Cerveja nas torneiras de casa
Haldis Gundersen, uma dona de casa da Noruega, estava feliz e contente em sua casa. Ao ligar uma das torneiras de sua casa, descobriu que a água tinha virado cerveja.
Para o desespero dos funcionários e clientes do Big Tower Bar, dois andares abaixo, a cerveja virou água.
“Por um erro de um funcionário desajeitado, as mangueiras de chopp do bar foram acidentalmente conectadas à tubulação de água do apartamento de Gundersen, na cidade de Kristiandsund, Noruega. “Havíamos nos preparado para uma noite tranqüila, fizemos uma boa janta e eu estava indo fazer uma pequena limpeza”, disse Gundersen, 50 anos. “Eu liguei a torneira da cozinha e cerveja começou a sair”, conta.”
Serendipibreja… capacidade de descobrir cerveja por acaso.
Fonte: Terra Notícias
Exemplos de Blogs Corporativos nacionais
Estou finalizando meu livro sobre o uso de blogs para melhorar o relacionamento com clientes. Se tudo der certo, deverá ser lançado em meados de maio deste ano.
Venho aqui para pedir ajuda para vocês.
Preciso levantar exemplos nacionais de blogs corporativos ou uso de blogs para buzz marketing no Brasil.
Sei que ainda são casos raros como eu disse aqui, mas espero conseguir o maior número de alternativas possíveis para estudos de caso.
A sessão de “Agradecimentos” do meu livro não esquecerá de vocês! Deixe suas referências.
Brasileiro Médio = Cliente Passivo
Porque nós clientes apanhamos tanto das empresas?
A classe alta possui dinheiro, com isso consegue manipular o sistema e conseguir pontos a seu favor. Contrata o melhor advogado, possui os melhores contatos, e é o principal consumidor de produtos caros, onde o relacionamento com o cliente é personalizado.
A classe baixa não possui dinheiro e é vítima da desigualdade social. Quer comer, quer vestir, quer suprir as necessidades básicas para viver. Por isso pega sempre no pé do governo, reivindica, luta, vai atrás, porque é a vida que conta.
A classe média é a classe boba. Não tem necessidades básicas porque tem dinheiro pra isso. Não pode comprar do bom e do melhor e desfrutar da personalização dos produtos caros. Acaba, então, comprando os produtos massificados nas prateleiras, operadoras de celular, bancos, etc.
Mas qual é o problema?
O problema é que as empresas, o governo, nem ninguém se importa muito com o cliente. Somos mal atendidos, ficamos horas em filas ou em call-centers, não recebemos o que merecemos.
Então ficamos acomodados pela virtude da sobrevivência, e sempre tentamos alcançar a faixa superior, dando a melhor escola para nossos filhos, comprando o melhor celular, se endividando com luxos que não podemos pagar – sensação de segurança que nos mantém como o coração do capitalismo e vítimas do próprio consumo. A classe média quer ficar rica e essa é a única preocupação.
É aí que a classe média é boba.
Deveríamos lutar, brigar, protestar como fazem os da classe baixa. Deveríamos boicotar os produtores de álcool para baixar os preços, parar de comprar os produtos daquela empresa que te maltratou ou forneceu um produto de má qualidade, aderir a greves. Nada de revolução, mas atitude.
Precisamos aprender a nos impor como clientes e receber o respeito esperado de um relacionamento justo de troca financeira por benefícios. Não estamos fazendo um favor para as empresas consumindo seus produtos.
Hora de dormir
— Realidade —

Fonte: Savage Chickens by Doug Savage
— Solução —
Apresentações em PowerPoint são terríveis quando mal feitas. Para evitar o sono ou arranjar pretexto para escapar, Gary Turner nos aponta uma solução infalível baseada em sabotagem. Insira o melhor slide de PowerPoint do mundo naquela apresentação chata. (Ao lado)
Ou acompanhe as dicas agrupadas por Michael “Sooper” baseadas nas idéias dos melhores especialistas no assunto.
Como ser um especialista
O blog Creating Passionate Users disse que a única coisa que separa você como amador de você como especialista é a dedicação. Qualquer um de nós pode ser (ou quase ser) um expert em qualquer assunto, se aplicarmos um tempo de aprendizado e foco.
Nós praticamos somente aquilo que somos bons, e evitamos a prática de assuntos que não dominamos. Assim, nos manteremos como amadores para sempre.

Dois fatos da humanidade para se pensar
Fato 1
Seth Godin apresentou uma sugestão de marketing sobre o uso correto de denominações para produtos ou serviços, abordando o aquecimento global.
O nome “Aquecimento Global“, que representa o problema que a humanidade está enfrentando, está errado sob a óptica do impacto que queremos dar nos nossos ouvintes ou telespectadores.
Aquecimento é bom.
Global é bom.
Como Aquecimento Global pode ser mau?
E se usássemos “Câncer Atmosférico” ou “Poluição da Morte”? Será que conseguiríamos conscientizar mais pessoas?
Fato 2
Você já se deu conta do quanto dependemos da energia elétrica? Você já ficou um dia inteiro sem energia elétrica disponível?
Ela é indispensável quando temos, e dolorida quando falta.
Saiu ontem na Folha de São Paulo que 1/3 da população mundial não tem acesso à energia elétrica.
Esfregue os olhos e olhe de novo. Sim! Está escrito 1/3 da população, ou 2 bilhões de pessoas. Sendo 1 bilhão somente na áfrica segundo dados do Conselho Mundial de Energia.
Assustador
Real
Triste
Se você gosta de fatos e estatísticas sobre quaisquer assuntos (aleatórios e algumas vezes estúpidos), recomendo o Gullible Info. Lá você pode descobrir, por exemplo, que um curriculum vitae comum contém em média 2,54 erros gramaticais, e assim por diante…
Fazendo dinheiro de outro jeito ainda…
Continuando a saga da criatividade copiada.
Depois da Million Dollar Page e do Stuff & Me, apresento outra alternativa para venda de espaço para anúncios online.
Na TagsPage, ao invés de pixels, você compra Tags (Palavras), pagando por letra. Tem espaço gratuito também.
Já está perdendo a graça toda essa história de vender espaço. E os lucros (provavelmente) também estão diminuindo.
Não voltarei a falar mais desse assunto.
Leituras que valem a pena #12
How to connect your brand to their lives | Tom Asacker
O palestrante, autor e consultor de marcas Tom Asacker nos presenteia com este maravilhoso PDF. É apresentado de forma visual atraente e recheado de informações interessantes. (Aviso! arquivo com quase 17 megas).
Peter Sealey’s Ten Trends | Peter Sealey
Novamente incluo uma leitura que fala de tendências. Aqui são listadas 10 tendências que irão mudar nossas vidas pessoais e profissionais. Artigo interessante e que vai de encontro com o que o autor Tom Peters (de novo) prega: “Tendências valem milhões”.
Sua empresa na Internet | Mario Persona
Existem muitas empresas que estão deixando de lado o poder que a Internet pode dar para seus negócios. É muito barato e fácil ter seu próprio domínio, implementar uma página e criar um portal de comércio eletrônico. Comece tudo isso lendo este e-book primeiro. (em PDF)
O excesso antes da abstinência
Etimologicamente a palavra “Carnaval” deriva do latim “carnem-levare” (afastar a carne). Antigamente indicava o banquete de abolição da carne que acontecia antes da quaresma, período de abstinencia e jejum. A personificação do Carnaval em um fantoche ou fantasia teve origem na época medieval.
O escritor Aldous Huxley escreveu em seu livro “O Macaco e a Essência” uma bela analogia ao significado do Carnaval sob a forma de um ritual violento e arcaico de reprodução humana pós 3a. guerra mundial. Este livro ácido é tido como continuação do seu best-seller “Admirável Mundo Novo“.
“Festa da Carne” é o que a origem da palavra nos dá a entender.
Juízo todos vocês.
Bom carnaval!
Medindo a performance e saindo na frente
Na última vez que falamos de Benchmarking aqui, estávamos explicando o que era o termo e destacando alguns conceitos.
Recebi alguns e-mails pedindo mais detalhes sobre o assunto. Alguns pediam um roteiro ou metodologia de emprego de um estudo desses, e outros perguntavam sobre maneiras de se obter informação de outras empresas.
Na verdade o Benchmark é somente o “Marco de Referência”. Podem ser números ou atividades que queremos confrontar com nossos resultados ou operações. Pegamos nossos indicadores principais (KPIs) e nossas atividades atuais e comparamos o que o mercado produz dando subsídio para decisões e planejamentos estratégicos. A figura abaixo mostra a metodologia passo-a-passo de uma implementação do estudo de benchmarking.

A busca por informações não é um processo simples, mas com a internet ficou mais fácil acessar informações de empresas, e este é seguramente o ponto de partida. Depois temos visitas, pesquisas com clientes, entrevistas, acesso a dados normativos ou reguladores de um negócio específico, etc.
Em se falando de medir performance do seu negócio, só a comparação com o mundo externo em uma tabela de indicadores importantes não basta, é necessário fazer acontecer suas operações internas, para isso temos o Balanced Scorecard e outras ferramentas.
Indo mais além, o benchmark reflete um resultado já obtido no presente, é importante olhar o futuro também, como diz o guru de negócios Tom Peters: “Não faça benchmarking, faça futuremarking”.




