – sempre de forma oportunista.

Porque eu digo oportunista?

Hoje já se passaram mais de 6 meses e seguramente muitas dessas pessoas que ajudaram de alguma maneira nem sequer sabem e nem querem saber como está a situação corrente. Se a situação por lá já está mais calma e mais assentada, onde estão os solidários brasileiros? Onde está a mídia cobrindo matérias de ajuda solidária?

Deixando o tsunami de lado, hoje vivemos no Brasil uma realidade social precária, onde milhares de pessoas morrem de fome ou não tem onde viver. Só porque não é uma coisa magnífica como um tsunami, um terremoto ou um vulcão, parece que o resto dos problemas nacionais passam desapercebido. A mídia brasileira só exporta desgraça, pobreza e tragédias para o exterior, e aqui dentro, o que vale são notícias de ibope. Mesmo assim nós brasileiros já estamos cansados de saber que existem pobres, famintos e sem terra no nosso país.

Se existe tanta gente morrendo no Brasil, onde estão os famosos “Postos de Arrecadação para ajudar as vítimas da(o) (escolha seu motivo)” ? Na época do tsunami eu via vários pelas ruas onde passava, hoje não vejo mais. Seriam aqueles postos um tipo de ajuda oportunista para aparecer? E sendo para aparecer, porque a mídia não mostra isso mais vezes e provoca uma motivação geral?

Pra mim o motivo é óbvio: Precisamos de uma catástrofe de gênero, número e grau elevadíssimo para despertar a boa alma.

Mas… espera um pouco. Existe maior catástrofe do que o que vivemos hoje no Brasil, com uma distribuição de renda desigual e fome generalizada?

Colaboração em massa na Internet está chacoalhando os negócios

jun 17, 2005   //   por Serendipidade   //   Marketing / Negócios  //  2 Comentários

Cabo de Rede“A Internet é um organismo monstruoso, grande e cabeludo. Aproximadamente 1 bilhão de pessoas on-line no mundo inteiro, jundo com os seus conhecimentos compartilhados, os seus contatos sociais, suas reputações, capacidade de processamento dos seus computadores e mais, estão rapidamente se tornando uma força coletiva de poderes sem precedentes. Pela primeira vez na história humana a cooperação em massa através do espaço-tempo se torna repentinamente economicamente viável.”

Com esse mote, a Revista Business Week publicou um artigo que descreve como o uso massivo das informações vindas de usuários da internet estão beneficiando e/ou prejudicando o mundo dos negócios e das grandes corporções.

Milhões de voluntários estão ajudando, através de seus computadores interligados, a prever o clima global, analisar doenças genéticas e encontrar novos planetas e estrelas. A corretora de investimentos Marketocracy Inc. possui uma rede de 70.000 negociantes virtuais em suas simulações, e utiliza as “dicas” de seus melhores portfólios para comprar e vender ações verdadeiras para seu fundo mútuo de 60 milhões de dólares.

Não só as indústrias de tecnologia são afetadas por todo esse movimento, outras áreas como o entretenimento, publicações editoriais e anúncios publicitários também sofrem mutações. Hoje, milhões de filmes e músicas são trocados nas redes de compartilhamento de arquivos e a situação é a mesma na publicidade. A Google Inc. faz um ranking baseado na opinião coletiva de criadores de websites para determinar os resultados de pesquisa mais relevantes. Neste processo, criou um mercado multi-milionário de anúncios super segmentados que está roubando receita de anúncios em revistas e jornais.

Muitas empresas tradicionais já perceberam o valor desse tipo de opinião coletiva, e já utilizam essa inteligência da população on-line para criar e desenvolver produtos com a cara do consumidor ou colher opiniões e previsões de mercado. Empresas como a Procter&Gamble e Lego já começaram a entrar dentro desse grupo virtual.

A Amazon.com Inc. utiliza opiniões dos clientes para dar notas aos seus produtos comercializados, isso é uma fonte de opinião fortíssima quando se trata de entender o que os clientes querem.

Toda essa junção de opinião coletiva está surgindo através das recentes tecnologias da rede: compartilhamento de arquivos, blogs, sites editáveis por qualquer pessoa (os chamados wikis) e sistemas de network social. Mas a massa on-line não oferece somente idéias ou opiniões, às vezes todos eles se tornam toda a linha de produção de uma empresa. O jogo Second Life da desenvolvedora de jogos Linden Lab. é um mundo virtual onde os jogadores podem desenvolver seus próprios personagens e construções que serão usados em jogos dentro desse próprio mundo. A empresa cobra dos jogadores o custo do “terreno” onde serão construídos os prédios e casas. São 25.000 jogadores criando coisas 6000 horas por dia.

Mas nem sempre as coisas vão pro lado do bem, muitas vezes toda essa coletividade pode prejudicar as empresas. Me lembro de um e-mail que recebi que ensinava como abrir o automóvel Gol da Volkswagen, hoje esse e-mail poderia ser publicado em um blog, espalhando essa dica rapidamente. Essas ações podem forçar a empresa a trocar todas as fechaduras daqueles automóveis gerando um prejuízo enorme. Isso aconteceu com a Kryptonite que produz cadeados para bicicletas. Ela subestimou um vídeo que circulou pelos blogs que mostrava como era fácil abrir o cadeado com uma caneta BIC, e o resultado é que teve que gastar mais de 10 milhões de dólares com substituições.

A onda de softwares “Open-Source” também é uma ameaça às grandes companhias desenvolvedoras de software, isso porque esse tipo de software, além de possuir o código fonte aberto que possibilita alterações por parte do usuário (ou cliente), muitas vezes ele é fornecido de forma gratuita. Assim, o software fica cada vez mais aperfeiçoado graças às contribuições de diversos “pesquisadores” espalhados pelo mundo.

Um outro exemplo de ameaça aos negócios é a Wikipedia, uma enciclopédia escrita pelos próprios “leitores-usuários” que já ultrapassou a Britannica em número de verbetes.

É uma nova economia rápida e conectada, onde a opinião dos clientes tem poder e deve ser utilizada sinergicamente pelas empresas para a evolução dentro dessa modalidade de democracia de mercado.

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