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Serendipidade e o sétimo sentido

ago 16, 2007   //   por Serendipidade   //   Serendipidade  //  6 Comentários

Extraído do site da Editora Nórdica sobre um livro chamado “Serendipidade – Descubra o poder secreto do sétimo sentido” de Marcus Bach:

Serendipidade

Sempre existe uma solução para qualquer problema. Agora, se você é daqueles que se conforma e cita para si mesmo o velho ditado: “o que não tem remédio, remediado está”, então, sua causa já está perdida. Mas se, ao contrário, você acredita no futuro e está disposto a lutar, estabelecendo uma ou várias metas na vida, pode contar com o estranho poder da serendipidade.

Este livro desenvolve a técnica da serendipidade e você precisa estar por dentro dessa técnica para alcançar suas metas com maior facilidade, aprendendo, principalmente, como visualizar aquilo que o acaso pode fazer por si. Muitas vezes, os acasos são até muito mais agradáveis e proporcionam muito mais felicidade do que as metas previstas. Mas é preciso estar preparado para não deixar escapar as oportunidades. É a grande chance que pode vir do inesperado.

Os Príncipes de Serendip fizeram lenda. Saíram do reino de seu pai para enfrentar o desconhecido, sem destino, mas com a preocupação de entender os homens e ajudá-los. Serendip é o nome ancestral do Ceilão, hoje, Sri Lanka. É a experiência oriental na procura do bem-estar e do aperfeiçoamento das pessoas de todos os quadrantes e latitudes, de todas as origens.

Fatos relevantes ou perguntas intrigantes:

Ao invés do livro, leia este blog. Garanto que você vai tirar maior proveito. Sim, eu sou “meio” contra livros de auto-ajuda.

Só falta agora alguma editora (assim como fez o Estadão) dizer que blogs não possuem literatura o suficiente para substituir livros.

As aventuras de ACTION ITEM

ago 16, 2007   //   por Serendipidade   //   Marketing / Negócios  //  Nenhum comentário

Achei esse quadrinho que retrata o cotidiano das empresas em formato super-herói. Me fez lembrar de um livro (recentemente traduzido para português) chamado “Por que as Pessoas de Negócios Falam Como Idiotas” de autoria de três executivos da Deloitte americana. O autor desse quadrinho tem um blog.

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Hype social

ago 13, 2007   //   por Serendipidade   //   Comportamento  //  3 Comentários

Hoje li em algum blog que o que está hype no momento (no Brasil) é o Twitter . Um website consumidor de tempo que está na “boca do povo” e que permite trocar gentilezas instantâneas afim de aumentar a popularidade do seu autor mais rápido que um blog. Imagina quando monetizar…

Por mais que a gíria hype signifique badalado, eu prefiro classificá-la como diminutivo de hipérbole, um exagero na expressão da idéia. Mas não vim pra falar mal do Twitter nem de quem o utiliza. Vamos deixar o hype-1 e o hype-2 na manga.

Na verdade quero justificar, usando a teoria do livro Átomo Social , porque o hype-1 existe e se espalha rapidamente.

Sem contar o livro todo. Nós podemos ser classificados como átomos e a grosso modo seguimos padrões. Como átomos imersos na sociedade nós somos:

- adaptáveis
- imitadores
- cooperativos

Este exemplo não tem no livro, mas eu acho bacana: a “ola” nos estádios. Como ela acontece? Por que ela se propaga? Resposta: olhe as três características do átomo. Para entender mais a fundo, leia o livro.

O hype-1 se torna hype-1 porque somos átomos sociais.

O hype-2 é parte da essência poética que nos habita. É dizer que a web 2.0 brasileira já copiou um milhão de sites da web 2.0 americana.

Brasileiro é criativo ou medroso (só copia o que deu certo)? No fundo estou sendo egoísta. Tem espaço pra muita imitação no Brasil pois tem muuuita gente online e crescendo. E imitação é coisa antiga. É tão antiga que é da época que as pessoas tinham 3 dedos. Alémdomais precisamos de localização para certas aplicações.

Se você acha o Twitter legal, porque não tenta o brasileiro Gozub? (eita nominho feio). Mais um serviço original em português.

Empresas não sabem usar blogs…

ago 8, 2007   //   por Blog Corporativo   //   Blog Corporativo  //  1 Comentário

…foi o que disse Josh Bernoff, vice-presidente da Forrester Research.

Uma matéria da INFO Online de hoje divulgou a opinião dele sobre o assunto. Ele está escrevendo um livro sobre como as empresas podem ganhar dinheiro usando a web 2.0. Mas você não precisa esperar ele terminar para saber, basta ler o meu livro.

Brasil Digital – o novo Blog da Intel Brasil

ago 7, 2007   //   por Blog Corporativo   //   Blog Corporativo  //  Nenhum comentário

blogintel.jpgConforme comentei em muitas das minhas entrevistas, aqui no blog e no capítulo de conclusão do meu livro, a adoção de blogs corporativos por grandes empresas (maioria multinacionais) no Brasil está acontecendo porque suas matrizes já possuem blogs corporativos. Sem dúvida eu acredito ser esta a ordem natural da evolução na comunicação empresarial no contexto da web 2.0.

Agora é a vez da Intel Brasil, que lançou no início de agosto o blog Brasil Digital. Escrito por 7 executivos da empresa, o blog propõe ser um canal aberto para debates e discussões estimulantes e construtivos. Além, é claro, de posicionar seus autores como formadores de opinião perante o mercado, um benefício dos blogs corporativos já comentado aqui no blog:

Este blog apresenta os artigos e opiniões de gerentes da Intel do Brasil reconhecidos como experts em suas respectivas áreas.

No “Sobre este blog” a empresa explica de forma clara as normas de como utilizará o blog. Recomendo a leitura dessas normas para conhecer um pouco mais sobre como a empresa está se posicionando por meio do blog e dos 7 diferentes rostos que agora representam a marca Intel no Brasil.

Confira o Blog Corporativo Wiki para conhecer outras empresas blogueiras.

Teoria da motivação

ago 7, 2007   //   por Serendipidade   //   Marketing / Negócios  //  4 Comentários

Douglas McGregor criou nos anos 60 duas teorias para explicar a motivação de funcionários nas empresas. A teoria X e a teoria Y. Ele acreditava que as empresas  se encaixavam em uma ou outra das abordagens.

Na teoria X:

- Funcionários – são fundamentalmente preguiçosos e vão tentar escapar do trabalho se puderem. Pouca ambição. Precisam ser supervisionados de perto;
- Gerentes – acreditam que sempre deve haver um culpado. Não confiam em nenhum funcionário e ficam em cima o tempo todo. Autoritários.

Na teoria Y:

- Funcionáriospodem ser ambiciosos, motivados, chamam responsabilidade. Têm vontade de serem criativos e progressivos;
- Gerentes – acreditam que as pessoas querem fazer bem feito e que algo criativo pode fluir deles. Tentam remover as barreiras que impedem o bom desempenho de seus funcionários.

É meio que um otimista e um pessimista. O fato é que, dependendo da posição que um profissional assuma, mais ou menos deverá ser investido em possíveis recompensas por desempenho.

Na minha opinião, independente da motivação ser X ou Y, uma estratégia ganha-ganha é sempre mais benéfica para a empresa. Ou seja, ter políticas de participações nos lucros gordas e pagar bem é valorizar seu corpo de funcionários e colher frutos vindouros muito mais saborosos. Será? Acredito nisso devido ao átomo social (tem um livro sobre isso). Vou tentar evoluir algo quando eu terminar (já estou quase terminando).

Nosso querido "Anticristo"

jul 30, 2007   //   por Blog Corporativo   //   Blog Corporativo  //  9 Comentários

Eu já havia lido a respeito de Andrew Keen e seu livro: “The Cult of the Amateur: How Today’s Internet Is Killing Our Culture“. O cara basicamente “amaldiçoa” os blogueiros e a web 2.0 porque nós, usuários finais, podemos estar sendo iludidos por um jornalismo sem credibilidade e excesso de informação inútil.É que hoje saiu uma pequena entrevista com ele na Folha de S.Paulo (necessário ser assinante para ler).

Até certo ponto acredito que a visão de Keen está correta, porque tem muita gente entrando na onda dos blogs para poluir o universo informativo da internet visando outros ganhos.

“Não vejo como a web 2.0 está democratizando a mídia, acho que acontece o oposto: a mídia tradicional fornece informação de qualidade acessível às massas e não acho que a segunda geração da web esteja reproduzindo isso.”

Certamente é muito, mas muito difícil ler um blog que forneça informação de qualidade, mas eles existem. Ele peca por generalizar demais.

“Meu livro não defende que as pessoas não tenham blogs, apenas que não finjam que são substitutos da mídia tradicional ou representantes de fontes de informação confiáveis sobre o mundo. Como as pessoas saberiam da crise aérea brasileira, por exemplo, sem jornalistas profissionais? Iam ter de se basear em blogueiros, que podem ser representantes das companhias aéreas ou do governo?”

Aí ele falou uma coisa séria. Blogs verdadeiros vs. blogs falsos. A comunidade deve sempre buscar desmascarar tentativas artificiais de manipulação ou de autopromoção. Se não existisse o conceito web 2.0 ou mesmo o conceito blog, acho que seria inevitável dizer que ainda assim as pessoas encontrariam meios de se expressar na rede.

Como em toda evolução tecnológica – Schumpeter tem haver com isso – a sustentação só ocorre com a educação. Ou seja, a civilização deve evoluir, se educar para adaptar. Devemos estar sim mais preparados para filtrar melhor o ruído, e não censurar o movimento inovador que estamos vivendo na comunicação.

Valeu Pedro pelo link da Folha.

Wiki vs. Blog vs. Intelectualidade brasileira

jun 24, 2007   //   por Serendipidade   //   Comportamento  //  4 Comentários

Não é despeito. Nem me acho o “demolidor”.

Dito isso leia a notícia de hoje da Folha de S.Paulo – “Empresas usam conceito “wiki” de criação coletiva para inovar“.

Desde quando você, leitor do Blog Corporativo, já sabia disso? Na verdade a chamada era pra falar do livro Wikinomics. Olha só o pedaço mais inspirador da reportagem:

Em vez de se limitar a seu grupo de funcionários, nomes como Boeing e Procter & Gamble buscam inovação em âmbito global, o que eleva a rapidez e o espectro das descobertas.

Só porque o gringo vai vir ao Brasil participar de uma conferência e seu livro foi traduzido para o português. E está lá: a vanglória da sabedoria gringa! Ou como diria Marquinhos: “Os americanos são muuuuito melhores

Quantos de vocês, meus caros leitores, já leram os “Sete hábitos das pessoas altamente eficazes“? E quantos de vocês já leram “Transformando Suor em Ouro” do nosso treinador de vôlei Bernardinho? 10 pra 1? 1000 pra 1? 1 milhão pra 1?

O treinador conseguiu ser campeão em mais de uma geração de jogadores. Vocês não acham que ele tem algo para ensinar? Agora… quem foi Stephen Covey? Um molestador de famílias?

Precisamos valorizar o profissional e a intelectualidade brasileira. Isso é muito sério.

Entrada instintiva

jun 24, 2007   //   por Serendipidade   //   Comportamento  //  2 Comentários

FNACHoje a tarde eu fui na FNAC da Av. Paulista babar em algumas TVs de alta definição e ver algumas revistas importadas e pela segunda vez reparei nas “antenas” de segurança na entrada da loja, esses sensores que apitam quando alguém sai com algum produto portando uma RFID (veja a foto).

Cada divisão desse sensor possui um outro sensor óptico com um contador digital de número vermelhos. Ele processa e indica quantas pessoas entram na loja de forma discreta e eficiente, só que cada divisão tem o seu próprio sensor. Qualquer dia eu vou tirar uma foto e postar aqui.

Tudo isso só pra contar que a divisão do meio era a que mais possuia acessos. Sem contar que sentei e fiquei observando as pessoas entrarem. Tinha gente que desviava para passar no meio. Fui remetido ao meu primeiro post: As pessoas interagem com os ambientes onde estão inseridas. A simetria da entrada e a eqüidistância das portas parece fazer sentido aos clientes, os quais acabam escolhendo o centro.

Depois do centro, o lado direito era o segundo mais “visitado”.

Nada demais. Não sou analista e nem sei de teorias psicossomáticas nem behaviorismo. Só achei o caso interessante.

Dica dos comentários e de CONSUMO:
Livro: Vamos às Compras!: a Ciência do Consumo de Paco Underhill

O átomo social

jun 21, 2007   //   por Serendipidade   //   Marketing / Negócios  //  4 Comentários

The Social AtomAcabei de comprar o “The Social Atom” pela Amazon. Eu acho que o livro promete. Foi lançado a menos de 1 mês.

O pessoal que avaliou o livro anda comparando o livro da seguinte forma: O “The Social Atom” faz para a física o que o “Freakonomics” fez para a economia. Sob o mote de “Física social”, o livro busca encontrar os padrões que emergem da interação de grandes grupos de pessoas.

O livro é também comparado a obras como “The Tipping Point” e “Smart Mobs” com um quê a mais em física. Taí a dica.

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