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Seu cliente pode ter um blog

jun 27, 2006   //   por Blog Corporativo   //   Blog Corporativo  //  1 Comentário

header.gifEra uma vez um cliente da AOL chamado Vincent Ferrari. Ele decidiu cancelar sua conta e, já sabendo que o Call Center da empresa era terrível, decidiu gravar sua experiência e colocá-la em seu blog.

Depois de 15 minutos de ligação ele finalmente conseguiu falar com alguém humano do outro lado da linha. Ainda não bastando ter esperado tudo isso, o sujeito que atendeu a ligação demorou quase 4 minutos para realizar a operação desejada. Frustração e raiva.

Ele virou notícia de TV e a AOL pediu desculpas oficiais a ele, informando que o telefonista já havia sido mandado embora. Ontem, depois de 5 dias de ter aparecido na TV, Ferrari postou uma experiência boa com outra empresa, dando duas faces a um blogueiro: o de envangelista de marcas, e o de destruidor de marcas.

Mas seja qual for a ação do blogueiro, o que fica evidente aqui é o poder de fazer barulho que a blogosfera proporciona a todo mundo. Fique de olho nela.

Fonte: Diário de um Técnico de Comunicação

Blog da Tecnisa

mai 26, 2006   //   por Blog Corporativo   //   Blogs específicos  //  1 Comentário

logo.gif“O primeiro blog da construção civil”, é assim que se apresenta o Blog da Tecnisa, uma das maiores construtoras brasileiras.

“Iniciamos através deste inovador instrumento de comunicação uma nova fase da Tecnisa em relação as suas práticas de comunicação. Esperamos receber muitas contribuições, sugestões e, sobretudo críticas construtivas ao nosso trabalho de construção reputacional da marca Tecnisa. Bem Vindos Internautas !!!”

O blog começou suas operações dia 18 de maio, e já está devendo mais posts para o público.

Blogs, mídias, medos e sonhos

mai 17, 2006   //   por Serendipidade   //   Comportamento  //  5 Comentários

yotophoto.comO Blog de Guerrilha me indicou uma reportagem da Folha entitulada A pornografia da opinião – Saturação de informações, ausência de visão totalizadora e dependência das velhas mídias põem em xeque expansão dos blogs nos EUA.

Oras, o que mais parece essa reportagem senão uma afronta da mídia contra os blogs? A imprensa tem medo de que os blogs assumam o principal meio de divulgação de notícias. Ao mesmo tempo o autor nos remete a pensar que “Um New York Times será sempre um New York Times“. Se eles estão certos disso, porque escrever sobre isso? Quando algo não nos preocupa, ignoramos.

[...]o destino triste do “blogging”: ele torna o mundo ainda mais fugidio do que faz o jornalismo. Atrelado ao ciclo interminável das notícias e à necessidade de acrescentar texto a seus blogs quatro ou cinco vezes por dia, cinco dias por semana, o “blogging” se torna o que a cultura literária já teve de mais próximo da obsolescência instantânea.[...]

Aqui acontece aquilo que blogueiros inexperientes podem enfrentar: sentir-se obrigado a escrever muito porque os leitores pedem mais. Acredito que se queremos deixar nossa marca como pensadores ou projetistas de novas idéias, não podemos pensar no estrelismo, na busca pela fama via blogs, mas sim no retorno intelectual que a escrita de posts pode nos proporcionar. O blog é, sim, uma escola.

A reportagem nos leva a concluir que o problema (ou a ignorância) está nos leitores assíduos, que estão promovendo os blogs como a maior sensação do momento, quando na verdade existem outras coisas na vida. Eu faço o meu melhor para trazer informação “serendipitosa”, mas dizer que quero ser o mainstream, não passa de um engano. O que eu escrevo muitas vezes não existe na mídia, muitas vezes cheia de parcialidades e anseios políticos. O que eu escrevo são minhas idéias, e a internet por meio dos blogs ajudam no compartilhamento dessa riqueza tão carente no nosso país.

Vivo para a frente. Um texto cheio de “filosofias de botequim” como o próprio autor colocou, não é o tipo de conteúdo que veremos em blogs, porque os blogs vivem para a frente, empurram a inovação e a criatividade das pessoas. Dá poder e opinião a elas. Isso poderia nos aproximar do que? Um mundo melhor? Da verdadeira democracia? Da queda de máscaras? Aspire (no transitivo indireto)…

Leituras que valem a pena #12

mar 2, 2006   //   por Serendipidade   //   Serendipidade  //  2 Comentários

How to connect your brand to their lives | Tom Asacker
O palestrante, autor e consultor de marcas Tom Asacker nos presenteia com este maravilhoso PDF. É apresentado de forma visual atraente e recheado de informações interessantes. (Aviso! arquivo com quase 17 megas).

Peter Sealey’s Ten Trends | Peter Sealey
Novamente incluo uma leitura que fala de tendências. Aqui são listadas 10 tendências que irão mudar nossas vidas pessoais e profissionais. Artigo interessante e que vai de encontro com o que o autor Tom Peters (de novo) prega: “Tendências valem milhões”.

Sua empresa na Internet | Mario Persona
Existem muitas empresas que estão deixando de lado o poder que a Internet pode dar para seus negócios. É muito barato e fácil ter seu próprio domínio, implementar uma página e criar um portal de comércio eletrônico. Comece tudo isso lendo este e-book primeiro. (em PDF)

Monitorando a Blogosfera

fev 15, 2006   //   por Serendipidade   //   Marketing / Negócios  //  2 Comentários

(c) yotophoto.comSegundo a Technorati, mais de 70 mil novos weblogs são criados todos os dias, e mais de 50 mil novos posts são efetuados por hora. Com o universo em expansão de 27,9 milhões de blogs, um novo desafio se faz presente: Filtrar todo esse conteúdo e trazer aquilo que realmente importa.

Os blogs são uma fonte formidável de informações importantes e estratégicas para qualquer negócio. São opiniões, críticas, idéias, complementos e elogios sobre qualquer tipo de produto, serviço ou assunto. O Cluetrain Manifesto nos apresenta mais detalhes dessa tendência.

Por esse motivo, diversas empresas e startups estão se movimentando para tentar trazer soluções inteligentes (e caras) para auxiliar as empresas no acompanhamento das tendências de mercado e da voz dos clientes.

Começando pelas mais baratas, temos o MarcaPop e sua comparação entre duas marcas distintas de produtos ou empresas, confrontando o número de citações em blogs. Depois temos websites como o Opinmind, que separa os posts que falam bem e os que falam mal de determinada palavra chave, e o PubSub com sua ferramenta de monitoramento e aviso quando uma determinada palavra ou frase é citada na blogosfera.

Para uma empresa que queira investir alguns dólares em uma ferramenta mais robusta, existem opções de até 100 mil dólares ao ano. Nessa faixa temos a Biz360 (a partir de 15 mil ao ano), a Cymfony (a partir de 45 mil ao ano) e o Blogpulse (a partir de 75 mil ao ano), entre outras fornecedoras desse tipo de serviço (Umbria, BuzzMetrics, ImpactWatch, etc.)

O top de linha é da IBM, que juntamente com a Factiva, lançaram no final de 2005 o Public Image Monitoring Solution. Uma solução voltada para grandes empresas e que custa mais de 150 mil dólares.

Benchmarketing?

fev 3, 2006   //   por Serendipidade   //   Marketing / Negócios  //  4 Comentários

(c) yotophoto.comEm uma reunião de negócios ouvi alguém falar “Benchmarketing”. Uma pena os funcionários de empresas (mesmos as grandes) saberem o contexto correto no uso do termo e não saberem o seu nome.

Benchmarking é um processo contínuo de comparação dos produtos, serviços e práticas empresarias entre os mais fortes concorrentes ou empresas reconhecidas como líderes. É um processo de pesquisa que permite realizar comparações de processos e práticas “companhia-a-companhia” para identificar o melhor do melhor e alcançar um nível de superioridade ou vantagem competitiva.

O termo acima (o verdadeiro) fora do contexto de negócios, eu já vi (ou li) empregado em diversas situações: desde cowboys marcando seus assassinatos em bancos de madeira, até marcador de maré alta/baixa do oceano.

O que importa é ser o “Marco de referência“.

Benchmarking é… Benchmarking não é…
- um processo contínuo - um evento isolado
- uma investigação que fornece informações valiosas - uma investigação que fornece respostas simples e "receitas"
- um processo de aprendizado com outros - cópia, imitação
- um trabalho intensivo, consumidor de tempo, que requer disciplina - rápido e fácil
- uma ferramenta viável a qualquer organização e aplicável a qualquer processo - mais um modismo da administração

Fonte: GuiaRH

Benchmarketing acaba sendo um neologismo usado para nomes de empresas, nomes de gráficos, e mesmo apresentando o significado errado.

Leia o meu post Medindo a Performance e saindo na frente, e aprenda como planejar uma análise de Benchmarking na sua empresa.

20 definições para BLOGAR

jan 19, 2006   //   por Serendipidade   //   Marketing / Negócios  //  4 Comentários

(c) Yotophoto.comQuebrando a idéia nacional (no Brasil os internautas ainda enxergam assim) de que blogar é escrever o seu dia-a-dia na web como um mero diário, dou destaque para Debbie Weil e seu Blogwrite for CEOs, ela tem méritos.

E atenção empresários, o blog é o mais novo canal de contato com o consumidor, e de comprovada eficiência (ainda em modesto crescimento no Brasil). Pode ser usado tanto ativamente (fazendo seu próprio blog), quanto passivamente (lendo o que estão falando do seu produto em outros blogs). Experimente comparar sua marca ou produto com outro, ou pesquisar o nome da sua empresa no Technorati, e veja o que estou falando.

Blogar é…

#1 Uma forma inédita e autêntica de auto-expressão

#2 Uma ferramenta de publicação instantânea

#3 Um jornal online com conteúdo atualizado

#4 Jornalismo amador

#5 Algo que está revolucionando a web (pense no RSS)

#6 Uma maneira de criar uma comunidade com os seus eleitores ou leitores

#7 Uma alternativa para meios de comunicação em massa

#8 Uma ferramenta para ensinar aos estudantes como escrever melhor

#9 Uma nova maneira de se comunicar com seus clientes

#10 Uma nova forma de gestão de conhecimento em grandes companhias

#11 Uma maneira para pessoas se comunicarem umas com as outras

#12 Algo para mantê-lo ocupado quando você está desempregado

#13 Uma maneira de pensar e escrever em poucos parágrafos ao invés de um longo ensaio (o qual ninguém tem mesmo tempo de ler)

#14 Um email seu para todo mundo (uma maneira de se manter em contato com a família e amigos)

#15 Uma palavra boba que é engraçada de se dizer (“Vou blogar agora… “)

#16 Uma maneira de escrever com uma voz e personalidade distintas

#17 Algo para conversar em festas e coquetéis (“Eu bloguei uma idéia da Cris, e ela blogou uma idéia minha de volta…”)

#18 Um endereço web para você adicionar em seu Currículo

#19 Alguma coisa a mais para fazer com seu telefone celular (veja audio blogging e moblogging)

#20 Algo que você não quer que sua mãe saiba (veja o texto aqui e o interessante PostSecret)

Estratégias polêmicas não são novidade

jan 3, 2006   //   por Serendipidade   //   Marketing / Negócios  //  3 Comentários

(c) capitalgaucha.com.br/poli_position

Lendo o blog Business Opportunities Brasil da Cris Zimermann deparei com a propaganda (outdoor) acima, de uma confecção e loja de roupas do sul do Brasil.

(c) serendipidade.comAchei interessante porque não é a primeira vez que vejo algo do gênero. Ao lado tenho uma foto de uma campanha publicitária denominada “Super Fuck – Fuck 2001″, feita em cartões postais que obtive no ano novo 2001/2002 em Praga.

Não sei do que se trata porque não entendo o que está escrito, mas achei a campanha um pouco impressionante pela ousadia. Nada tão assustador para um país que está vivendo uma onda liberal após um período conturbado na sua história, e indubitavelmente marcante.

Tirando o fato da não originalidade da peça, aqui no Brasil, usar propagandas com teor polêmico não é novidade. Durante o período em que o Brasil recebe o circo da Fórmula 1, é muito comum vermos outdoors das casas noturnas dedicadas a serviços “especiais”. Logicamente a prefeitura veta alguns, retira outros, mas a peça já foi lançada e comentada em todos jornais, gerando o efeito Buzz Marketing, que também serviu para o caso acima.

(c) ultimosegundo.ig.com.brPonto para o Marketing… Com ou sem polêmica, ele acaba chamando a atenção.

Efeitos de um mundo conectado e sexualmente estampado na TV, revistas e jornais? Morte da capacidade criativa? Ou simplesmente nós mesmos sendo enganados (e impressionados) porque somos assim, politicamente corretos na aparência e sujos (o interesse por causas “proibidas”) por dentro?

Era uma vez um Marketing…

dez 30, 2005   //   por Serendipidade   //   Marketing / Negócios  //  1 Comentário

(c) yotophoto.com… esse Marketing pertencia a uma gigante da indústria de bebidas. Dentro do seu plano de expansão no Brasil, ela resolve lançar mais uma marca de cerveja no mercado. Um mercado onde 1% de participação no marketshare significa muito mais que meros 1 milhão de Reais.

Mas ela não está em busca de participação no mercado como um todo, ela quer abocanhar uma nova fatia de mercado muito rentável, uma divisão composta por pessoas com maior poder aquisitivo. Um nicho especial. Mas para isso, seria necessário contar com uma história convincente e competitiva para com as outras cervejas importadas, e sem efetivamente importar um novo produto (o que num país altamente explorativo no campo dos impostos não seria viável e lucrativo).

Importaremos então a marca, o nome. Já fizemos isso com a Brahma daqui pra lá, vamos fazer igual de lá pra cá.

Surge a belga Stella Artois (leia-se Estela Atoá). Uma garrafinha de 275ml que custa quase 2 reais. Mas que possui um conteúdo nacional. Um rótulo garante que a fabricação segue a milenar receita dos belgas. Mas temos que convir que introduzir ingredientes e mudar um processo de fabricação custa muito caro para um empresa. Mudar máquinas, canos, dar treinamento aos cervejeiros, produzir a embalagem e importar a cevada.

Sou cético. Provavelmente ela não passa de uma cerveja nacional + água. Não pelo sabor, mas pela lógica de uma empresa que quer cortar custos e aumentar os lucros incondicionalmente. Seria tão somente um exemplo de máscara, assim como no caso do carvão para churrasco que apresentamos antes ou no da água mineral.

Não sei como andam os lucros dessa empreitada. É um marketing baseado em uma historinha aliada a um produto “importado”, para um país que adora coisas importadas. Com tudo isso na cabeça, e já com a história contada para nós mesmos, não há como não achar a cerveja sensacional na hora que tomarmos, o “psicológico” já foi massageado.

Duas vezes um Brasil Imbecil

dez 27, 2005   //   por Serendipidade   //   Comportamento  //  Nenhum comentário

(c) yotophoto.comVi duas notícias essa semana que me deixaram perplexo pelo tamanho do descuido com valores e bens nacionais. Nada tão novo que não possa ser comparado com algo no passado e nada tão velho que nos impeça de correr atrás do tempo perdido.

Duas faces de um país idolatrado salve! salve! Corroído pela ambição política e o famoso “preciso tirar vantagem de tudo”.

Face 1 – Burocracia e Lentidão

“A rapadura é doce mas não é mole não…”

Vemos sempre alguma notícia relacionada com o efeito medicinal de plantas amazônicas que são patenteadas no exterior, uma derrota da pesquisa nacional para os estrangeiros que possuem um “passaporte amazônico” garantido pela falta de controle. Históricamente até Santos Dumont, o nosso herói e idealizador (e ai de quem diga que não foi ele primeiro) daquela máquina que voa, perdeu sua patente para os irmãos Wright segundo a visão hiper-patriota dos americanosdonosdomundo.

E agora foi a vez da rapadura!

Uma pequena empresa alemã chamada “Rapunzel” patenteou a bixinha como marca exclusiva da empresa na Alemanha e nos Estados Unidos. Agora diplomatas brasileiros estão correndo atrás daquela que representa a história e as raízes do nosso país, senão vamos ter que pagar royalties.

Face 2 – Desvalorização da memória nacional

Um incêncio durante a semana passada no hospital Juqueri na cidade de Franco da Rocha, destruiu uma série objetos, móveis e livros. No meio dos livros, revistas, cartas e publicações havia aquilo que poderia ser apresentado como a maior riqueza cultural da história da psiquiatria brasileira.

Documentos que deveriam ter sido mantidos em uma reserva especial segura ou em uma biblioteca ou museu seguros. Dentre as cinzas, agora estão as memórias, as frases, as letras de pessoas como Sigmund Freud e o próprio Franco da Rocha. Prontuários e livros que registram a evolução dos tratamentos dos transtornos mentais.

Quantas mais faces ruins temos que desvendar para que se caia a máscara egoísta da impunidade e da ignorância? Será que um dia a “ficha vai cair” na cabeça dos que agem deliberadamente em benefício próprio? Será que essas pessoas vão perceber que estão usando tapas nos olhos como nos cavalos para ver só pra frente e não olhar em volta?

O que está faltando? Percepção ou vergonha na cara?

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